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Jeep Renegade 2021: Descubra quais são as novidades do SUV

Jeep Renegade 2021 chega às concessionárias com motor ainda defasado, nova versão e possibilidade de uma versão híbrida em breve. Conheça detalhes, novidades e preços do modelo que é sucesso de vendas.

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Murilo C.

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Jeep Renegade 2021 divide os consumidores

O Jeep Renegade 2021 chega ao mercado automotivo e conta com uma nova versão de entrada batizada com o nome de Moab e equipada com motor movido a diesel. Já as demais versões apresentam algumas novidades que podem acabar dividindo quem estava pensando em comprar um modelo 0 km.

Jeep Renegade 2021
  • Categoria: SUV
  • Preço médio novo: R$ 85 mil
  • Preço médio usado: R$ 60 mil
  • Versão recomendada: Jeep Renegade Moab 2.0 Diesel AT9 4X4
  • Consumo médio cidade: 9 km/L
  • Consumo médio estrada: 11 km/L

Com valores que partem da faixa de R$ 69.999 – versão para PCD podendo chegar às cifras de R$ 158 mil o SUV passou por reformulações no line-up de versões e opcionais, além de mudanças nas paletas de cores para algumas versões.

Se você estava esperando informações sobre o Renegade 2021 veio ao lugar certo. Confira no artigo a seguir, todas as novidades sobre o modelo que deve dividir as opiniões de seus amantes.

Jeep Renegade 2021 o que há de novo?

Um dos Suvs mais populares do Brasil e com bons números de vendas direta o Jeep Renegade 2021 chega com poucas mudanças em termos de equipamentos e com uma versão a diesel mais barata.

Para a tristeza de muitos que esperavam um novo motor 1.3 turbo sob o capô, o novo modelo terá mais uma vez o já antiquado motor 1.8 Flex. Com relação aos câmbios o modelo também segue sem nenhum tipo de mudança.

Jeep Renegade Moab é a grande estrela

O Jeep Renegade Moab é a grande novidade da linha 2021 que chegou nas concessionárias.

Trata-se da nova versão de entrada do modelo e chega por R$ 10 mil a menos que a Longitude Diesel.

O Renegade 2021 Moab é equipado com um motor 2.0 turbodiesel de 170 cavalos, câmbio automático de 9 marchas, tração 4×4 e seletor de terrenos com 4 modos diferentes.

Moab
Versão Moab é novidade

Embora seja um nome estranho em português Moab é uma referência ao deserto do Moab no estado norte americano de Utah – Local onde ocorre anualmente na páscoa um evento de entusiastas off-road que se tornou para a Jeep um laboratório ao ar livre para testar o desempenho de seus veículos em estrada de terra.

Desde 2001 a marca apresenta e testa uma série de protótipos no Easter Jeep Safari, o que possibilita uma grande proximidades com os fãs da marca e o fechamento de uma série de negócios.

A versão Moab oferece ainda central multimídia Uconnect de 7 polegadas, ar-condicionado dual zone, sensor de estacionamento traseiro e faróis de neblina.

É um verdadeiro desbunde e uma ótima opção para quem busca um SUV movido a diesel e não quer gastar grandes cifras.

Tecnologia e conectividade são pontos altos

O Renegade 2021 conta uma série de aparatos tecnológicos que agrada os proprietários e compradores.

O primeiro deles é o ar-condicionado com dual zone que permite que motoristas e passageiros possam escolher a temperatura ideal para cada um deles de modo separado e inteligente.

A câmera de ré é outro aparato que ajuda o motorista. Com linhas guias dinâmicas o motorista tem grande auxílio para a realização de manobras mais difíceis.

Conectividade
Conectividade e tecnologia são pontos altos

Outro item tecnológico que agrada os condutores é o painel de instrumentos TFT de 7 polegadas que passa ao motorista informações como pressão dos pneus, temperaturas de componentes, consumo médio e muito mais informações.

O modelo 2021 do SUV conta ainda com sensores crepuscular e de chuva que ao identificar chuvas ou penumbras ligam automaticamente os limpadores de pára-brisa e os faróis do carro para uma condução mais segura.

O SUV é equipado com uma central de multimídia uConnect de 8.4 polegadas com conexão para Apple CarPlay e Android Auto. A central possui comandos de viva voz para que não seja necessário tirar as mãos do volante.

Há ainda o sistema Keyless enter n go. Onde é possível destravar as portas ao se aproximar do veículo e dar a partida no motor através do botão Start/Stop sem precisar tirar as chaves do bolso.

E pra finalizar os aparatos tecnológicos do ponto de vista de conectividade são as entradas USB traseiras para que os passageiros possam se conectar à central multimídia com mais conforto.

Segurança reforçada H2

Quando o assunto é segurança o Jeep Renegade 2021 não deixa a desejar.
As proteções começam por baixo. Uma vez que o SUV de uso misto conta com proteções ao melhor estilo off-road equipado com protetores de cárter, eixo cardan e tanque de combustível. Especialistas afirmam que o que vem de baixo literalmente não atinge o veículo.

O modelo conta com sistemas ativos de tração e estabilidade que ajustam naturalmente o comportamento do carro em caso de perda de tração ou estabilidade.

O Hill Start é outra tecnologia que monitora o terreno e automaticamente aplica as doses de frenagem necessárias para realizar descidas e partir em aclives de modo seguro e suave.

Pensando na segurança de todos os ocupantes o Renegade 2021 conta com 7 airbags. São 2 frontais, 2 laterais, 2 laterais do tipo cortina e 1 nos joelhos do motorista.

Motorização, câmbio e sistema de tração

O Renegade é equipado com duas opções diferentes de motor.

O primeiro é o beberrão e barulhento, mas confiável 1.8 16V E.TorQ EVO VIS que desenvolve 135 cavalos quando abastecido com gasolina e 139 cavalos com etanol.

Esse era e vai continuar sendo o ponto fraco do modelo, pois o conjunto é conhecido por sua ineficiência do ponto de vista econômico e de potência, muito por conta do peso do modelo.

A outra opção é o motor 2.0 biturbo movido à diesel capaz de gerar 170 cavalos de potência. Essa motorização é a preferida dos amantes do Renegade.

Motorização
Jeep Renegade 2021 possui duas opções de motor

Com relação a câmbio, as versões com motor 1.8 Flex dispõem de um câmbio automático de 6 velocidades, enquanto a versão 2.0 turbodiesel é equipado com um câmbio também automático, mas de 9 velocidades.

Além disso, as versões topo de linha à partir da Moab contam ainda com sistema de tração 4×4 para poder rodar em terrenos acidentados com segurança e nenhum tipo de problema.

Pack de acessórios

Outra questão que chama muita atenção de quem optar pelo Jeep Renegade 2021 é o amplo pack de acessórios que podem ser adquiridos no ato da compra.

Dentre os principais acessórios estão suporte para bicicleta no teto, estribos laterais, Barras transversais sob o capô com capacidade para até 50 kg de carga, engate reboque integrado e para-barros para proteção da lataria.

Pacote de serviços

Outro item pensado para os proprietários do Renegade 2021 é o pacote de serviços com uma série de opcionais que cabem no bolso.

Há uma opção de garantia adicional de 12 a 24 meses aos 5 anos já oferecidos pela montadora.

Além disso é possível montar um plano de revisões com descontos e preços fixos. Há planos personalizados entre duas e dez revisões programadas que podem ser diluídas na compra do veículo. Seja a vista ou então por meio de financiamento.

E por fim, lançado recentemente está à disposição do cliente um serviço de proteção de pneus contra avarias e acidentes com reposição garantida e cobertura de 12 meses. ideal para quem gosta de usar o SUV em estradas de terra ou terrenos acidentados.

Consumo

Quando equipado com com o motor 1.8 Flex as médias de consumo do Renegade não são muito boas.

De acordo com dados do Inmetro quando abastecido com etanol o SUV faz uma média de 6,7 km/l na cidade e 7,4 km/l na estrada. Já quando abastecido com gasolina os números saltam para 9,5 km/l dentro da cidade e 10,7 km/l na estrada.

Já com o motor 2.0 turbodiesel as médias são melhores com o modelo atingindo 9,4 km/l na cidade e 11,5 km/l na estrada.

Versões e preços Jeep Renegade 2021

Chegamos agora num ponto crucial. Nesse momento você deve estar se perguntando quais são as versões disponíveis e quanto custa o Jeep Renegade 2021. Cada uma das versões começam nos seguintes valores:

  • Jeep Renegade STD 1.8 Flex: R$ 81.590,00;
  • Jeep Renegade Sport 1.8 Flex: R$ 96.790,00;
  • Jeep Renegade Longitude 1.8 Flex: R$ 112.190,00;
  • Jeep Renegade Limited 1.8 Flex: R$ 122.390,00;
  • Jeep Renegade Moab turbodiesel: R$ 139.690,00;
  • Jeep Renegade Longitude 2.0 turbodiesel: R$ 149.890,00;
  • Jeep Renegade Trailhawk 2.0 turbodiesel: R$ 161.490,00.

Versão híbrida também é esperada

Embora a montadora quase não tenha se pronunciado. Seguindo uma pegada mais sustentável o Renegade já tem uma versão híbrida rodando no exterior. Se trata do Renegade 4xe.

Em termos de aparência nada muda. Ao olharmos o Renegade híbrido não se nota nenhuma diferença. O modelo, inclusive pode ser utilizado tanto no asfalto quanto na terra!

híbrido
Versão híbrida deve chegar no final de 2021

O Jeep Renegade 4xe possui um motor de 4 cilindros 1.3 turbo movido à gasolina com opção de 130 e 190 cavalos. Além disso há um pequeno motor elétrico acoplado à unidade principal e uma segunda unidade elétrica de 60 cavalos com diferencial integrado que está acoplada ao eixo dianteiro.

O resultado de toda essa união é uma tração integrada híbrida mas sem a necessidade de um eixo de transmissão. Uma verdadeira obra de arte mecânica.

O motor elétrico traseiro é alimentado por uma bateria de 11,4 kW que é montado sob o assoalho e garante um total de 50 km de autonomia em modo 100% elétrico com uma velocidade de cruzeiro de até 130 km/h.

Para garantir a possibilidade de ter a tração nas quatro rodas sempre disponível há um motor à gasolina e uma pequena unidade elétrica, sendo que o primeiro alimenta o segundo que por sua vez recarrega a bateria.

Modelo híbrido possui funcionamento linear e inteligente

O Jeep Renegade híbrido possui um funcionamento um tanto quanto peculiar o que não altera o comportamento dinâmico do veículo que é bem assentado graças a uma estrutura firme com um centro de gravidade mais baixo.

O mesmo pode ser aplicado à direção que é firme e bem direta. De acordo com pilotos de testes é um modelo prazeroso de dirigir que graças à eletrificação fica ainda mais interessante.

O único ponto fraco é a caixa automática de 6 marchas que às vezes apresenta engates imprecisos e insiste em manter a marcha mais baixa fazendo com que o motor fale mais alto com ruídos podendo invadir a cabine.

software
Software proporciona funcionamento linear

No restante o sistema se comporta bem em qualquer tipo de condução. Quando se liga o sistema híbrido, é o software que decide qual motor vai ser utilizado.

Quando se opta por rodar no modo elétrico o motor é conduzido apenas pelo motor elétrico de 60 cavalos enquanto no E-save é possível recarregar as baterias até 80% ou preservar sua carga.

Quando se dirige um modelo híbrido plug-in algo muito interessante e prazeroso é o silêncio ao rodar e nisso o Jeep Renegade 4xe não é exceção.

Dirigir pela cidade, rodovias ou até mesmo por estradas de terra sem ouvir nenhum barulho vindo de baixo do capô é sem sombra de dúvidas um grande prazer.

Valores e chegada ao Brasil em 2021

O modelo já está disponível na Europa e possui três versões diferentes partindo de 38.500 euros e chegando a 41.500 euros algo entre R$ 254 mil e R$ 273 mil em conversão direta.

O modelo está previsto para chegar ao Brasil de maneira conjunta com o Jeep Compass 4xe. Há quem diga que a Renegade híbrido pode ser o primeiro veículo eletrificado da FCA no mercado brasileiro – isso se o Fiat 500 elétrico não chegar aqui primeiro.

De acordo com o presidente do grupo FCA na América Latina – Antonio Fliosa a pandemia e alta do dólar afetaram os planos de lançamento do modelo por aqui e definem o segundo semestre de 2021 como data para chegada da versão híbrida.

Conclusão

O Jeep Renegade 2021 vem forte para a briga com outros modelos. As novidades junto à nova versão certamente darão um gás extra para manter o modelo na ponta entre os mais vendidos por aqui.

Agora que você já sabe tudo sobre a versão 2021 do SUV estradeiro e aventureiro que tal conhecer seus prós e contras?

Para isso é só clicar no botão abaixo e emergir ainda mais no universo Renegade.

Redator especialista em carros, se identifica com conteúdos relacionados a lançamentos e análises de veículos e acredita que compartilhar conhecimento na área ajuda todos a tomarem melhores decisões em busca do veículo ideal para cada tipo de perfil.

Artigos

Os 22 piores carros já produzidos no Brasil

por

Murilo C.

Publicado em

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Poucos sabem, mas muitos carros já foram fabricados no Brasil e nem sempre o resultado foi um dos melhores, uma boa parte dos modelos produzidos nacionalmente recebeu duras criticas e alguns até já saíram de linha.

Então, preparamos para você uma lista bem dinâmica dos 22 piores carros já fabricados no BrasilAcompanhe abaixo — tem até carro brasileiro  — e vamos ver juntos quais foram os piores carros fabricados no país.

Gurgel

22 - Fiat Marea

Iniciamos nossa lista com o deteriorado Fiat Marea, carro nada econômico e que fazia seus donos terem dor de cabeça. O veículo da Fiat saiu de linha há mais de uma década, não obteve sucesso e nem um bom retorno de vendas desde seu lançamento. Alguns o chamavam de “carro problemático”, já que tinha que trocar completamente o seu motor se a sua correia dentada rompesse. Sem sombra de dúvidas, o Fiat Marea foi um dos piores carros fabricados no Brasil.

Fiat Marea

21 - Seat Córdoba

O Córdoba da espanhola Seat entra em nossa lista por fatores que envolvem estrutura e desempenho. Alguns dos principais problemas do Seat Córdoba que o faz ser um dos piores carros fabricado no Brasil era o preço de suas peças e a sua assistência técnica, que tornava o custo de manutenção proibitivo.

Seat Cordoba

20 - Volkswagen Jetta

Este veículo da Volkswagen perde sem muito esforço no mercado. O Jetta 2.0 tem o mesmo valor de carros de alto nível como o Honda Civic. Pouco econômico, fazendo apenas 7 km/litro na cidade e mesmo sendo 2.0, tem uma potência de 120 cv, que é inferior a muitos carros com motor 1.6 ou até mesmo 1.0.

Volkswagen Jetta
Volkswagen Jetta

19 - Fiat Freemont

O Fiat Freemont de início tinha uma proposta muito boa, mas o carro tem um péssimo custo benefício e um baixo desempenho. Com câmbio automático, o Freemont conta com somente 4 marchas, a potência entrega uma rotação muito alta com uma performance muito fraca. Por isso o Fiat Freemont é um dos piores carros fabricados no Brasil.

Fiat Freemont

18 - Gurgel

A Gurgel Motors S/A era uma montadora de veículos 100% brasileira, mas faliu devido à falta de incentivo do governo e tributação alta. Teve bons resultados com o modelo BR-800, ganhando até prêmio europeu e batendo de frente com concorrentes do mesmo segmento, como o Fiat Uno da época. Porém, os outros modelos da Gurgel deixaram muito a desejar. O Jipe Tocantis tinha máxima de 117 km/hr e um péssimo desempenho, demorava 25 segundos para fazer 100 km/hr e tinha uma sofrida potência de apenas 50 cv. Levando em conta os modelos da Gurgel e seu fracasso no mercado, seus carros acabam entrando para a lista dos piores carros fabricados no Brasil.

Gurgel

17 - Citroën Xantia

Sempre ressaltamos aqui que a montadora francesa Citroën tem a tecnologia como um dos seus pontos fortes no mercado. Mesmo nas décadas passadas, o Xantia era um carro muito sofisticado para época, e até barato. Mas, o que o torna um dos piores carros fabricados no Brasil é sua manutenção difícil e curiosamente cara, deixava muitos condutores com dores de cabeça.

Citroën Xantia

16 - Chevrolet Blazer

O Chevrolet Blazer é uma proposta bem diferente do que estamos acostumados a ver da GM. Um dos principais motivos que o torna este modelo um dos piores carros fabricados no Brasil é seu baixo consumo de combustível e também o seu preço, que comparando a outros modelos do mesmo preço vale muito mais a pena pensar na concorrência.

Chevrolet Blazer

15 - Troller Pantanal

Este veículo é tão ruim que já passou por um dos piores recalls da história. -  Veja Os 21 piores recalls de carros da história - O Troller Pantanal foi lançado no Brasil em 2006 e teve sua produção ao fim em 2008 quando a Ford comprou a Troller. Em dois anos, foram vendidos apenas 77 unidades. Além de passar por um recall por causa de danos inadmissíveis com o veículo, ele tinha péssimas especificações. Por isso chegou ao fim e se tornou um dos piores carros fabricados no Brasil dos últimos tempos.

Troller Pantanal

14 - Hyundai Veloster

O Veloster, modelo esportivo da Hyundai, já sofreu fortes e severas críticas. O carro é bonito, de fato tem um belo acabamento externo, mas quando falamos em carro esportivo, é difícil pensar que seu motor tem 108 cavalos. Um motor inferior a muitos carros populares por aí, e mesmo sendo um carro chamativo, ele ainda é um dos piores carros fabricados no Brasil.

Hyundai Veloster

13 - Ford Mondeo 

O Mondeo foi uma ótima proposta da Ford, tinha chances de bater de frente com os principais concorrentes da época, como o Gol da Volkswagen, que ganhou a graça do povo. O Mondeo tinha recursos que o faziam ser um carro excelente, mas a Ford fixou o veículo em uma classe de compradores mais alta, encarecendo o carro e tentando encarar os fortes da época, como o GM Ômega. Mas o resultado foi um fracasso de vendas e o carro acabou entrando em extinção.

Ford Mondeo

12 - Kia Carnival

O Kia Carnival é uma porposta boa, mas não boa para o Brasil. O comprimento do veículo não é adequado para as vias nacionais, mas um dos principais pilares que fazem o Kia Carnival ser um dos piores carros fabricados no Brasil é seu custo geral, que é bem caro, e se uma peça quebrar, além da desvalorização imediata, o custo será muito alto, ácima do normal.

Kia Carnival

11 - Dodge Polara

Quando um assunto vai da boca de um a outro, uma vez chega a todos, e se o tema for algo negativo, as hipóteses de recuperar-se são praticamente nulas. E foi o que ocorreu com o pobre Dodge Polara no Brasil, o carro, lançado em 1976, tinha câmbio fraco, motor ruim, manutenção ineficiente e falha nos freios. O brasileiro não perdoa, uma vez que o povo negativou não tem como voltar atrás, durou pouco tempo até que a Chrysler se retirou do Brasil.

Dodge Polara
Dodge Polara

10 - Lada Laika

A proposta do Lada Laika era muito boa, mas não foi bem adaptada no Brasil. Passou por um mico nacional devido a não adaptação para o combustível de gasolina nacional, que tem 25% de álcool diluído. Outro fator que faz o Lada Laika ser um dos piores carros fabricados no Brasil era sua manutenção financeira muito alta, mesmo o carro sendo relativamente barato.

Lada Laika

9 - Fiat Brava

O Fiat Brava é um derivado do Marea, que tem uma péssima fama no mercado. O que justifica um dos motivos de ser um dos piores carros já fabricado no Brasil, que é a sua desvalorização devido a sua má fama com sua linhagem anterior. A suspensão também é outro fator que gera reclamações, motor fraco e dificuldades de encontrar peças, por isso é bem incomum ver um Brava nas vias nacionais hoje em dia.

Fiat Brava

8 - Daewoo Espero

Uma das primeiras marcas coreanas a tentar emplacar no mercado brasileiro foi a Daewoo, que tinha como principal proposta o veículo Espero. A concorrência era muito grande, com carros como Omega e Vectra, o resultado foi um fracasso nas vendas, se tornando um dos piores carros fabricados no Brasil.

Daewoo Espero

7 - Ford Courier

A Courier era uma proposta de picape muito boa da Ford, que era mais um Fiesta com caçamba. Bastante pequena para comportar pesos elevados, como as outras picapes fazem. Design pouco chamativo que atrapalharam nas vendas. A Courier teve grande fracasso e se tornou bem raro vê-la nas vias hoje em dia, tornou-se um dos piores carros fabricados no Brasil.

Ford Courier
Ford Courier

6 - Chevrolet Veraneio

Quando chegou no mercado brasileiro, os consumidores ficaram com o pé atrás, era uma SUV grande, robusta, boa para famílias e trabalhos pesados. Mas, o público que a Veraneio conquistou foi os militares, se tornando camburão e logo depois ambulância. Era bem difícil ver um consumidor comum com uma Veraneio, gradualmente ela foi sumindo e se tornou um dos piores carros fabricados no Brasil.

Chevrolet Veraneio

5 - Autolatina

Este é um dos poucos modelos que é uma parceria de duas montadoras. No caso, Ford e Volkswagen, que era para aumentar seu patamar e crescer a cima da concorrência. O Autolatina pegou fama de “carro-de-oficina” e o povo todo já via o modelo como uma piada. O que prejudicou a imagem da Volkswagen no Brasil, por isso se tornou um dos piores carros fabricados no Brasil.

Autolatina

4 - Peugeot Hoggar

É difícil competir no segmento de pequenas caminhonetes quando há Chevrolet Montana, Volkswagen Saveiro e Fiat Strada como líderes do mercado. A montadora francesa tentou emplacar neste segmento com o modelo Hoggar, com motor 1.4 que muitos diziam ser bastante fraco, consumindo muito combustível e não rendendo nem em estrada vazia. Normalmente estas caminhonetes pequenas servem para trabalho, mas o Peugeot Hoggar carregado piora ainda mais o seu desempenho. Consome mais do que o normal, que já é muito, deixando o condutor com muita dor de cabeça, por isso se tornou um dos piores carro já fabricados no Brasil.

Peugeot Hoggar

3 - Volkswagen Variant II

O Variant II não fez o sucesso que esperava com o público brasileiro, um dos piores carros já fabricados. Produzido pela Volkswagen, tinha um motor bem ruim e um desempenho péssimo, não era de se surpreender que no Brasil este veículo não teria grande reconhecimento, nem com o público geral, muito menos com as vendas, que foram um fracasso total.

Volkswagen Variant II

2 - Fiat Oggi

Em termos como de evolução, o Oggi ficou para trás e travou no tempo, se tornando um dos piores carros já produzidos no Brasil. O câmbio do veículo é uma das principais reclamações de donos ou ex-donos que já tiveram o Oggi. Também dizem que o barulho do escape é insuportável. O carro tem um comprimento interno muito ruim para quem tem uma família, por exemplo. Mesmo tendo uma economia razoável, o veículo tem um péssimo desempenho e desestabiliza qualquer condutor, causando grandes dores de cabeça para seu dono.

Fiat Oggi

1 - Volkswagen 1600 

A princípio, este veículo da Volkswagen rapidamente se tornou uma piada nacional ganhando o apelido de “zé do caixão”. Ainda mais, o Volkswagen 1600 não fez sucesso no Brasil e hoje se tornou um dos piores carros fabricados no Brasil. Sua mecânica é similar ao do fusca, com motor traseiro de 1.6 litro refrigerado a ar, com 50 cv e 11 kgfm associado ao câmbio manual de quatro marchas. Em suma, seu desempenho era terrível, se tornou somente mais uma figurinha do museu de carros que não deram certo no mercado nacional.

Volkswagen 1600

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