Artigos

3 tipos de financiamento diferentes para comprar seu carro

Conheça os 3 diferentes tipos de financiamento que existem hoje para que você possa comprar seu carro de maneira tranquila e adequada ao seu estilo

por

Murilo C.

Publicado em

ANÚNCIOS

Os diferentes tipos de financiamento para comprar um carro

Embora o brasileiro seja apaixonado por veículos, são poucas as pessoas que conseguem comprar um carro à vista, a maioria precisa buscar formas mais longas para enfim, colocar um carro na garagem, mas o que poucos sabem, é que hoje existem 3 diferentes tipos de financiamento que podem te ajudar a comprar um carro. 

Conteúdo Recomendado
Carros por assinatura

Conheça a modalidade de carro por assinatura

Saiba como fazer para conseguir um carro por assinatura e dirigir de maneira totalmente desapegada por aí!

Esses tipos, na verdade, se tratam de modalidades únicas e com características bem distintas.

Por serem tipos únicos, essas possibilidades se tornam mais ou menos adequadas com os diferentes perfis de compradores e consequentemente seus objetivos. 

Foi pensando em te informar e te ajudar na compra do seu carro, que resolvemos criar o artigo de hoje. 

Nossos especialistas vão detalhar pra você quais são os detalhes de cada um desses financiamentos para que você entenda qual opção é a melhor para você. 

Se você está em busca do seu carro, mas ainda não sabe qual caminho tomar para conseguir o seu veículo é simples:

Bora ler o artigo para descobrir! Vamos começar?

Os 3 tipos de financiamento diferentes para comprar um carro

Não existe um, nem dois, mas três tipos de financiamento de carros que podem ser utilizados na hora da compra. 

Cada um possui suas particularidades e peculiaridades um tanto quanto interessantes. 

Depois de muito estudo e pesquisa, nossos especialistas te mostram agora, os detalhes e como cada um deles funciona. 

Dá uma olhada:

Crédito Direto ao Consumidor (CDC)

Apelidado de CDC, o Crédito Direto ao Consumidor é uma das melhores opções entre os diferentes tipos de financiamentos para quem deseja comprar um carro. 

Ela é uma das formas mais conhecidas de comprar um automóvel. 

Nesse tipo de negócio, o comprador solicita um empréstimo - ou financiamento para um banco ou uma instituição financeira que concede o crédito no valor do carro. 

Nesse caso, em geral, é oferecido um valor de entrada e o restante é dividido em parcelas iguais, mas com uma taxa de juros. 

Enquanto esse tipo de financiamento durar, o carro fica como garantia de que o empréstimo será quitado. Ou seja, o veículo fica alienado! 

CDC é dos tipos de financiamento!

Em outras palavras: Você terá a posse do carro, mas ele não será seu de fato, até que o financiamento seja totalmente pago. 

Isso significa que você não poderá fazer nenhum tipo de negociação com o veículo até que a sua dívida esteja totalmente quitada. 

Além disso, é importante citarmos que, enquanto o contrato estiver ativo e o valor do financiamento não for quitado, o carro fica como garantia à instituição. 

Se você não pagar, o carro vai pra leilão para abater os prejuízos de quem ofereceu o crédito. 

Boa notícia: negociação direta com a instituição

A boa notícia dentro desse tipo de financiamento, não é preciso da presença de concessionária para que você coloque a mão no seu carro.

É importante reforçar a possibilidade de buscar taxas de juros mais favoráveis com a instituição, tornando o crédito ainda mais atrativo. 

Quanto menos juros e melhores forem as parcelas, melhor será o negócio para você!

Leasing

A nossa segunda opção entre os diferentes tipos de financiamento é o leasing!

Também é possível financiar um carro através do leasing, que na verdade é um processo diferente do CDC. 

No Leasing, o comprador paga um aluguel mensal por um prazo determinado para a empresa responsável por esse tipo de operação e o veículo fica no nome dela durante o processo de pagamento das parcelas. 

Quando todo o pagamento tiver sido concluído, a posse do carro é então passada para o nome do comprador. 

Leasing é opção interessante!

É importante dizer que essa posse do carro é passada sem nenhum tipo de cobrança ou custo além do que já foi pago ao longo do tempo. 

Nesse caso, assim como no CDC, você consegue fazer a negociação direto com a empresa especializada no leasing, sem a necessidade de intermediação da concessionária. 

As taxas de juros também são fixas e são definidas no momento da assinatura do contrato. 

No mercado, esse diferente tipo de financiamento também é conhecido como arrendamento mercantil. 

A exemplo do CDC, se o comprador deixa de fazer o pagamento das parcelas, a empresa também pode retomar o carro, mas de maneira mais eficiente.

No leasing, como o carro é comprado pelo banco e “alugado para ser comprado” por quem está pagando as parcelas, não é preciso toda a burocracia judicial. 

Consórcio

E a nossa terceira opção entre os três tipos de financiamento é o consórcio

Em um consórcio, um grupo de pessoas interessadas em adquirir um carro paga valores mensais para uma empresa, a administradora do consórcio. 

Todos os meses, ela realiza sorteios que têm como objetivo contemplar um cliente e fornecer uma carta de crédito. 

Embora muita gente não ache isso, o consórcio é, sim, um dos tipos de financiamento conhecidos no mercado, a exemplo do CDC. 

Muitos dizem que o consórcio não cobra juros, o que é verdade e parece ser uma opção atraente em um primeiro momento. 

É preciso ficar esperto no consórcio

Embora não cobre juros, as administradoras cobram uma taxa de administração e reajustes são feitos de tempos em tempos, o que garante que o seu poder de compra vai se manter, caso você só receba a contemplação no final do contrato. 

Esse é um ponto que precisa de bastante atenção. 

Nos dois outros tipos de financiamento que a gente te mostrou, o valor das parcelas é fixo, com base em uma taxa de juros pré-definida. 

No consórcio pode haver variações ao longo do contrato, já que o reajuste é feito com base no valor do carro registrado na Tabela Fipe. 

Consórcio é bacana, mas requer atenção!

E tem outro ponto: o consórcio é uma boa opção apenas se você não tiver pressa para ter o carro na garagem. 

A menos que tenha algum dinheiro guardado para oferecer como lance nos sorteios - e conseguir pegar a carta de crédito, existe a possibilidade de você ser contemplado tanto na primeira parcela como na última. 

De maneira prática, a duração do contrato do consórcio é de 36 meses e deve-se considerar a possibilidade de você ter o carro com você somente depois dos 3 anos. 

Ainda que você receba o valor corrigido, garantindo que ele seja suficiente para comprar o carro com as características que você deseja, o tempo de espera precisa ser levado em consideração.

E como escolher entre os diferentes tipos de financiamento?

Com vários tipos de financiamento disponíveis no mercado, você deve estar se questionando:

Como escolher entre essas opções?

Antes de mais nada, é preciso avaliar quais deles cabem dentro do seu orçamento. Assim, o primeiro ponto é encontrar uma parcela que caiba no seu bolso. 

Não esqueça que além do pagamento das parcelas mensais, você vai ter outros custos, como o seguro auto, os impostos como IPVA, combustível, gastos com manutenção, licenciamento e muitos outros. 

Além disso, a pressa para obter o carro e poder utilizá-lo é outro ponto que deve ser avaliado com calma. 

Se você quer fazer a compra para trabalhar com o carro, por exemplo, precisa fechar um contrato que já te dê a possibilidade de levar o veículo para casa. 

Nesse caso, o consórcio acaba sendo uma opção descartada. 

Nossa sugestão para você escolher é bastante simples:

Coloque todos os pontos na balança, pese os prós e contras de cada uma das modalidades que acabamos de te mostrar e veja qual delas pode ser a mais benéfica para o seu bolso e as suas necessidades. 

Simples assim!

Conclusão

Agora que você já conhece os três tipos de financiamentos diferentes para comprar seu carro é hora de sentar e avaliar tudo. 

Apenas depois de uma análise detalhada é que você vai conseguir definir qual é a melhor opção para você!

Agora se seu negócio é ter um caro, usá-lo, mas não quer se preocupar com IPVA, seguro auto e mais um monte de burocracias existe uma modalidade está crescendo no Brasil e no mundo:

São os carros por assinatura.

Você sabia que você pode conseguir um carro por assinatura diretamente com a montadora na concessionária?

Se interessou? Quer saber mais sobre essa modalidade? Então, faz o seguinte:

Clica aí embaixo e saiba como conseguir um carro por assinatura!

Conteúdo Recomendado
Carros por assinatura

Conheça a modalidade de carro por assinatura

Saiba como fazer para conseguir um carro por assinatura e dirigir de maneira totalmente desapegada por aí!

Murilo C.

Redator especialista em carros, se identifica com conteúdos relacionados a lançamentos e análises de veículos e acredita que compartilhar conhecimento na área ajuda todos a tomarem melhores decisões em busca do veículo ideal para cada tipo de perfil.

Listas

Nacionais que não fazem falta: Os 10 piores carros produzidos no Brasil

Conheça os piores carros produzidos no Brasil e evite-os a todo custo!

por

Murilo C.

Publicado em

| Atualizado em

Automóveis despertam uma paixão natural em muita gente e isso pode ser um problema, pois leva muita gente a pensar com a emoção e não com a razão. O fato de ser passional já fez muita gente comprar os piores carros produzidos no Brasil.

Embora passional, o consumidor brasileiro também é exigente. Uma matéria da revista Exame mostrou há anos que as montadoras se preparam para atender clientes cada vez mais exigentes. 

Piores carros produzidos no Brasil

Em tempos de crise muita gente pode acabar vendendo seu carro e comprando um carro usado como forma de manter as contas em dia, mas para isso alguns cuidados devem ser tomados. 

Como forma de refrescar a memória de muita gente e evitar trocas ruins, nós do Senhor Carros fizemos uma lista com aqueles que são os 10 piores carros nacionais já produzidos. 

Para saber quais são eles é só continuar a leitura do artigo de hoje!

Os 10 piores carros produzidos no Brasil

Conheça agora quais são os 10 piores carros produzidos no Brasil.

10. Fiat Marea

Sim! O Marea vai estar em toda lista de carros ruins. O modelo é uma unanimidade quando o assunto é carro problemático e infelizmente o modelo justifica essa horrorosa fama. 

A principal discrepância de qualidade é a necessidade de se tirar o motor por completo para para trocar uma simples correia dentada. Mas os problemas não param por aí.

Fiat Marea
Fiat Marea

Os modelos e versões do Marea tinham alguns erros inaceitáveis de projetos. Ou seja, a FIAT o tratava com um verdadeiro Frankenstein. 

Um exemplo clássico disso é o modelo 2005 que tinha um motor 2.4 de 160 cavalos e um câmbio automático de apenas 4 marchas. Além disso, o Marea é conhecido por explosões e fogo sob o capô. 

Sem sombra de dúvidas é um modelo que merece estar presente em nossa lista. 

9. Fiat Tipo

Na nona posição temos mais um veículo da montadora italiana que ficou famoso pela sua má qualidade. 

Assim como o Marea o Tipo teve a imagem manchada por casos de incêndio. Um problema nas mangueiras do sistema hidráulico da direção, fazia com que um líquido inflamável fosse despejado no motor. 

O Resultado: Fogo! Já pensou estar dirigindo e o carro começar a pegar fogo? Não dá, né?

Fiat Tipo
Fiat Tipo

O Tipo foi lançado em 1988 e até 1991 contava com uma série de opções de motor e potência. Teve até modelo movido a diesel. 

Em 1993 o Tipo passou por uma renovação e ganhou até mesmo uma versão com três portas (muito antes do Veloster). Em 1994 o modelo recebeu melhorias de segurança, até sair de linha em 1995, sendo substituído pelo Bravo. 

Até hoje o Tipo é visto como um dos piores carros produzidos por aqui. Sendo assim você deve evitá-lo a todo custo.

8. Fiat Freemont

Não. Essa lista não tem apenas carros da Fiat. Mas o Freemont é mais um caso que precisa ser citado. Principalmente os modelos mais antigos. 

Embora seja um carro amplo e com bastante espaço sendo uma ótima opção para famílias é mais um exemplar dentre os piores carros brasileiros. 

Fiat Freemont
Fiat Freemont

Muito semelhante ao Dodge Journey quando lançado contava com uma opção de câmbio automático com apenas 4 marchas. Algo que acabava com seu desempenho e aumentava o já alto consumo de combustível.

Se você gosta muito do design e o espaço do Fiat Freemont é um atrativo para você nossa sugestão é que busque as versões mais novas que passaram por melhorias no câmbio, consumo e potência. 

Caso contrário as chances de você passar raiva e virar sócio dos postos de gasolina são grandes.

7. Troller Pantanal

Além de ruim, o Troller Pantanal é um desconhecido de muita gente por conta do seu baixo número de vendas. Apenas 77 unidades foram vendidas, uma verdadeira vergonha. 

Troller Pantanal
Troller Pantanal

O Modelo foi produzido durante os anos de 2006 e 2008 e passou por um recall pelo simples fato de que sua estrutura poderia se desfazer de uma hora para outra enquanto estivesse andando. 

Hoje os modelos são comercializados são vendidos a preços MUITO baratos, mas não caia em tentação. Se você se deparar com um Troller Pantanal à venda você só deve fugir. 

6. Hyundai Veloster

Aqui temos um exemplar que causou muita confusão e sofreu com críticas pesadas da mídia especializada na época em que ainda era vendido. 

O Veloster era bonito e contava com bom acabamento interno e externo. Porém era chamado pela montadora de esportivo. 

Hyundai Veloster
Hyundai Veloster

A Hyundai anunciou que o motor dispunha de 140 cavalos quando na verdade possuía “somente” 128. Muitos proprietários se sentiram lesados e processaram a montadora que precisou pagar multa por propaganda enganosa. 

A falta de potência do motor aliada ao escândalo fez o modelo se tornar um dos piores carros produzidos no Brasil. Afinal ninguém gosta de ser enganado.

5. Lada Laika

O Laika chegou ao Brasil no início da década de 1990 e tinha na confiabilidade mecânica o seu ponto alto. Além disso a tração traseira fazia do modelo uma opção interessante e divertida de dirigir.

Lada Laika
Lada Laika

Entretanto embora fosse produzido no Brasil o modelo foi desenvolvido com tecnologia para rodar com gasolina pura, assim como era na Rússia seu país de origem. Por aqui a gasolina era diluída com etanol e isso acabou com o desempenho do Laika. 

4. Peugeot Hoggar

A Peugeot Hoggar é outro exemplo crônico de carro ruim fabricado em solo nacional. 

A pequena picape foi produzida para brigar com Montana, Saveiro e Strada. Sendo as duas últimas líderes de no segmento. 

Peugeot Hoggar
Peugeot Hoggar

Sem nenhum tipo de experiência anterior no segmento de pequenas picapes a Hoggar se mostrou fraca e com alto consumo de combustível quando estava com a caçamba carregada. 

Além disso muitos exemplares sofrem um desgaste precoce na suspensão. O que aumenta os gastos dos proprietários com manutenção muito antes do considerado ideal. Por isso é um modelo com lugar cativo em nossa lista. 

3. Citroen Xantia

Muito do receio que os brasileiros possuem com os carros da Citroen é proveniente de tempos antigos e o Xantia tem sua parcela de culpa nisso. 

O Xantia era considerado um carro à frente do seu tempo quando foi produzido. Com uma ampla gama de itens de série até agradava em um primeiro momento. Mas se seus proprietários precisassem de mão de obra especializada estavam literalmente perdidos.

Citroen Xantia
Citroen Xantia

Com tecnologia alta para a época e com componentes sofisticados eram poucos o que sabiam mexer nos seus sistemas elétricos e hidráulicos. E isso fazia qualquer tipo de reparo se tornar uma fortuna! 

Além do mais seus motores eram fracos para época quando comparados aos concorrentes nacionais já consolidados como era o caso do Volkswagen e Chevrolet, por exemplo. 

2. Simca Chambord

A Simca era uma montadora francesa que produziu carros no Brasil entre as décadas de 50 e 60. 

A montadora quis trazer aos brasileiros veículos com linhas americanas e conseguiu! Pelo menos em teremos de visual. 

Simca Chambord
Simca Chambord

O Simca Chambord que ganhou até música era bonito e espaçoso mas não andava nada. O modelo que era pesado possuía sob o capô um motor V8 com míseros 80 cavalos que era insuficiente para empurrar nas ruas e estradas. 

Nos dias atuais até mesmo os colecionadores fogem do Simca Chambord e o consideram um dos piores carros já produzidos em terras nacionais 

1. Gurgel BR 800

E como não poderia faltar temos também o Gurgel. 

Lançado em 1987 o Gurgel BR 800 tinha uma proposta louvável: ser um modelo barato, popular e 100% nacional. 

Na época o objetivo era fazer com que o modelo não custasse mais de 3 mil dólares. Mas por conta de uma série de problemas fiscais o modelo acabou sendo lançado na média dos 7 mil dólares. 

Gurgel BR 800
Gurgel BR 800

Apelidado de feinho até hoje, o modelo rodava incríveis 25 km por litro, não tinha correias e dispunha de refrigeração à água. No entanto não deslanchou em vendas. 

Sua performance era ruim e seu preço ficou muito semelhante aos de concorrentes da época, como é o caso do Uno Mille. Assim, o BR 800 é considerado por muitos até hoje como um dos piores carros produzidos no Brasil. 

Conclusão

Agora queremos saber a sua opinião. Concorda ou discorda com a nossa lista? Deixe um comentário contando quais são os seus motivos. 

Depois de conhecer os piores carros produzidos no Brasil, que tal conhecer modelos raros produzidos aqui que você nem sabia que existiam? Para saber quais são eles é só clicar no botão abaixo.

Continuar Lendo

Em Alta