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Grana curta? Compre e venda seu carro na Volanty

Conheça a Volanty: Uma ótima alternativa para compra e venda de carros em tempos de grana curta!

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Murilo C.

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Fazer negócio com a Volanty é uma ótima ideia

Não é hoje que o mercado automotivo vem apresentando uma baixa procura por veículos 0 km por conta dos altos valores praticados. Assim, tem sido cada vez mais natural a busca por veículos usados e seminovos, e como forma de tornar esse tipo de operação ainda melhor, a Volanty se apresenta como uma ótima opção no quesito de rotatividade veicular, principalmente para quem tá com a grana curta. 

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vender seu carro na Volanty

Comprar e vender na Volanty

Comprar e vender na Volanty é garantia de economia e dinheiro no bolso. Saiba tudo!

Se você está procurando vender o seu veículo, ou comprar um exemplar seminovo que esteja em ótimo estado em termos de mecânica e conservação e confiança em termos de documentação, então a volanty é uma das melhores opções. 

Se você tá com a grana curta e precisa se livrar do seu carro e não quer queimá-lo, ou então se está buscando um carro usado ou seminovo e quer pagar um preço justo, precisa continuar a leitura do nosso artigo. 

Bora lá?

Conhecendo a Volanty

A Volanty é uma startup criada em 2017 com o intuito de transformar o mercado de compra e venda de carros. 

Os fundadores da plataforma - Maurício Feldman e Antonio Avellar, entenderam que o modelo de negócio do mercado automotivo precisava se reinventar. 

E foi justamente essa preocupação que fez com que os processos fossem revistos e digitalizados, reforçando a transparência e segurança nahora de comprar ou vender um carro. 

Agora por meio de uma plataforma digital, o cliente pode ter acesso a veículos já vistoriados dentro do padrão de qualidade Volanty. 

O serviço prestado pela empresa beneficia também o vendedor, afinal, a experiência que antes era longa e complexa, agora se tornou rápida e honesta.

Com um atendimento especializado, preço justo e garantia, a Volanty garante uma experiência única e benéfica em tempos de dinheiro curto. 

Empresa supre uma lacuna comum do mercado de veículos

A empresa é mais uma a entrar no ramo pela lacuna criada pelas montadoras, estacionamentos e concessionárias que muitas vezes pensam apenas em si próprios. 

Todo mundo conhece alguém que comprou um carro usado ou seminovo que apresentava algum tipo de problema, não é mesmo?

Da mesma forma que todo mundo conhece alguém, ou já passou pela necessidade de vender um carro e receber uma proposta totalmente injusta pelo veículo. 

Pois bem, na Volanty isso não acontece. 

Uma revolução na forma de vender seu carro

Conforme já citamos, a Volanty é uma startup funcional que possui duas promessas de vendas distintas: em 1 dia ou em até 30 dias. 

A operação funciona da seguinte forma:

Quem quer vender o seu veículo com a Volanty precisa apenas preencher um formulário direto no site ou por meio do app. 

Nesse formulário, são adicionadas informações como marca, ano, modelo e quilometragem.

Assim que o  veículo é aprovado nesse formulário, a empresa então faz um lance pelo automóvel e caso o valor seja aceito, o veículo passa então por um rigoroso processo de inspeção. 

Volanty é revolução na compra e venda de carros

Em seguida, a empresa investe em possíveis reparos e reprocessa o veículo, sendo possível oferecer garantia mecânica ao futuro comprador e com isso oferecer um carro usado ou seminovo em ótimo estado de conservação. 

Para quem está em busca de comprar um veículo seminovo ou usado, o acesso também pode ser feito via site ou então por meio do app, sendo possível escolher o veículo e ter acesso a diferentes maneiras de pagamento. 

Algoritmos em prol de um negócio justo para ambos os lados

Um dos segredos para que a Volanty mantenha uma maneira funcional e honesta de funcionamento é a manutenção de uma fintech dentro do modelo de negócio. 

Um sistema de algoritmos é capaz de avaliar o perfil do cliente e oferecer taxas competitivas para uma compra que seja funcional e segura. 

Os algoritmos usados pela startup ajudam desde a precificação até a definição de quais são os melhores termos de compra e venda para cada cliente, o que a torna uma das opções mais atrativas para comprar e vender veículos no Brasil. 

Hoje a Volanty possui sedes na cidade de São Paulo e Rio de Janeiro. 

Quais veículos podem ser vendidos para a Startup?

Você certamente deve estar se questionando: Todos os veículos podem ser vendidos para a startup?

Nossa resposta é: não! 

Hoje a Volanty compra apenas veículos que estejam em boas condições de uso e como citamos anteriormente, todos os carros passam por um processo prévio de inspeção e certificação de qualidade. 

A startup compra carros que foram fabricados a partir de 2011 e que tenham menos de 90 mil quilômetros rodados e que roda, ou rodou, cerca de 20 mil por ano. 

No entanto, isso não é motivo de preocupação. 

Afinal, os especialistas da empresa sabem que todos os carros podem apresentar pequenos desgastes por conta do uso e isso é algo normal dentro dos critérios de avaliação. 

O mais importante na hora de colocar seu carro à venda é poder documentar detalhes do estado do carro para comunicar de maneira transparente tanto os vendedores, quanto os compradores. 

Carros blindados, do tipo PCD, veículos provenientes de leilão, com kit GNV instalado, que já rodaram como táxi, que sofreram colisões que tenham comprometido a sua estrutura com apontamento em laudo cautelar ou aqueles que foram recuperados de roubo ou furto, são aceitos pela empresa, mas apenas para a modalidade de troca por veículos que estão sendo vendidos pela empresa. 

Quem são os avaliadores?

Como já mostramos, a Volanty preza pela qualidade dos veículos vendidos. Dessa maneira, os fundadores são rigorosos com a procedência dos carros que são comprados e consequentemente vendidos na plataforma. 

Os avaliadores são mecânicos especialistas que trabalham na empresa e possuem treinamento e certificações técnicas, além de anos de experiência no ramo. 

Como é feito o processo de avaliação do carro?

Na avaliação presencial são verificados: motor, câmbio, embreagem, suspensão, pneus, estrutura, estado de conservação interna e externa e histórico do veículo. 

A partir dessa avaliação, a Volanty confirma se o carro está dentro dos seus critérios de qualidade e, caso esteja, formaliza uma proposta final de valor pelo veículo.

Compras e vendas justas são marcas registradas da Volanty

Aceitando a proposta, o veículo fica na loja da Volanty e é solicitado um laudo cautelar por empresa terceirizada, certificada pelo INMETRO. 

No laudo serão analisados a estrutura veicular, histórico de leilão e restrições administrativas e financeiras. O resultado do laudo sai em um dia útil e, se for aprovado, a startup, dá então, continuidade no processo de venda.

Para fazer a avaliação é preciso levar:

  • Original do documento de licenciamento anual (CRLV);
  • Chave reserva;
  • Manual do carro;
  • CNH ou documento de identidade.

É importante não esquecer de retirar os pertences pessoais do carro. 

Caso ele seja aprovado na avaliação e você aceita a proposta da empresa, ele já deve ficar na loja para ser vendido no futuro próximo. 

O CRV - Documento de propriedade do veículo não precisa ser apresentado no momento da avaliação, mas precisará ser entregue preenchido e com firma reconhecida por autenticidade em cartório em até 2 dias úteis após a aprovação do laudo cautelar caso a venda seja realmente concretizada. 

Na opção “Vendemos por você” (modelo de consignação), o CRV deve ser entregue preenchido e com firma reconhecida por autenticidade após a venda do veículo.

Como é definido o valor a ser pago pelo veículo?

A Volanty desenvolveu uma calculadora inteligente que conta com um algoritmo que é diariamente alimentado por preços de classificados, valores e tendências do mercado de veículos seminovos. 

Ao colocar seu carro para venda, será antes de tudo informar marca, modelo, quilometragem e ano do veículo para receber uma estimativa do valor que poderá ser oferecido por ele. 

No entanto, o valor final da proposta só é confirmado na avaliação presencial que é feita pelos nossos especialistas técnicos, em uma das nossas lojas.

Na avaliação presencial são verificados: 

  • Motor;
  • Câmbio;
  • Embreagem;
  • Suspensão;
  • Estrutura;
  • Estado de conservação interna e externa do veículo. 

Então, a partir dessa avaliação, a Volanty confirma se o carro está dentro dos seus critérios de qualidade e, caso esteja, formaliza uma proposta final de valor pelo veículo.

Conclusão

Agora que você já conhece a empresa e sabe como é a sua forma de funcionamento, deve estar pensando: Quais são os passos para comprar e vender meu carro na Volanty?

Não se preocupe! 

Para te ajudar nessa questão, preparamos um conteúdo mais do que especial para te ajudar nessas duas questões. Para acessar, é só clicar abaixo!

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Comprar e vender na Volanty

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Redator especialista em carros, se identifica com conteúdos relacionados a lançamentos e análises de veículos e acredita que compartilhar conhecimento na área ajuda todos a tomarem melhores decisões em busca do veículo ideal para cada tipo de perfil.

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Conheça os 15 piores carros para revenda no Brasil

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Murilo C.

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| Atualizado em

Os piores carros para revenda no Brasil

Você sabia que existem aqueles que são considerados os piores carros para revenda no Brasil? Pois bem, existem muitas questões que devem ser levadas em consideração na hora de comprar um carro. Embora seja desaconselhado, ainda é grande o número de pessoas que compram um veículo levando em conta puramente o “gostar” do modelo, sem se preocupar com nenhum outro tipo de informação. 

Há uma série de aspectos que precisam ser pensadas e até mesmo repensadas antes de comprar qualquer modelo de carro. Índice de roubos, valor de seguro, preço de manutenções, períodos de garantia oferecidos pelo fabricante, consumo de combustível e um dos mais importantes de todos: Valor de revenda. 

Muitos negócios vivem e sobrevivem puramente da compra e revenda de carros. Se você possui uma revenda de veículos, o artigo de hoje foi produzido especialmente para você, pois vamos mostrar os piores carros para revenda no Brasil. Nossa sugestão é simples: Leia o conteúdo até o fim, e saiba quais modelos evitar. 

Os piores carros para revenda no Brasil

Confira agora, quais são os piores carros para revenda no Brasil

15. EcoSport 1.0 

O Ford EcoSport foi lançado no ano de 2003 e em seu ano de estreia vendeu pouco mais de 12 mil unidades. O modelo de lançamento contava com três opções de motor: 1.0 de 8v supercharger; 1.6 de 8v e 2.0 com 16v.

Durante oito anos, o modelo passou por renovações e mudanças, ganhando diferentes tipos de acessórios, novas versões e como não poderia deixar de ser, a retirada da motorização 1.0 que não agradou. 

O EcoSport 1.0 foi reprovado pelos clientes e também pela mídia especializada, por conta de seu fraco desempenho e consequentemente alto consumo. Hoje ele é encontrado em sites de venda por valores que podem variar entre R$ 15 mil a R$ 20 mil. Sem sombra de dúvidas, um dos piores carros para revenda no Brasil.

EcoSport 1.0
EcoSport 1.0

14. Mercedes Classe A

O Mercedes Classe A foi apresentado pela primeira vez no ano de 1997 no Salão de Genebra, na Suíça. No Brasil, o modelo foi lançado apenas em 1999 e teve produção até o ano de 2005.

No início, o classe A alcançou bons números de vendas. Porém, o aumento do dólar na época, acabou interferindo negativamente em suas vendas que começaram a cair ano a anualmente. Em 2005, ano de encerramento de produção, foram vendidos somente 3.499 unidades. 

O alto valor de manutenção e peças, aliado à perda de credibilidade do modelo, faz com que ele possa ser encontrado por preços que variam entre R$ 9 mil e R$ 20 mil, sendo considerado um dos piores carros para revenda no Brasil.

Mercedes Classe A
Mercedes Classe A

13. Volkswagen Polo 1.0 

Em seu lançamento no ano de 2003, a Volkswagen achou ser uma boa ideia equipar o modelo com um motor 1.0 de 16 válvulas com 79 cavalos de potência. Na época, o modelo era considerado um popular de luxo, custando cerca de R$ 26 mil. 

Entretanto, a pouca potência não agradou em nada o consumidor brasileiro, fazendo com que a montadora alemã encerrasse sua produção no mesmo ano. Dessa maneira, é totalmente compreensível que o modelo faça parte da lista dos piores carros para revenda no Brasil, não é mesmo?

Hoje, o Polo 1.0 pode ser encontrado na faixa de R$ 10 mil a R$ 13 mil. 

Volkswagen Polo
Volkswagen Polo 1.0

12. Fiat Marea 

Certamente, você já esperava encontrar o Fiat Marea na lista dos piores carros para revenda no Brasil, não é mesmo? Além de ser considerado um dos piores carros já vendidos, ele também é muito difícil de ser revendido. 

O Modelo foi lançado com um motor 2.0 com 20 válvulas e 142 cavalos de potência e contava com um torque máximo de 18,1 kgfm. Em seguida, a Fiat lançou a versão SX, com o mesmo motor, porém sem o variador de comando e com “apenas” 127 cv. 

Embora tenha ficado por muito tempo no segmento de médios da montadora italiana, a dificuldade de manutenção, ausência de tecnologias e episódios de incêndios, fizeram suas vendas despencarem. Com isso, o modelo parou de ser produzido em 2007, dando lugar para a entrada do Linea e do Punto. 

Hoje é possível encontrar o Marea por valores que variam entre R$ 7mil e R$ 8,5 mil. Já os valores para a versão turbo, variam entre R$ 11 mil e R$ 15 mil. Mas é melhor manter distância. 

Fiat Marea
Fiat Marea

11. Fiat Doblô 

O Fiat Doblô é conhecido por seu amplo espaço e registro frequente de reclamações de seus proprietários. Embora seja considerado um carro de trabalho e não de passeio, o veículo da montadora possui uma série de fatores que justificam sua entrada na lista dos piores carros para revenda no Brasil.

Os principais pontos fracos do Doblô são: Isolamento acústico de baixa qualidade; Acabamento interno ruim; Baixo desempenho; Consumo de combustível elevado e Colunas dianteiras com muitos pontos cego.

Os valores são extremamente variáveis, levando em consideração, principalmente o ano de produção. Modelos produzidos em 2005 podem ser encontrados na faixa de R$ 20 mil, enquanto os modelos 2009 são comercializados na faixa dos R$ 75 mil.

Fiat Doblô
Fiat Doblô

10. Fiat Weekend

Considerada a última perua remanescente das levas mais antigas do Brasil, hoje especialistas automotivos consideram o modelo um carro ruim de revenda. O motivo: A Weekend pode estar com os dias contados.

No final de 2019, a Volkswagen já havia anunciado que a SpaceFox chegara ao fim da vida, por conta da baixa saída e a preferência do público por SUVs ser cada vez maior.

O principal ponto que chama atenção nessa questão é que as novas normas de segurança para 2020 podem deixar a produção do modelo inviável. Os novos itens são o sistema de fixação de cadeirinhas, o que demanda um alto investimento e esforço, além da obrigatoriedade de que os veículos saiam de fábrica com cintos de três pontos e encostos de cabeças para todos os ocupantes. Para um veículo que vendeu pouco mais de 2.500 unidades em 2019, esses investimentos podem ser vistos como inviáveis.

Hoje os valores da Fiat Weekend variam entre R$ 20 mil e R$ 79 mil, dependendo do ano e modelo. 

Fiat Weekend
Fiat Weekend

9. Jac T5

O SUV da Jac Motors não convenceu os consumidores brasileiros. Embora suas linhas sejam modernas, há quem diga que o T5 lembra modelos coreanos antigos, como o Hyundai ix35. 

Hoje seus valores são um pouco elevados ficando na faixa dos R$ 70 mil a R$ 80 mil. Cifras superiores às de seus concorrentes, como o Jeep Renegade e o Suzuki Jimmy que podem ser comprados por cerca de R$ 65 mil.

Dentre os pontos negativos que fazem o T5 ser um dos piores carros para revenda no Brasil estão a utilização de materiais de baixa qualidade para acabamento interno, suspensão rígida e má distribuição de componentes do painel. Há proprietários, inclusive que reclamam do forte odor de plástico. 

Os valores o Jac T5 variam entre R$ 44 mil e R$ 60 mil e tendem a ficar empacados por longos períodos em estacionamentos e revendas. 

Jac J5
Jac J5

8. Renault Symbol 

O Renault Symbol não apresentava problemas de projeto. Muito pelo contrário: Seus motores 1.6 com 8 e 16 válvulas equiparam muitos modelos da montadora francesa sem nenhum histórico de problema. 

Mas por que o modelo veio para na lista dos piores carros para revenda no Brasil? Você pode estar se perguntando. A resposta é simples: Sua concepção final. O modelo, era uma sedã baseado sob a antiga plataforma do Clio, já ultrapassada, com falta de espaço no banco interno e visual antiquado. 

Além disso, o “sedã” sofreu uma ferrenha concorrência interna da primeira geração do Logan, que era mais barato e espaçoso. Dessa forma, o Symbol teve vida curta, sendo produzido apenas entre 2009 e 2013. Essa rejeição do consumidor dificulta muito o processo de revenda do modelo, que pode ser encontrado por valores entre R$ 15 mil e R$ 22 mil. 

Renault Symbol
Renault Symbol

7. Ford Focus Sedan/Fastback

O Focus Sedã sempre teve bons atributos veiculares, mas nunca foi um sucesso de vendas. O modelo contou com três gerações no Brasil e todas foram ruins de mercado, com emplacamentos sempre registrando uma pequena fração em relação ao modelo Hatch, sempre teve espaço.

A suspensão independente nas quatro rodas sempre foi vista como um ponto positivo de estabilidade e suavidade. Além disso, com motorização sempre atual e potente o modelo tinha tudo para fazer sucesso. O seu fracasso no mercado é algo que intriga muitos especialistas do setor automotivo.

O design da traseira do sedã não ajudou muito tanto na primeira quanto na segunda geração. Na terceira e última safra, o problema era o câmbio automatizado powershift, que ganhou fama de mau funcionamento. Em 2015, a Ford reestilizou e mudou o nome do sedã de Focus para Fastback, mas nada adiantou e o modelo saiu de linha de vez em 2019.

A baixa adesão é o principal motivo que faz desse modelo um dos piores carros para revenda no Brasil. Os valores do modelo hoje ficam na faixa de R$ 22 mil até R$ 40 mil. 

Ford Focus Sedan FastBack
Ford Focus Sedan /Fastack

6. Jac J3

Aqui temos outro modelo da montadora chinesa que vem lutando e consequentemente sofrendo para agradar e conquistar o mercado brasileiro. 

No Brasil desde o ano de 2010 com diversos modelos, a linha “T” da montadora busca um novo posicionamento mercadológico. O Jac 3, concorria diretamente com com veículos como Renault Sandero, Chery Celer e o Lifan 320. Embora fosse bem equipado, contando com freios ABS, airbags, volante funcional e alguns acessórios de série, muitos reclamavam (e ainda reclamam) da baixa qualidade do acabamento, falta de peças de reposição e do preconceito por se tratar de uma marca chinesa. 

Por conta disso, o J3 figura hoje, entre os piores carros para revenda no Brasil, podendo ser encontrado por valores entre R$ 12 mil e R$ 15 mil.

Jac J3
Jac J3

5. Hyundai Elantra 

Diferentes gerações do Elantra foram importadas para o Brasil, entretanto, nenhuma delas fez sucesso. A última, inclusive, foi a que protagonizou maior fracasso. Quando chegou ao Brasil em 2011, a montadora viva uma momento de expansão, aliás o mercado nacional, ia de vento em popa e o segmento de sedãs médios estava particularmente aquecido.

Embora contasse com boa motorização, equipamentos de série e uma campanha publicitária massiva, o sedã nunca teve números expressivos de vendas. Há quem diga que o fracasso no mercado ocorreu por conta da alta competitividade da época, fazendo com que o modelo ganhasse o título de um dos sedãs mais rejeitados e por isso, um dos piores carros para revenda no Brasil.

Hoje os valores dos Hyundai Elantra variam entre R$ 40 mil e R$ 75 mil.

Hyundai Elantra
Hyundai Elantra

4. Fiat Linea 

Aqui temos outra estrela entre os piores carros para revenda no Brasil. Lançado no Brasil em 2008 e produzido até 2017, o Linea foi comercializado em uma série de versões, no entanto, seus números de vendas nunca foram positivos. Em outras palavras, o modelo nunca pegou por aqui.

Especialistas do setor automotivo divergem nos motivos, mas a causa mais aceita para o fracasso de vendas é que muitos acreditavam que o modelo poderia vir com os mesmos problemas apresentados pelos seus sucessor, o Fiat Marea. O resultado então, foi um baixo número de vendas e índices ainda piores de revenda. 

Hoje é possível encontrar um modelo por valores que variam entre R$ 23 mil e R$ 37 mil.

Fiat Linea
Fiat Linea

3. Peugeot 408

O Peugeot 408 ficou conhecido pelo seu visual ter sido utilizado na Stock Car durante as temporadas de 2007 a 2009. O modelo era bem equipado e confortável, mas tinha concorrentes de peso, como Citroen C4, Honda Civic e Toyota Corolla.

Para se manter no mercado, o 408 contava com freios ABS, faróis de neblina, ajuste do volante em profundidade, banco traseiro rebatível, porta-luvas climatizado e muitos outros itens de série. 

Com motorização poderosa, o sedã médio não foi páreo para seus concorrentes, principalmente os japoneses Civic e Corolla. Com vendas bem abaixo do esperado, o modelo saiu de linha em 2019, com fama ser um dos piores carros para revenda no Brasil.

Hoje é possível encontrar o Peugeot 208 por valores que variam entre R$ 24 mil e R$ 60 mil.

Peugeot 408

2. Citroen AirCross

Muitas pessoas acham que o AirCross saiu de linha dando lugar ao novo Citroen C4 Cactus, mas isso é um engano. O AirCross continua sendo fabricado na fábrica de Porto Real - RJ. Essa confusão é relativamente normal, afinal, as vendas do modelo nunca decolaram, colocando-o na lista de piores carros tanto para compra, quanto para revenda no Brasil. 

É muito complicado apontar somente um fator responsável pelas baixas vendas e revendas, mas muitas vezes a culpa recai sobre um projeto confuso que mescla diferentes segmentos em uma mesma coisa. Afinal, o AirCross não pode ser considerado um SUV ou então um monovolume.

Hoje é possível encontrar o veículo com valores que partem de R$ 26 mil até R$ 55 mil.

Citroen AirCross
Citroen AirCross

1. Chevrolet Agile 

O Chevrolet Agile é um dos poucos insucessos recentes da montadora, ficando longe das vendas de seus antecessores Corsa e Celta, por exemplo, que possuem grande aceitação no mercado de usados. 

Com pouco tempo de vida, tendo produção entre 2009 e 2013, os problemas começaram ainda na fase de projetos. Concebido durante a crise mundial de 2008, o modelo tinha uma série de restrições orçamentárias para seu desenvolvimento. 

Um ponto que chama a atenção de forma negativa é sua arquitetura ultrapassada, que impõe uma posição desconfortável ao motorista. Seu design nunca foi unanimidade, embora contasse com pontos positivos, tais como consumo de combustível e espaço no porta-malas, o modelo nunca decolou em vendas. 

Além disso, alguns modelos foram equipados com câmbio automatizado de uma embreagem, o famoso Easytronic, que são ainda mais rejeitados. Por isso, o Agile é considerado um dos piores carros para revenda no Brasil.

Hoje o Agile possui preços que variam entre R$ 19 mil e R$ 30 mil.

Chevrolet Agile
Chevrolet Agile

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