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Turbi: Conheça a maneira mais simples e barata de alugar um carro

Saiba o que é a Turbi e porque ela pode ser a próxima forma de você ter um carro para chamar de seu, mesmo que seja de maneira parcial!

por

Murilo C.

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Turbi: o presente e o futuro do carro

Se no interior ter um carro, se locomover e até mesmo encontrar um lugar para estacionar é uma tarefa, o mesmo não pode ser dito em grandes centros. Trânsito pesado, estacionamento caro, e preços altos são grandes empecilhos para quem busca ter um carro para chamar de seu. Foi pensando em tudo isso que a Turbi surgiu. 

Turbi

O carro é hoje uma das grandes paixões do brasileiro, mas em cidades grandes, como São Paulo, ser dono de um automóvel pode ser uma grande dor de cabeça. 

Foi por conta de todos esses perrengues que a Startup Turbi nasceu e certamente vai revolucionar a forma de se locomover em grandes centros. 

Hoje vamos mostrar como a Startup funciona e porque ela pode ser considerada literalmente uma mão na roda para aqueles que amam dirigir, mas não querem ou não podem ter um carro. 

Vamos lá!

Turbi – Aluguel veicular

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O que é a Turbi afinal?

A Turbi é uma Startup revolucionária que na verdade une o útil ao agradável.

Trata-se de uma opção de locação veicular com valores nunca antes vistos para quem precisa se deslocar em grandes cidades, mas não quer usar transporte público e também não quer comprar um carro. 

Hoje os valores praticados pela Turbi são muito semelhantes aos montantes que seriam gastos com transporte público. 

Dessa forma, é natural que muitas pessoas acabem optando pelos serviços da startup do que um transporte público que na maioria das vezes está sucateado e cobra valores exorbitantes. 

Bora aprender como funciona?

Como funciona?

Já pensou como é abrir um carro direto pelo celular a qualquer hora do dia? Parece coisa de filme futurista, não é mesmo? Mas não é!

A Turbi oferece hoje praticidade, economia e experiência 100% digital (e acessível). 

Atualmente, a Startup conta com pontos de locação de veículos em sete cidades da Grande São Paulo, entre os quais está distribuída uma frota de 1700 carros.

Futuramente, a empresa também pretende atuar em outras praças. Cidades como Belo Horizonte, Campinas e Curitiba surgem como as principais candidatas.

Categorias
Turbi conta com diferentes categorias de veículos

Para proceder com a locação, basta baixar o app, reservar um veículo e ficar com o veículo pelo tempo que quiser ou precisar e pagar somente pelo que usar. 

A forma de cobrança do serviço é a seguinte: O locatário paga uma taxa por hora, dependendo da categoria do veículo e mais um valor de R$ 0,50 por quilômetro rodado. 

O cadastro no app da startup é sujeito à aprovação e existe a necessidade de um depósito caução como seguro, sendo informado o valor da franquia em caso de danos ou acidentes de qualquer natureza. 

Um ponto bastante positivo na locação com a startup é que não é preciso colocar gasolina depois de usar e o seguro já está incluso e caso seja necessária alguma ajuda, existe um time para dar suporte 24h por dia 7 dias por semana. 

Outro ponto que precisa ser colocado aqui é que os veículos precisam ser retirados e devolvidos nas mesmas agências. Ou seja, não é possível pegar um carro no aeroporto de Guarulhos e devolver no centro de SP. 

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Apenas veículos automáticos

Aqui temos mais uma prova de que a Turbi é uma startup totalmente futurista: Só existem veículos automáticos para locação. 

O pedal de embreagem junto ao câmbio manual não existem nos veículos da Startup, talvez um sinal de como serão os carros do futuro, o que é uma pena para os puristas que gostariam 

Categorias de veículos disponíveis H2 

Hoje a Turbi oferece aos clientes as seguintes categorias de veículos:

  • Hatches;
  • Sedans;
  • SUVs;
  • Esportivos;
  • Conversíveis;

Na categoria de Hatches estão disponíveis modelos como Chevrolet Onix 1.4, Ford Ka 1.5 e HB20 1.6 com valores de R$ 10 por hora mais R$ 0,50 por km rodado. 

Já os SUVs disponíveis são o Nissan Kicks 1.6 e o Mitsubishi ASX 2.0. O valor de locação é de R$ 15 por hora mais R$ 0,50 por km rodado. 

Quanto aos sedans, há apenas a opção de pilotar o Mitsubishi Lancer 2.0 com valores de locação que são de R$ 13 por hora mais R$ 0,50 por quilômetro rodado. 

E por fim temos as as categorias de esportivo e conversível, que contam com Mini Cooper S 2.0 e Mino Cooper Cabrio 2.0, respectivamente. Para dirigir qualquer um dos dois o preço é de R$ 35 por hora, mais um adicional de R$ 0,50 por km rodado. 

Possibilidade locar um BMW M235i Gran Coupé

Um ponto muito atrativo da Startup é a possibilidade de locação de um BMW M235i Gran Coupé, pertencente à concessionária Osten. 

Trata-se de uma jogada de marketing aliada à questão de acessibilidade, afinal se trata de um veículo que muitas pessoas não têm a chance de comprar ou dirigir. 

BMW
É possível dirigir um BMW M235i Gran Coupé

Quem opta pela locação do BMW precisa passar por orientações prévias antes de sair dirigindo com o modelo por aí. 

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Sinistro do seguro é por conta do locatário

A exemplo do que ocorre em locadoras de veículos tradicionais, a Startup não cobra para retirada do veículo com um guincho caso seja necessário. 

No entanto, em caso de sinistros ou danos, a responsabilidade de arcar com os gastos fica por conta do cliente, independentemente do evento e de culpa, do pagamento da coparticipação do veículo ou do conserto do dano. O que for mais barato. 

Os valores de coparticipação dos modelos da Turbi hoje em caso de acidente são:

  • Onix 1.4 Automático: R$ 5.688,00
  • Ford Ka 1.5 Automático: R$ 5.688,00
  • HB20 1.6 Comfort Automático: R$ 5.688,00
  • Nissan Kicks SV automática 1.6: R$ 9.536,00
  • Mitsubishi Lancer HT-L 2.0 4x2: R$ 9.536,00
  • Virtus: R$ 9.536,00
  • Mitsubishi ASX: R$ 9.536,00
  • Volkswagen T-Cross: R$ 9.536,00
  • Mini Cooper 2.0 Turbo S: R$ 13.495,00
  • Mini Cooper 2.0 Cabrio Conversível: R$ 13.495,00
  • BMW M235i Gran Coupé: R$ 30.000,00

Possibilidade de montar pacotes

Além de locar um veículo por uma, duas ou três horas é possível montar pacotes específicos com período de tempo pré-determinados que acabam sendo mais baratos. 

Hoje os pacotes disponíveis incluem: 12, 24, 48 e 168 horas. 

Ao fechar o pacote de 12 horas, há redução de 45% no valor por hora. Nos pacotes de 24, 48 e 168 horas as reduções são de 50%, 55% e 60% respectivamente. 

Tudo é pensado para garantir um deslocamento seguro, funcional e acessível. 

Preocupação e cuidados com a Covid-19

Por conta do atual surto pandêmico da Covid-19 não só no Brasil, mas em todo o mundo, o ideal caso você precise se deslocar é optar pelo transporte individual e a Turbi se preocupa com essa questão. 

No momento, todos os veículos estão equipados com álcool em gel e a frequência de higienização da frota foi aumentada em 50%. 

Covid
Covid 19 baixou os preços da Turbi

Além disso, pensando em manter a facilidade de locomoção, junto à segurança sanitária, a Turbi baixou temporariamente o preço do pacote de dias com diárias que começam a partir de R$60. 

Tudo isso para garantir um deslocamento seguro do ponto de vista sanitário. 

Conclusão

De modo simples, funcional e sem burocracias, a Turbi vem ganhando cada vez mais espaço na grande SP. 

Os planos de expansão da startup já estão avançados e seus serviços devem chegar ainda essa ano a outras cidades do Brasil. 

Se mesmo depois de conhecer a forma de funcionamento da empresa, você ainda não estiver convencido que ela pode ser uma boa opção, que tal conhecer todas as sua vantagens de maneira prática?

Para isso, é só clicar abaixo!

Turbi - Aluguel veicular

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Redator especialista em carros, se identifica com conteúdos relacionados a lançamentos e análises de veículos e acredita que compartilhar conhecimento na área ajuda todos a tomarem melhores decisões em busca do veículo ideal para cada tipo de perfil.

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Conheça os 15 piores carros para revenda no Brasil

por

Murilo C.

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Os piores carros para revenda no Brasil

Você sabia que existem aqueles que são considerados os piores carros para revenda no Brasil? Pois bem, existem muitas questões que devem ser levadas em consideração na hora de comprar um carro. Embora seja desaconselhado, ainda é grande o número de pessoas que compram um veículo levando em conta puramente o “gostar” do modelo, sem se preocupar com nenhum outro tipo de informação. 

Há uma série de aspectos que precisam ser pensadas e até mesmo repensadas antes de comprar qualquer modelo de carro. Índice de roubos, valor de seguro, preço de manutenções, períodos de garantia oferecidos pelo fabricante, consumo de combustível e um dos mais importantes de todos: Valor de revenda. 

Muitos negócios vivem e sobrevivem puramente da compra e revenda de carros. Se você possui uma revenda de veículos, o artigo de hoje foi produzido especialmente para você, pois vamos mostrar os piores carros para revenda no Brasil. Nossa sugestão é simples: Leia o conteúdo até o fim, e saiba quais modelos evitar. 

Os piores carros para revenda no Brasil

Confira agora, quais são os piores carros para revenda no Brasil

15. EcoSport 1.0 

O Ford EcoSport foi lançado no ano de 2003 e em seu ano de estreia vendeu pouco mais de 12 mil unidades. O modelo de lançamento contava com três opções de motor: 1.0 de 8v supercharger; 1.6 de 8v e 2.0 com 16v.

Durante oito anos, o modelo passou por renovações e mudanças, ganhando diferentes tipos de acessórios, novas versões e como não poderia deixar de ser, a retirada da motorização 1.0 que não agradou. 

O EcoSport 1.0 foi reprovado pelos clientes e também pela mídia especializada, por conta de seu fraco desempenho e consequentemente alto consumo. Hoje ele é encontrado em sites de venda por valores que podem variar entre R$ 15 mil a R$ 20 mil. Sem sombra de dúvidas, um dos piores carros para revenda no Brasil.

EcoSport 1.0
EcoSport 1.0

14. Mercedes Classe A

O Mercedes Classe A foi apresentado pela primeira vez no ano de 1997 no Salão de Genebra, na Suíça. No Brasil, o modelo foi lançado apenas em 1999 e teve produção até o ano de 2005.

No início, o classe A alcançou bons números de vendas. Porém, o aumento do dólar na época, acabou interferindo negativamente em suas vendas que começaram a cair ano a anualmente. Em 2005, ano de encerramento de produção, foram vendidos somente 3.499 unidades. 

O alto valor de manutenção e peças, aliado à perda de credibilidade do modelo, faz com que ele possa ser encontrado por preços que variam entre R$ 9 mil e R$ 20 mil, sendo considerado um dos piores carros para revenda no Brasil.

Mercedes Classe A
Mercedes Classe A

13. Volkswagen Polo 1.0 

Em seu lançamento no ano de 2003, a Volkswagen achou ser uma boa ideia equipar o modelo com um motor 1.0 de 16 válvulas com 79 cavalos de potência. Na época, o modelo era considerado um popular de luxo, custando cerca de R$ 26 mil. 

Entretanto, a pouca potência não agradou em nada o consumidor brasileiro, fazendo com que a montadora alemã encerrasse sua produção no mesmo ano. Dessa maneira, é totalmente compreensível que o modelo faça parte da lista dos piores carros para revenda no Brasil, não é mesmo?

Hoje, o Polo 1.0 pode ser encontrado na faixa de R$ 10 mil a R$ 13 mil. 

Volkswagen Polo
Volkswagen Polo 1.0

12. Fiat Marea 

Certamente, você já esperava encontrar o Fiat Marea na lista dos piores carros para revenda no Brasil, não é mesmo? Além de ser considerado um dos piores carros já vendidos, ele também é muito difícil de ser revendido. 

O Modelo foi lançado com um motor 2.0 com 20 válvulas e 142 cavalos de potência e contava com um torque máximo de 18,1 kgfm. Em seguida, a Fiat lançou a versão SX, com o mesmo motor, porém sem o variador de comando e com “apenas” 127 cv. 

Embora tenha ficado por muito tempo no segmento de médios da montadora italiana, a dificuldade de manutenção, ausência de tecnologias e episódios de incêndios, fizeram suas vendas despencarem. Com isso, o modelo parou de ser produzido em 2007, dando lugar para a entrada do Linea e do Punto. 

Hoje é possível encontrar o Marea por valores que variam entre R$ 7mil e R$ 8,5 mil. Já os valores para a versão turbo, variam entre R$ 11 mil e R$ 15 mil. Mas é melhor manter distância. 

Fiat Marea
Fiat Marea

11. Fiat Doblô 

O Fiat Doblô é conhecido por seu amplo espaço e registro frequente de reclamações de seus proprietários. Embora seja considerado um carro de trabalho e não de passeio, o veículo da montadora possui uma série de fatores que justificam sua entrada na lista dos piores carros para revenda no Brasil.

Os principais pontos fracos do Doblô são: Isolamento acústico de baixa qualidade; Acabamento interno ruim; Baixo desempenho; Consumo de combustível elevado e Colunas dianteiras com muitos pontos cego.

Os valores são extremamente variáveis, levando em consideração, principalmente o ano de produção. Modelos produzidos em 2005 podem ser encontrados na faixa de R$ 20 mil, enquanto os modelos 2009 são comercializados na faixa dos R$ 75 mil.

Fiat Doblô
Fiat Doblô

10. Fiat Weekend

Considerada a última perua remanescente das levas mais antigas do Brasil, hoje especialistas automotivos consideram o modelo um carro ruim de revenda. O motivo: A Weekend pode estar com os dias contados.

No final de 2019, a Volkswagen já havia anunciado que a SpaceFox chegara ao fim da vida, por conta da baixa saída e a preferência do público por SUVs ser cada vez maior.

O principal ponto que chama atenção nessa questão é que as novas normas de segurança para 2020 podem deixar a produção do modelo inviável. Os novos itens são o sistema de fixação de cadeirinhas, o que demanda um alto investimento e esforço, além da obrigatoriedade de que os veículos saiam de fábrica com cintos de três pontos e encostos de cabeças para todos os ocupantes. Para um veículo que vendeu pouco mais de 2.500 unidades em 2019, esses investimentos podem ser vistos como inviáveis.

Hoje os valores da Fiat Weekend variam entre R$ 20 mil e R$ 79 mil, dependendo do ano e modelo. 

Fiat Weekend
Fiat Weekend

9. Jac T5

O SUV da Jac Motors não convenceu os consumidores brasileiros. Embora suas linhas sejam modernas, há quem diga que o T5 lembra modelos coreanos antigos, como o Hyundai ix35. 

Hoje seus valores são um pouco elevados ficando na faixa dos R$ 70 mil a R$ 80 mil. Cifras superiores às de seus concorrentes, como o Jeep Renegade e o Suzuki Jimmy que podem ser comprados por cerca de R$ 65 mil.

Dentre os pontos negativos que fazem o T5 ser um dos piores carros para revenda no Brasil estão a utilização de materiais de baixa qualidade para acabamento interno, suspensão rígida e má distribuição de componentes do painel. Há proprietários, inclusive que reclamam do forte odor de plástico. 

Os valores o Jac T5 variam entre R$ 44 mil e R$ 60 mil e tendem a ficar empacados por longos períodos em estacionamentos e revendas. 

Jac J5
Jac J5

8. Renault Symbol 

O Renault Symbol não apresentava problemas de projeto. Muito pelo contrário: Seus motores 1.6 com 8 e 16 válvulas equiparam muitos modelos da montadora francesa sem nenhum histórico de problema. 

Mas por que o modelo veio para na lista dos piores carros para revenda no Brasil? Você pode estar se perguntando. A resposta é simples: Sua concepção final. O modelo, era uma sedã baseado sob a antiga plataforma do Clio, já ultrapassada, com falta de espaço no banco interno e visual antiquado. 

Além disso, o “sedã” sofreu uma ferrenha concorrência interna da primeira geração do Logan, que era mais barato e espaçoso. Dessa forma, o Symbol teve vida curta, sendo produzido apenas entre 2009 e 2013. Essa rejeição do consumidor dificulta muito o processo de revenda do modelo, que pode ser encontrado por valores entre R$ 15 mil e R$ 22 mil. 

Renault Symbol
Renault Symbol

7. Ford Focus Sedan/Fastback

O Focus Sedã sempre teve bons atributos veiculares, mas nunca foi um sucesso de vendas. O modelo contou com três gerações no Brasil e todas foram ruins de mercado, com emplacamentos sempre registrando uma pequena fração em relação ao modelo Hatch, sempre teve espaço.

A suspensão independente nas quatro rodas sempre foi vista como um ponto positivo de estabilidade e suavidade. Além disso, com motorização sempre atual e potente o modelo tinha tudo para fazer sucesso. O seu fracasso no mercado é algo que intriga muitos especialistas do setor automotivo.

O design da traseira do sedã não ajudou muito tanto na primeira quanto na segunda geração. Na terceira e última safra, o problema era o câmbio automatizado powershift, que ganhou fama de mau funcionamento. Em 2015, a Ford reestilizou e mudou o nome do sedã de Focus para Fastback, mas nada adiantou e o modelo saiu de linha de vez em 2019.

A baixa adesão é o principal motivo que faz desse modelo um dos piores carros para revenda no Brasil. Os valores do modelo hoje ficam na faixa de R$ 22 mil até R$ 40 mil. 

Ford Focus Sedan FastBack
Ford Focus Sedan /Fastack

6. Jac J3

Aqui temos outro modelo da montadora chinesa que vem lutando e consequentemente sofrendo para agradar e conquistar o mercado brasileiro. 

No Brasil desde o ano de 2010 com diversos modelos, a linha “T” da montadora busca um novo posicionamento mercadológico. O Jac 3, concorria diretamente com com veículos como Renault Sandero, Chery Celer e o Lifan 320. Embora fosse bem equipado, contando com freios ABS, airbags, volante funcional e alguns acessórios de série, muitos reclamavam (e ainda reclamam) da baixa qualidade do acabamento, falta de peças de reposição e do preconceito por se tratar de uma marca chinesa. 

Por conta disso, o J3 figura hoje, entre os piores carros para revenda no Brasil, podendo ser encontrado por valores entre R$ 12 mil e R$ 15 mil.

Jac J3
Jac J3

5. Hyundai Elantra 

Diferentes gerações do Elantra foram importadas para o Brasil, entretanto, nenhuma delas fez sucesso. A última, inclusive, foi a que protagonizou maior fracasso. Quando chegou ao Brasil em 2011, a montadora viva uma momento de expansão, aliás o mercado nacional, ia de vento em popa e o segmento de sedãs médios estava particularmente aquecido.

Embora contasse com boa motorização, equipamentos de série e uma campanha publicitária massiva, o sedã nunca teve números expressivos de vendas. Há quem diga que o fracasso no mercado ocorreu por conta da alta competitividade da época, fazendo com que o modelo ganhasse o título de um dos sedãs mais rejeitados e por isso, um dos piores carros para revenda no Brasil.

Hoje os valores dos Hyundai Elantra variam entre R$ 40 mil e R$ 75 mil.

Hyundai Elantra
Hyundai Elantra

4. Fiat Linea 

Aqui temos outra estrela entre os piores carros para revenda no Brasil. Lançado no Brasil em 2008 e produzido até 2017, o Linea foi comercializado em uma série de versões, no entanto, seus números de vendas nunca foram positivos. Em outras palavras, o modelo nunca pegou por aqui.

Especialistas do setor automotivo divergem nos motivos, mas a causa mais aceita para o fracasso de vendas é que muitos acreditavam que o modelo poderia vir com os mesmos problemas apresentados pelos seus sucessor, o Fiat Marea. O resultado então, foi um baixo número de vendas e índices ainda piores de revenda. 

Hoje é possível encontrar um modelo por valores que variam entre R$ 23 mil e R$ 37 mil.

Fiat Linea
Fiat Linea

3. Peugeot 408

O Peugeot 408 ficou conhecido pelo seu visual ter sido utilizado na Stock Car durante as temporadas de 2007 a 2009. O modelo era bem equipado e confortável, mas tinha concorrentes de peso, como Citroen C4, Honda Civic e Toyota Corolla.

Para se manter no mercado, o 408 contava com freios ABS, faróis de neblina, ajuste do volante em profundidade, banco traseiro rebatível, porta-luvas climatizado e muitos outros itens de série. 

Com motorização poderosa, o sedã médio não foi páreo para seus concorrentes, principalmente os japoneses Civic e Corolla. Com vendas bem abaixo do esperado, o modelo saiu de linha em 2019, com fama ser um dos piores carros para revenda no Brasil.

Hoje é possível encontrar o Peugeot 208 por valores que variam entre R$ 24 mil e R$ 60 mil.

Peugeot 408

2. Citroen AirCross

Muitas pessoas acham que o AirCross saiu de linha dando lugar ao novo Citroen C4 Cactus, mas isso é um engano. O AirCross continua sendo fabricado na fábrica de Porto Real - RJ. Essa confusão é relativamente normal, afinal, as vendas do modelo nunca decolaram, colocando-o na lista de piores carros tanto para compra, quanto para revenda no Brasil. 

É muito complicado apontar somente um fator responsável pelas baixas vendas e revendas, mas muitas vezes a culpa recai sobre um projeto confuso que mescla diferentes segmentos em uma mesma coisa. Afinal, o AirCross não pode ser considerado um SUV ou então um monovolume.

Hoje é possível encontrar o veículo com valores que partem de R$ 26 mil até R$ 55 mil.

Citroen AirCross
Citroen AirCross

1. Chevrolet Agile 

O Chevrolet Agile é um dos poucos insucessos recentes da montadora, ficando longe das vendas de seus antecessores Corsa e Celta, por exemplo, que possuem grande aceitação no mercado de usados. 

Com pouco tempo de vida, tendo produção entre 2009 e 2013, os problemas começaram ainda na fase de projetos. Concebido durante a crise mundial de 2008, o modelo tinha uma série de restrições orçamentárias para seu desenvolvimento. 

Um ponto que chama a atenção de forma negativa é sua arquitetura ultrapassada, que impõe uma posição desconfortável ao motorista. Seu design nunca foi unanimidade, embora contasse com pontos positivos, tais como consumo de combustível e espaço no porta-malas, o modelo nunca decolou em vendas. 

Além disso, alguns modelos foram equipados com câmbio automatizado de uma embreagem, o famoso Easytronic, que são ainda mais rejeitados. Por isso, o Agile é considerado um dos piores carros para revenda no Brasil.

Hoje o Agile possui preços que variam entre R$ 19 mil e R$ 30 mil.

Chevrolet Agile
Chevrolet Agile

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