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Saiba quais são os carros híbridos mais econômicos do Brasil

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Murilo C.

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Modelos híbridos chamam atenção por seu alto teor de tecnologia embarcado, além, é claro, do seu baixo consumo de combustível – principalmente quando comparados a veículos movidos à combustão.

Mas você já parou para se questionar quais são os híbridos mais econômicos do Brasil? Provavelmente não, correto?

Híbridos mais econômicos do Brasil

Pensando em te mostrar os carros híbridos mais econômicos do Brasil, nós do Senhor Carros reunimos material (e horas de dedicação) para te trazer mais essa informação em primeira mão. Bora conferir?

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Conheça os híbridos mais econômicos do Brasil

Descubra agora em primeira mão quais são os híbridos mais econômicos do Brasil. 

5. Volvo XC40 T5 R-Design

O Volvo XC40 T5 R-Design teve uma surpreendente boa aceitação do brasileiro pois, nos seis primeiros meses de 2020, teve mais de mil unidades emplacadas por aqui – um sinal de que deve continuar a se destacar no mercado de SUVs premium.

O sistema híbrido do XC40 T5 R-Design conta com dois motores. Um 1.5 turbo de 3 cilindros, capaz de entregar 180 cavalos, mais um motor elétrico de 82 cavalos. De maneira combinada, o SUV tem um poderoso torque de 43,3 kgfm que pode ser notado já em baixas rotações. 

Embora tenha ficado 133 kg mais pesado que seu antecessor, seu desempenho é praticamente o mesmo e a sensação de excesso de peso sequer é sentida. O modelo possui um ótimo arranque e boas retomadas. A diferença que mais chama atenção é a ausência de ruídos. 

Motoristas mais atentos sentirão uma pequena mudança nos freios, que podem ser ajustados para oferecer frenagens mais dinâmicas, capazes, assim, de absorver energia de maneira otimizada, recarregando a bateria de forma mais intensa. 

Volvo XC40
Volvo XC40 T5 R-Design

Outra grande mudança está na transmissão de 7 velocidades com embreagem dupla e sistema de conversão de torque, que proporciona trocas mais rápidas e melhor entrega de torque e potência, além de ser mais leve, como forma de compensar o peso extra do modelo.

Dito isso, agora  vamos ao que interessa: O consumo!

O Volvo XC40 T5 R-Design tem consumo de 22,6 km/L combinando cidade e estrada. 

4. BMW 330e M Sport

O BMW 330e M Sport é o quarto colocado na nossa lista dos híbridos mais econômicos do Brasil.

O sedan alemão traz sob o capô o mesmo motor a combustão do 320i, um 2.0 de 184 cavalos que se combina a um motor elétrico de 70 cavalos.

Entretanto, o híbrido traz um segredo um tanto quando bacana:

Um modo esportivo de condução com uma função batizada de XtrBoost, capaz de elevar a potência para 292 cavalos. 

Algo interessante sobre  o modelo é que suas baterias foram colocadas próximas às suspensões traseiras, como forma de equilibrar o peso, fazendo com que o modelo esteja sempre equilibrado, seja para andar em retas ou em curvas. 

BMW 330e M Sport
BMW 330e M Sport

Agora, vamos falar de consumo. A média combinada de consumo, em estrada e cidade do BMW 330e M é de 25,6 km/L.

3. Porsche Panamera 4 E-Hybrid

Com a medalha de bronze entre os híbridos mais econômicos do Brasil, está o Porsche Panamera 4 E-Hybrid. 

O Panamera 4 e-Hybrid possui uma receita única que une alto desempenho com um consumo de fazer inveja a qualquer modelo compacto que foi produzido para ser econômico. 

O modelo é equipado com um motor 2.9 Vb biturbo de nada mais do que 330 cavalos, mais um motor elétrico capaz de gerar 136 cavalos. Juntos, eles garantem uma potência de 436 cavalos junto a um torque de 71,4 kgfm.

Isso permite que o Panamera 4 E-Hybrid seja capaz de andar na pista com o mesmo fôlego de carros de corrida movidos somente à combustão. 

Porsche Panamera 4 E-Hybrid
Porsche Panamera 4 E-Hybrid

De acordo com a montadora, o modelo vai de 0 a 100 km/h em 4,6 segundos e atinge velocidade máxima de 278 km/h. Tudo isso com um consumo de gasolina pífio. Segundo a Porsche, a média combinada do Panamera 4 E-Hybrid é de 28 km/L. Surreal, não acha?

2. Volvo XC60 T8 Inscription

Na segunda posição dos híbridos mais econômicos do Brasil temos o famoso Volvo XC60 T8 Inscription, que a exemplo dos modelos anteriores também possui duas combinações de motor, um a combustão e outro elétrico. 

O motor à combustão é um 2.0 da famosa e conhecida família T5 da marca, movido a gasolina, com turbocompressor, injeção direta de combustível, duplo comando de válvulas no cabeçote, quatro cilindros e componentes em alumínio.

Essa unidade é capaz de desenvolver 254 cavalos e é movida com uma transmissão automática de 8 velocidades com sistema de tração AWD nas quatro rodas. 

Já o motor elétrico do XC60 T8 Inscription possui 155 cavalos, fazendo com que ambos, quando unidos, entreguem 407 cavalos de potência.

O propulsor pode atuar como um gerador de energia para recarga das baterias, que também podem ser alimentadas por uma tomada de 220 volts e carregador de 16 amperes, com uma recarga de apenas três horas. 

Volvo XC60 T8 Inscription
Volvo XC60 T8 Inscription

Como forma de fomentar a compra do modelo, a Volvo fez uma parceria com o Grupo Pão de Açúcar e com os shoppings da rede Iguatemi em todo o Brasil para instalar 250 pontos de carga por todo o país.

A marca vai ainda oferecer recarregadores para que os clientes possam instalar em suas casas. De acordo com a montadora o consumo combinado é de 34,5 km/L.

1. Golf GTE

Quando falamos de um Golf com mais de 200 cavalos de potência o que você logo pensa? Um GTI, certo? Neste caso, estamos falando do nosso campeão entre os híbridos mais econômicos do Brasil: O Golf GTE.

O primeiro híbrido da Volkswagen a chegar no Brasil, o Golf GTE conta com um motor 1.4 TSI de 150 cavalos movido a gasolina e um motor adicional elétrico de 102 cavalos de potência associado a uma bateria de 8,8 kwH.

Apenas para efeito de curiosidade, é possível, inclusive, rodar somente no modo 100% elétrico por até 50 quilômetros. 

O modelo opera ao todo com embreagem tripla. Uma acoplada ao motor elétrico e duas diretamente conectadas ao motor a combustão.

Ele pesa ao todo 1.542kg, sendo 120 kg apenas da bateria, e atinge os 100 km/h em pouco mais de sete segundos. 

O Golf GTE possui diferentes modos de condução. São eles:

E-Mode, Hybrid Auto, Battery Hold, Battery Charge e GTE (que é o mais radical). 

Golf GTE
Golf GTE

O primeiro faz uso apenas de eletricidade do conjunto de baterias. Quando se escolhe esse modo, o único barulho que se ouve é dos pneus em atrito com o asfalto. Nesse modo é possível atingir até 130 km/h.

Ao selecionar o modo Hybrid Auto, os dois motores trabalham de maneira conjunta e se alternam de acordo com a situação de condução. A transição do motor a combustão para o elétrico é praticamente imperceptível, e o desempenho agrada pela suavidade das respostas, assim como sua eficiência. 

O modo de condução Battery Hold mantém o estado de carga da bateria, já o modo Battery Charge faz uso do motor a combustão para recarga durante os deslocamentos.

Por fim, o modo GTE é literalmente a cereja do bolo, transformando o híbrido em um verdadeiro esportivo capaz de agradar os puristas amantes da velocidade. 

De acordo com dados da Volkswagen, a média de consumo combinada do modelo é de até 41 km/L.

Depois de conhecer os híbridos mais econômicos do Brasil, que tal conhecer os modelos elétricos que vão chegar no Brasil em 2020?

Para descobrir quais são, é só clicar no botão abaixo e matar a sua curiosidade. Só tome cuidado para não tomar um choque! 

Redator especialista em carros, se identifica com conteúdos relacionados a lançamentos e análises de veículos e acredita que compartilhar conhecimento na área ajuda todos a tomarem melhores decisões em busca do veículo ideal para cada tipo de perfil.

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Nacionais que não fazem falta: Os 10 piores carros produzidos no Brasil

Conheça os piores carros produzidos no Brasil e evite-os a todo custo!

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Murilo C.

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Automóveis despertam uma paixão natural em muita gente e isso pode ser um problema, pois leva muita gente a pensar com a emoção e não com a razão. O fato de ser passional já fez muita gente comprar os piores carros produzidos no Brasil.

Embora passional, o consumidor brasileiro também é exigente. Uma matéria da revista Exame mostrou há anos que as montadoras se preparam para atender clientes cada vez mais exigentes. 

Piores carros produzidos no Brasil

Em tempos de crise muita gente pode acabar vendendo seu carro e comprando um carro usado como forma de manter as contas em dia, mas para isso alguns cuidados devem ser tomados. 

Como forma de refrescar a memória de muita gente e evitar trocas ruins, nós do Senhor Carros fizemos uma lista com aqueles que são os 10 piores carros nacionais já produzidos. 

Para saber quais são eles é só continuar a leitura do artigo de hoje!

Os 10 piores carros produzidos no Brasil

Conheça agora quais são os 10 piores carros produzidos no Brasil.

10. Fiat Marea

Sim! O Marea vai estar em toda lista de carros ruins. O modelo é uma unanimidade quando o assunto é carro problemático e infelizmente o modelo justifica essa horrorosa fama. 

A principal discrepância de qualidade é a necessidade de se tirar o motor por completo para para trocar uma simples correia dentada. Mas os problemas não param por aí.

Fiat Marea
Fiat Marea

Os modelos e versões do Marea tinham alguns erros inaceitáveis de projetos. Ou seja, a FIAT o tratava com um verdadeiro Frankenstein. 

Um exemplo clássico disso é o modelo 2005 que tinha um motor 2.4 de 160 cavalos e um câmbio automático de apenas 4 marchas. Além disso, o Marea é conhecido por explosões e fogo sob o capô. 

Sem sombra de dúvidas é um modelo que merece estar presente em nossa lista. 

9. Fiat Tipo

Na nona posição temos mais um veículo da montadora italiana que ficou famoso pela sua má qualidade. 

Assim como o Marea o Tipo teve a imagem manchada por casos de incêndio. Um problema nas mangueiras do sistema hidráulico da direção, fazia com que um líquido inflamável fosse despejado no motor. 

O Resultado: Fogo! Já pensou estar dirigindo e o carro começar a pegar fogo? Não dá, né?

Fiat Tipo
Fiat Tipo

O Tipo foi lançado em 1988 e até 1991 contava com uma série de opções de motor e potência. Teve até modelo movido a diesel. 

Em 1993 o Tipo passou por uma renovação e ganhou até mesmo uma versão com três portas (muito antes do Veloster). Em 1994 o modelo recebeu melhorias de segurança, até sair de linha em 1995, sendo substituído pelo Bravo. 

Até hoje o Tipo é visto como um dos piores carros produzidos por aqui. Sendo assim você deve evitá-lo a todo custo.

8. Fiat Freemont

Não. Essa lista não tem apenas carros da Fiat. Mas o Freemont é mais um caso que precisa ser citado. Principalmente os modelos mais antigos. 

Embora seja um carro amplo e com bastante espaço sendo uma ótima opção para famílias é mais um exemplar dentre os piores carros brasileiros. 

Fiat Freemont
Fiat Freemont

Muito semelhante ao Dodge Journey quando lançado contava com uma opção de câmbio automático com apenas 4 marchas. Algo que acabava com seu desempenho e aumentava o já alto consumo de combustível.

Se você gosta muito do design e o espaço do Fiat Freemont é um atrativo para você nossa sugestão é que busque as versões mais novas que passaram por melhorias no câmbio, consumo e potência. 

Caso contrário as chances de você passar raiva e virar sócio dos postos de gasolina são grandes.

7. Troller Pantanal

Além de ruim, o Troller Pantanal é um desconhecido de muita gente por conta do seu baixo número de vendas. Apenas 77 unidades foram vendidas, uma verdadeira vergonha. 

Troller Pantanal
Troller Pantanal

O Modelo foi produzido durante os anos de 2006 e 2008 e passou por um recall pelo simples fato de que sua estrutura poderia se desfazer de uma hora para outra enquanto estivesse andando. 

Hoje os modelos são comercializados são vendidos a preços MUITO baratos, mas não caia em tentação. Se você se deparar com um Troller Pantanal à venda você só deve fugir. 

6. Hyundai Veloster

Aqui temos um exemplar que causou muita confusão e sofreu com críticas pesadas da mídia especializada na época em que ainda era vendido. 

O Veloster era bonito e contava com bom acabamento interno e externo. Porém era chamado pela montadora de esportivo. 

Hyundai Veloster
Hyundai Veloster

A Hyundai anunciou que o motor dispunha de 140 cavalos quando na verdade possuía “somente” 128. Muitos proprietários se sentiram lesados e processaram a montadora que precisou pagar multa por propaganda enganosa. 

A falta de potência do motor aliada ao escândalo fez o modelo se tornar um dos piores carros produzidos no Brasil. Afinal ninguém gosta de ser enganado.

5. Lada Laika

O Laika chegou ao Brasil no início da década de 1990 e tinha na confiabilidade mecânica o seu ponto alto. Além disso a tração traseira fazia do modelo uma opção interessante e divertida de dirigir.

Lada Laika
Lada Laika

Entretanto embora fosse produzido no Brasil o modelo foi desenvolvido com tecnologia para rodar com gasolina pura, assim como era na Rússia seu país de origem. Por aqui a gasolina era diluída com etanol e isso acabou com o desempenho do Laika. 

4. Peugeot Hoggar

A Peugeot Hoggar é outro exemplo crônico de carro ruim fabricado em solo nacional. 

A pequena picape foi produzida para brigar com Montana, Saveiro e Strada. Sendo as duas últimas líderes de no segmento. 

Peugeot Hoggar
Peugeot Hoggar

Sem nenhum tipo de experiência anterior no segmento de pequenas picapes a Hoggar se mostrou fraca e com alto consumo de combustível quando estava com a caçamba carregada. 

Além disso muitos exemplares sofrem um desgaste precoce na suspensão. O que aumenta os gastos dos proprietários com manutenção muito antes do considerado ideal. Por isso é um modelo com lugar cativo em nossa lista. 

3. Citroen Xantia

Muito do receio que os brasileiros possuem com os carros da Citroen é proveniente de tempos antigos e o Xantia tem sua parcela de culpa nisso. 

O Xantia era considerado um carro à frente do seu tempo quando foi produzido. Com uma ampla gama de itens de série até agradava em um primeiro momento. Mas se seus proprietários precisassem de mão de obra especializada estavam literalmente perdidos.

Citroen Xantia
Citroen Xantia

Com tecnologia alta para a época e com componentes sofisticados eram poucos o que sabiam mexer nos seus sistemas elétricos e hidráulicos. E isso fazia qualquer tipo de reparo se tornar uma fortuna! 

Além do mais seus motores eram fracos para época quando comparados aos concorrentes nacionais já consolidados como era o caso do Volkswagen e Chevrolet, por exemplo. 

2. Simca Chambord

A Simca era uma montadora francesa que produziu carros no Brasil entre as décadas de 50 e 60. 

A montadora quis trazer aos brasileiros veículos com linhas americanas e conseguiu! Pelo menos em teremos de visual. 

Simca Chambord
Simca Chambord

O Simca Chambord que ganhou até música era bonito e espaçoso mas não andava nada. O modelo que era pesado possuía sob o capô um motor V8 com míseros 80 cavalos que era insuficiente para empurrar nas ruas e estradas. 

Nos dias atuais até mesmo os colecionadores fogem do Simca Chambord e o consideram um dos piores carros já produzidos em terras nacionais 

1. Gurgel BR 800

E como não poderia faltar temos também o Gurgel. 

Lançado em 1987 o Gurgel BR 800 tinha uma proposta louvável: ser um modelo barato, popular e 100% nacional. 

Na época o objetivo era fazer com que o modelo não custasse mais de 3 mil dólares. Mas por conta de uma série de problemas fiscais o modelo acabou sendo lançado na média dos 7 mil dólares. 

Gurgel BR 800
Gurgel BR 800

Apelidado de feinho até hoje, o modelo rodava incríveis 25 km por litro, não tinha correias e dispunha de refrigeração à água. No entanto não deslanchou em vendas. 

Sua performance era ruim e seu preço ficou muito semelhante aos de concorrentes da época, como é o caso do Uno Mille. Assim, o BR 800 é considerado por muitos até hoje como um dos piores carros produzidos no Brasil. 

Conclusão

Agora queremos saber a sua opinião. Concorda ou discorda com a nossa lista? Deixe um comentário contando quais são os seus motivos. 

Depois de conhecer os piores carros produzidos no Brasil, que tal conhecer modelos raros produzidos aqui que você nem sabia que existiam? Para saber quais são eles é só clicar no botão abaixo.

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