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15 carros que ganharam apelidos que duram até hoje

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Murilo C.

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Carros que ganharam apelidos

O Brasileiro é conhecido mundialmente por seu senso de humor e principalmente por sua criatividade. Além disso, algo cultural por aqui são os apelidos. Amigos e parentes sempre são apelidados, e dessa cultura brasileira nem mesmo os carros escaparam. Embora os mais novos não saibam, existem muitos carros que ganharam apelidos. 

Trazendo à tona toda a nostalgia dos modelos antigos, nós de senhor carros separamos os carros que ganharam apelidos por aqui. Será que você consegue se lembrar deles? Ou melhor ainda, será que você já teve algum carro que ficou famoso por conta de seu apelido?

A resposta para esses questionamentos está logo a seguir! Confira a lista dos automóveis que foram apelidados ao longo dos anos. 

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15 Carros que ganharam apelidos

A lista de carros que ganharam apelidos é relativamente grande, por isso, optamos por reunir aqueles que são mais famosos. Bora conferir?

15. Hyundai Veloster: Devagoster

Quando lançado no mercado, no ano de 2011, a Hyundai anunciou que o Veloster tinha potência de 140 cavalos, quando na verdade, o modelo continha “apenas” 128 cavalos. A montadora, representada pela CAOA, teve que assinar um termo de ajuste de conduta e teve que pagar multa de mais de R$ 1,5 milhão na época por propaganda enganosa. 

Veloster
Hyundai Veloster foi apelidado de Devagoster

Teve até caso de consumidor que ganhou ação individual alegando que foi enganado pela propaganda considerada enganoso. O humor do brasileiro não deixou barato e tratou de apelidar rapidamente o modelo como “Devagoster”, por conta de sua potência menor do que a anunciada. 

14. Fiat 147: Cachacinha

O Fiat 147 de 1979 é mais um na nossa lista de carros que ganharam apelidos. O modelo em questão era chamado de Cachacinha devido ao cheiro de álcool – combustível da época derivado da cana de açúcar que saía do escapamento. 

147
Fiat 147 movido à álcool: O cachacinha

O etanol utilizado como combustível na época foi a solução brasileira para a crise do petróleo que assolou o país no início da década de 70. Na ocasião, a Fiat optou por utilizar um motor 1.3 do qual conseguiu extrair nada mais do que 62 cavalos, cerca de 10 a mais do que o modelo movido à gasolina. Uma verdadeira façanha automotiva para época. 

13. Ford Ecosport: Nhecosport

A primeira geração do Ecosport ficou famosa e foi duramente criticada por conta de falhas de projeto e principalmente de acabamento. Muitos erros foram corrigidos na primeira reestilização e no segundo ano de vida do modelo, entretanto a fama permaneceu. 

Ecosport
Ecosport foi chamado de Nhecosport em seu lançamento

O painel fazia barulhos estranhos, os vãos desproporcionais entre as partes da carroceria e os barulho que faziam o rodar, renderam ao primeiro EcoSport o apelido de NhecoSport.

12. Kombi: Pão pullman

Que nunca andou de Kombi? Produzia por mais de meio século aqui no Brasil, o utilitário ganhou um apelido totalmente compatível com seu visual: pão pullman, ou seja, o famoso pão de forma. Isso por conta do formato de sua carroceria ser muito parecido com um pacote de pão de forma. O apelido foi dado logo nos primórdios do surgimento do veículo por aqui, por isso, os mais jovens podem não se lembrar. 

Kombi
A aposentada Kombi, também chamada de pão pullman

11. Volkswagen 1600: Zé do Caixão

No final da década de 1960 a Volkswagen tentou inovar no design e deu adeus ao estilo clássico dos modelos da época, para fazer algo mais futurista, com linhas retas e que aproveitasse melhor o espaço interno, mas sem deixar de lado a mecânica boxer à ar comprimido, mas com aprimoramentos. Nasceu então, o 1600.

1600
O famoso Volkswagen 1600 “Zé do caixão”

No que diz respeito ao aproveitamento do espaço interno, não há comparação aos modelos anteriores, mas o restante não foi muito bem aceito pelo público. As linhas retas do modelo fizeram com que muita gente visse no 1600 um caixão, de maneira literal. Como na época o ator de filmes de terror José Mojica Marins – popularmente conhecido como Zé do Caixão estava em alta, o modelo logo foi apelidado de Zé do Caixão.

10. Simca Chambord: Belo Antônio

O famoso Simca Chambord (que ganhou até música) é mais dos carros que ganharam apelidos. No caso, o Simca era “carinhosamente” chamado de Belo Antônio. 

Simca
Simca ganhou apelido e música

O apelido era proveniente de um personagem de um filme popular na década de 60, onde o belo Antônio era um sujeito popular entre as mulheres mas sofria com impotência sexual, um problema de saúde sem solução na época. A comparação com o sedã se estabelecia em sua beleza, mas que contava com um motor fraco, que dispunha de torque insuficiente para empurrar a pesada lataria ostentada pelo modelo.

9. Renault Dauphine: Leite glória

Embora tivesse um visual bonito, o modelo francês não caiu nas graças do brasileiro e hoje é lembrado por conta de seu apelido jocoso: Leite glória. Essa marca de leite em pó tinha como slogan: “Desmancha sem bater”, uma vez que seus flocos se soltavam com facilidade. 

Dauphine
O frágil Renault Dauphine: Leite glória

O Renault Dauphine tinha uma péssima qualidade em termos de chassis e carroceria, com seus componentes ficando desalinhados após pouco tempo uso, o que fazia extremo barulho ao rodar. O mesmo acontecia com a mecânica, muito frágil. Dessa maneira, por conta da baixa confiabilidade e “quebra-quebra”, o Dauphine ganhou o apelido de leite glória, pois desmanchava sem bater. 

8. Volkswagen Gol: Batedeira

Como muitos sabem, a primeira versão do Gol foi lançada em 1980 com o objetivo de substituir o Fusca, mas com a mecânica refrigerada a ar, como todos os modelos da montadora da época, exceto o Passat. 

Gol batedeira
Gol ganhou o apelido de batedeira tardiamente

O Gol manteve os motores a ar até 1983, quando modelos com motores arrefecidos a água com funcionamento mais linear e suave. Por conta dessa nova forma de funcionar, os modelos com motores boxers,que eram arrefecidos a ar, ganharam o apelido de batedeira por conta de seus ruídos. 

7. Chevrolet Monza: Tubarão

Depois da febre das linhas retas e geométricas, populares no início da década de 80, as formas arredondadas se tornaram referências e consequentemente preferência, tanto que em 1991 um carro ficou muito famoso por conta de seu desempenho e de seu apelido: O Monza tubarão.

Tubarão
O famoso Monza Tubarão

O modelo que teve uma sobrevida entre 1991 e 1996 possui amantes e entusiastas até hoje e realmente deixa saudades. Na época o modelo quadrado e antigo fora renovado e sua dianteira ganhou um formato em cunha, o que lembrava o nariz de um tubarão, daí veio o seu apelido. 

6. Fiat Uno: Botinha ortopédica

Aqui temos mais um exemplo clássico dentre os carros que ganharam apelidos. No início da década de 70, o aproveitamento pelo espaço interno voltou a ser uma obsessão das montadoras, principalmente em carros compactos. Uma das soluções mais comuns, principalmente nos veículos de origem italiana e francesa era o posicionamento dos assentos na posição vertical, como se seus ocupantes estivessem sentados em uma cadeira. 

Bota ortopédica
Fiat Uno, a botinha ortopédica

Por conta da posição alta e ereta, totalmente contrária aos “conhecidos” assentos baixos e deitados, junto ao formato da carroceria, totalmente reta, o Fiat Uno ganhou o apelido de bota ortopédica, uma imposição muito comum dos ortopedistas às crianças dos anos 80, com o intuito de melhorar a postura dos pequenos. 

5. Ford Escort: Sapão

A terceira geração do Escort, lançada no início da década de 90 também seguiu formas arredondadas. Sua versão mais “envenenada” foi a Cosworth, que era desenvolvida pela divisão de alta performance da montadora. A versão continha apêndices aerodinâmicos com o intuito de se obter ótima performance. 

Sapão escort
Ford Escort, o primeiro sapão!

Entretanto, dois ressaltos no capô do modelo, lembravam olhos de sapo, daí, veio a origem do apelido: Sapão. Que dura até os dias de hoje. 

4. Volkswagen Fusca: Itamar

Com o crescimento de vendas e o grande sucesso do Gol, a Volkswagen decidiu apostar na paralisação da produção do Fusca em 1996. Entretanto, em 1992, ao assumir a presidência após impeachment de Fernando Collor, Itamar Franco, com o interesse em fomentar a produção de veículos populares mais acessíveis, pediu para que a volkswagen relançasse o Fusca em uma versão mais barata, para que os brasileiros pudessem comprar um carro 0km.

Itamar
O famoso fusca Itamar

No final de 1993 então, o Fusca foi relançado, com motor 1600, pára-choques da cor da carroceria e acabamento refinado. O modelo recebeu então o apelido de Fusca Itamar. Ao contrário do esperado, o “Itamar” não conseguiu ser tão mais barato do que o Gol, fazendo com que suas vendas não fossem tão expressivas, o que colaborou para que o modelo saísse de linha em 1996 para não voltar mais. 

3. Volkswagen Gol: Bolinha

A segunda geração do Gol, foi lançada no ano de 1994 e seguiu a tendência arredondada. Totalmente diferente de seu antecessor, o gol “quadrado” rapidamente o modelo passou a ser chamado de Gol bolinha ou simplesmente gol bola. Embora a marca tenha insistido para que o público chamasse o modelo de geração II o apelido popular prevalece e ainda é utilizado até os dias atuais. 

Bolinha
Gol GII é chamado de Gol bolinha até hoje

2. Toyota Corolla: Brad Pitt

A nona geração do Toyota Corolla, lançada em 2002, mas já como modelo 2003, foi vendida até 2008 e foi carinhosamente apelidada de Brad Pitt pelo fato que o garoto propaganda foi o próprio ator Hollywood. 

Brad Pitt
Toyota Corolla usou Brad Pitt como garoto propaganda

Importante destacar que o modelo foi um sucesso de vendas no mundo todo e comercializados em diferentes mercados automotivos, como na América do Sul, África e Ásia, por exemplo. 

1. Volkswagen Golf: Sapão

Embora tenha o mesmo apelido do Ford Escort, a quarta geração do Golf recebeu o apelido de sapão por motivos ainda mais óbvios: Os faróis mais redondos do que o comum eram muito parecidos com os olhos de um sapo. Depois do seu lançamento foi apenas questão de tempo para que o apelido pegasse. A exemplo do que ocorre com o gol bolinha, os modelos da quarta geração do Golf são chamados até hoje de sapão.

Golf Sapão
Golf foi o segundo a ser chamado de sapão

Na sua opinião faltou algum carro que ganhou apelido? Se sim, deixe um comentário contando pra gente qual o foi o modelo que não foi citado. Nós do Senhor Carros sempre ouvimos o que nossos leitores têm a dizer ;). 

Tão legal quando a lista dos carros que ganharam apelidos, é uma lista com aqueles que são considerados os carros da década. Que tal descobrir quais são os modelos que mais se destacaram e são considerados os mais importantes dos últimos 10 anos? Para isso, é só clicar no botão a seguir! 

Murilo C.

Redator especialista em carros, se identifica com conteúdos relacionados a lançamentos e análises de veículos e acredita que compartilhar conhecimento na área ajuda todos a tomarem melhores decisões em busca do veículo ideal para cada tipo de perfil.

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Nacionais que não fazem falta: Os 10 piores carros produzidos no Brasil

Conheça os piores carros produzidos no Brasil e evite-os a todo custo!

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Murilo C.

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Automóveis despertam uma paixão natural em muita gente e isso pode ser um problema, pois leva muita gente a pensar com a emoção e não com a razão. O fato de ser passional já fez muita gente comprar os piores carros produzidos no Brasil.

Embora passional, o consumidor brasileiro também é exigente. Uma matéria da revista Exame mostrou há anos que as montadoras se preparam para atender clientes cada vez mais exigentes. 

Piores carros produzidos no Brasil

Em tempos de crise muita gente pode acabar vendendo seu carro e comprando um carro usado como forma de manter as contas em dia, mas para isso alguns cuidados devem ser tomados. 

Como forma de refrescar a memória de muita gente e evitar trocas ruins, nós do Senhor Carros fizemos uma lista com aqueles que são os 10 piores carros nacionais já produzidos. 

Para saber quais são eles é só continuar a leitura do artigo de hoje!

Os 10 piores carros produzidos no Brasil

Conheça agora quais são os 10 piores carros produzidos no Brasil.

10. Fiat Marea

Sim! O Marea vai estar em toda lista de carros ruins. O modelo é uma unanimidade quando o assunto é carro problemático e infelizmente o modelo justifica essa horrorosa fama. 

A principal discrepância de qualidade é a necessidade de se tirar o motor por completo para para trocar uma simples correia dentada. Mas os problemas não param por aí.

Fiat Marea
Fiat Marea

Os modelos e versões do Marea tinham alguns erros inaceitáveis de projetos. Ou seja, a FIAT o tratava com um verdadeiro Frankenstein. 

Um exemplo clássico disso é o modelo 2005 que tinha um motor 2.4 de 160 cavalos e um câmbio automático de apenas 4 marchas. Além disso, o Marea é conhecido por explosões e fogo sob o capô. 

Sem sombra de dúvidas é um modelo que merece estar presente em nossa lista. 

9. Fiat Tipo

Na nona posição temos mais um veículo da montadora italiana que ficou famoso pela sua má qualidade. 

Assim como o Marea o Tipo teve a imagem manchada por casos de incêndio. Um problema nas mangueiras do sistema hidráulico da direção, fazia com que um líquido inflamável fosse despejado no motor. 

O Resultado: Fogo! Já pensou estar dirigindo e o carro começar a pegar fogo? Não dá, né?

Fiat Tipo
Fiat Tipo

O Tipo foi lançado em 1988 e até 1991 contava com uma série de opções de motor e potência. Teve até modelo movido a diesel. 

Em 1993 o Tipo passou por uma renovação e ganhou até mesmo uma versão com três portas (muito antes do Veloster). Em 1994 o modelo recebeu melhorias de segurança, até sair de linha em 1995, sendo substituído pelo Bravo. 

Até hoje o Tipo é visto como um dos piores carros produzidos por aqui. Sendo assim você deve evitá-lo a todo custo.

8. Fiat Freemont

Não. Essa lista não tem apenas carros da Fiat. Mas o Freemont é mais um caso que precisa ser citado. Principalmente os modelos mais antigos. 

Embora seja um carro amplo e com bastante espaço sendo uma ótima opção para famílias é mais um exemplar dentre os piores carros brasileiros. 

Fiat Freemont
Fiat Freemont

Muito semelhante ao Dodge Journey quando lançado contava com uma opção de câmbio automático com apenas 4 marchas. Algo que acabava com seu desempenho e aumentava o já alto consumo de combustível.

Se você gosta muito do design e o espaço do Fiat Freemont é um atrativo para você nossa sugestão é que busque as versões mais novas que passaram por melhorias no câmbio, consumo e potência. 

Caso contrário as chances de você passar raiva e virar sócio dos postos de gasolina são grandes.

7. Troller Pantanal

Além de ruim, o Troller Pantanal é um desconhecido de muita gente por conta do seu baixo número de vendas. Apenas 77 unidades foram vendidas, uma verdadeira vergonha. 

Troller Pantanal
Troller Pantanal

O Modelo foi produzido durante os anos de 2006 e 2008 e passou por um recall pelo simples fato de que sua estrutura poderia se desfazer de uma hora para outra enquanto estivesse andando. 

Hoje os modelos são comercializados são vendidos a preços MUITO baratos, mas não caia em tentação. Se você se deparar com um Troller Pantanal à venda você só deve fugir. 

6. Hyundai Veloster

Aqui temos um exemplar que causou muita confusão e sofreu com críticas pesadas da mídia especializada na época em que ainda era vendido. 

O Veloster era bonito e contava com bom acabamento interno e externo. Porém era chamado pela montadora de esportivo. 

Hyundai Veloster
Hyundai Veloster

A Hyundai anunciou que o motor dispunha de 140 cavalos quando na verdade possuía “somente” 128. Muitos proprietários se sentiram lesados e processaram a montadora que precisou pagar multa por propaganda enganosa. 

A falta de potência do motor aliada ao escândalo fez o modelo se tornar um dos piores carros produzidos no Brasil. Afinal ninguém gosta de ser enganado.

5. Lada Laika

O Laika chegou ao Brasil no início da década de 1990 e tinha na confiabilidade mecânica o seu ponto alto. Além disso a tração traseira fazia do modelo uma opção interessante e divertida de dirigir.

Lada Laika
Lada Laika

Entretanto embora fosse produzido no Brasil o modelo foi desenvolvido com tecnologia para rodar com gasolina pura, assim como era na Rússia seu país de origem. Por aqui a gasolina era diluída com etanol e isso acabou com o desempenho do Laika. 

4. Peugeot Hoggar

A Peugeot Hoggar é outro exemplo crônico de carro ruim fabricado em solo nacional. 

A pequena picape foi produzida para brigar com Montana, Saveiro e Strada. Sendo as duas últimas líderes de no segmento. 

Peugeot Hoggar
Peugeot Hoggar

Sem nenhum tipo de experiência anterior no segmento de pequenas picapes a Hoggar se mostrou fraca e com alto consumo de combustível quando estava com a caçamba carregada. 

Além disso muitos exemplares sofrem um desgaste precoce na suspensão. O que aumenta os gastos dos proprietários com manutenção muito antes do considerado ideal. Por isso é um modelo com lugar cativo em nossa lista. 

3. Citroen Xantia

Muito do receio que os brasileiros possuem com os carros da Citroen é proveniente de tempos antigos e o Xantia tem sua parcela de culpa nisso. 

O Xantia era considerado um carro à frente do seu tempo quando foi produzido. Com uma ampla gama de itens de série até agradava em um primeiro momento. Mas se seus proprietários precisassem de mão de obra especializada estavam literalmente perdidos.

Citroen Xantia
Citroen Xantia

Com tecnologia alta para a época e com componentes sofisticados eram poucos o que sabiam mexer nos seus sistemas elétricos e hidráulicos. E isso fazia qualquer tipo de reparo se tornar uma fortuna! 

Além do mais seus motores eram fracos para época quando comparados aos concorrentes nacionais já consolidados como era o caso do Volkswagen e Chevrolet, por exemplo. 

2. Simca Chambord

A Simca era uma montadora francesa que produziu carros no Brasil entre as décadas de 50 e 60. 

A montadora quis trazer aos brasileiros veículos com linhas americanas e conseguiu! Pelo menos em teremos de visual. 

Simca Chambord
Simca Chambord

O Simca Chambord que ganhou até música era bonito e espaçoso mas não andava nada. O modelo que era pesado possuía sob o capô um motor V8 com míseros 80 cavalos que era insuficiente para empurrar nas ruas e estradas. 

Nos dias atuais até mesmo os colecionadores fogem do Simca Chambord e o consideram um dos piores carros já produzidos em terras nacionais 

1. Gurgel BR 800

E como não poderia faltar temos também o Gurgel. 

Lançado em 1987 o Gurgel BR 800 tinha uma proposta louvável: ser um modelo barato, popular e 100% nacional. 

Na época o objetivo era fazer com que o modelo não custasse mais de 3 mil dólares. Mas por conta de uma série de problemas fiscais o modelo acabou sendo lançado na média dos 7 mil dólares. 

Gurgel BR 800
Gurgel BR 800

Apelidado de feinho até hoje, o modelo rodava incríveis 25 km por litro, não tinha correias e dispunha de refrigeração à água. No entanto não deslanchou em vendas. 

Sua performance era ruim e seu preço ficou muito semelhante aos de concorrentes da época, como é o caso do Uno Mille. Assim, o BR 800 é considerado por muitos até hoje como um dos piores carros produzidos no Brasil. 

Conclusão

Agora queremos saber a sua opinião. Concorda ou discorda com a nossa lista? Deixe um comentário contando quais são os seus motivos. 

Depois de conhecer os piores carros produzidos no Brasil, que tal conhecer modelos raros produzidos aqui que você nem sabia que existiam? Para saber quais são eles é só clicar no botão abaixo.

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