Leilão de Carros

Moto de leilão pode rodar? 4 passos para regularizar

Descubra de uma vez por todas se moto de leilão pode rodar e quais são os caminhos para regularizar uma motocicleta que foi comprada em leilão!

por

Murilo C.

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Afinal, moto de leilão pode rodar?

Adquirir um veículo por meio de leilões é uma prática que felizmente vem crescendo. Isso tem acontecido por conta dos preços que são muito mais acessíveis, com isso muita gente conseguiu alcançar o sonho do carro ou da moto própria por meio de um leilão, mas uma dúvida ainda ronda a cabeça de muita gente: afinal, moto de leilão pode rodar?

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Algo importante de se dizer sobre os leilões de motos é que essa é uma modalidade de compra dentro de lei e as motocicletas lá compradas podem ser tanto utilizadas como revendidas. 

Se você está em busca de uma moto para chamar de sua ou para revender e quer pagar um valor bem abaixo da tabela, saiba que um leilão é uma ótima alternativa para você. 

Como sempre fazemos, nosso objetivo é te informar da melhor maneira possível sobre mitos e verdades sobre negociações que envolvam diferentes tipos de veículos. Nesse caso em específico, falaremos das motocicletas. 

Se você tem dúvidas sobre motocicletas e principalmente se moto de leilão pode rodar, então precisa ler o artigo de hoje!

Bora descobrir se moto comprada em leilão pode rodar por aí? 

As vantagens e desvantagens de comprar uma moto de leilão

Uma das principais vantagens de comprar uma moto em leilão sem sombra de dúvidas é o seu preço final. 

Por se tratar de uma modalidade de compra onde a moto possui algum tipo de avaria mecânica ou problema de documentação, existe margem para uma compra pra lá de vantajosa em termos de valor final. 

No entanto, nem tudo pode ser flores em um leilão!

Existe a possibilidade de se deparar com algumas opções de compra que podem não ser muito vantajosas e gerar dor de cabeça para o comprador no futuro próximo. 

Para garantir que o negócio feito em um leilão de motos seja vantajoso, é importante checar com muita atenção a procedência da motocicleta, sua quilometragem, seu estado de conservação, pendência de multas e documentação. 

Todas essas informações estão descritas no edital e podem ser facilmente obtidas por meio de uma leitura atenta e coerente. 

Com isso em mente, é hora de partirmos para o nosso próximo tópico. 

Moto de leilão de pode rodar?

Você deve estar querendo saber: afinal, moto de leilão pode rodar ou não? 

Na verdade, a moto adquirida em um leilão pode ser classificada de duas maneiras e é  isso que irá responder se o veículo pode ou não rodar normalmente por ruas e rodovias.

Uma moto de leilão pode ser classificada como sucata ou como conservada. 

Então, a resposta para a pergunta é: Sim. 

Uma moto de leilão pode rodar, desde que ela esteja conservada para isso! 

Caso a moto arrematada esteja conservada, ela pode sim, rodar normalmente sem nenhum tipo de problemas para o seu novo dono. 

No entanto, dependendo da origem do veículo comprado, é importante se informar se é necessário realizar uma rematrícula no Detran, que como muita gente sabe, é o órgão responsável por regulamentar todos os tipos de automóveis do Brasil.

Ainda é importante que o dono pague o IPVA do ano em questão e todas as pendências burocráticas que houver sobre a moto que foi arrematada. 

Logo, antes de fechar um negócio em leilão, nós do Senhor Carros recomendamos que você saiba qual é a procedência e as pendências da moto para evitar qualquer tipo de problema futuro. 

Caso a moto arrematada seja classificada como sucata, por outro lado, não possui direito a uma nova documentação, sendo assim, impossível de ser utilizada. 

Nesses casos, as motos são vendidas diretamente para desmanches e ferro velho. 

4 Passos para regularizar sua moto de leilão para rodar

Como citamos, participar de leilões de motos é uma das alternativas mais usadas por pessoas que desejam comprar veículos em bom estado de conservação com preços mais acessíveis. 

No entanto, essa modalidade de compra traz muitas dúvidas e a mais comum é: como regularizar uma moto comprada em leilão para poder rodar com ela. 

Se você também quer saber como regularizar uma moto de leilão para poder rodar, confira abaixo os passos para isso!

Passo 4: Verifique toda a documentação

A moto adquirida em um leilão só poderá ser regularizada se no seu documento constar pequena ou média monta. 

Ou seja, danos reversíveis que não comprometem o funcionamento da motocicleta. 

Verificar toda documentação é importante passo para rodar com moto de leilão

Dessa maneira, os lotes que possuem grande monta que são as motos consideradas sucatas que apresentam mais de 75% de sua lataria comprometida não podem ter o a documentação regularizada. 

É por causa disso que o primeiro passo é avaliar a documentação do veículo antes de arrematá-lo. 

Passo 3: Faça a inspeção CSV

Depois de analisar a monta do veículo o passo seguinte é a inspeção. 

Um dos principais passos para quem pergunta se moto de leilão pode rodar é obter a regularização da moto  e realizar a inspeção CSV - Certificado de Segurança Veicular. 

É esse documento que declara a aptidão da motocicleta para poder voltar a circular. 

Essa vistoria verificará diversos itens de segurança. Como sistema elétrico, alinhamento, balanceamento e muitos outros pontos. 

Para executar essa importante etapa, você precisa obter uma autorização prévia de vistoria do Detran e levar sua habilitação e documento da moto até um posto especializado em vistorias que seja credenciado pelo Inmetro. 

Passo 2: Preste atenção aos prazos

Quando você arremata uma moto de leilão, a leiloeira que a vendeu é responsável por definir os prazos e as condições para regularização da motocicleta, sendo a responsável por dar início no processo de documentação junto ao Detran e ao antigo proprietário da moto. 

É importante respeitar os prazos

Dessa maneira, é importante que o comprador da moto (nesse caso, você) fique atento aos prazos combinados com a empresa e acompanhe de perto o procedimento de regularização. 

Isso previne a perda de prazos, multas, dores de cabeça e consequentemente prejuízos. 

Passo 1: Autorização do Detran

E o último passo é a Autorização do Detran!

Após a realização da inspeção da moto de leilão e obtenção do certificado CSV, é preciso comparecer ao Detran para dar abertura ao processo administrativo de regularização de documentos. 

O comprador da moto tem a responsabilidade de levar a nota do arremate ao departamento dentro de um prazo fixo de 30 dias. 

É importante saber que o atraso de se levar a documentação solicitada implica em multa de averbação e três pontos na carteira de motorista. 

Para fazer a regularização da moto leiloada, o comprador deve ir até o Detran com os seguintes documentos:

  • Requerimento para desbloqueio de sinistro;
  • Nota fiscal original de compra da moto do leilão que é emitida pelo leiloeiro;
  • Original do Auto de Leilão também emitida pelo leiloeiro;
  • Originais e cópias de documentos pessoais, como RG, CPF e comprovante de residência;
  • Certificado de registro de veículo - CRV;
  • Certificado de segurança veicular - CSV;
  • Laudo de vistoria obtido em Empresa Credenciada de Vistoria - ECV;
  • Comprovante bancário do pagamento da taxa de emissão do CRV - Certificado de Registro do Veículo.

Outro ponto importante de ser dito aqui é que o prazo mínimo para o Detran realizar a regularização da moto de leilão documentada vai de 30 a 90 dias úteis. 

Conclusão

Como você acabou de descobrir, moto de leilão pode rodar sem problema nenhum.

Embora seja uma ótima oportunidade de comprar uma moto por um valor mais acessível, colocar a motocicleta para comprar é um pouco trabalhoso e isso afasta quem não gosta de burocracias. 

Agora que você já sabe que moto de leilão pode rodar e quais são os passos para a regularização é hora de aprender como participar de leilões de motocicleta e onde encontrar comprar a sua. 

Para desbloquear o universo dos leilões de motos, você só precisa clicar abaixo.

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Redator especialista em carros, se identifica com conteúdos relacionados a lançamentos e análises de veículos e acredita que compartilhar conhecimento na área ajuda todos a tomarem melhores decisões em busca do veículo ideal para cada tipo de perfil.

Artigos

Conheça os 15 piores carros para revenda no Brasil

por

Murilo C.

Publicado em

| Atualizado em

Os piores carros para revenda no Brasil

Você sabia que existem aqueles que são considerados os piores carros para revenda no Brasil? Pois bem, existem muitas questões que devem ser levadas em consideração na hora de comprar um carro. Embora seja desaconselhado, ainda é grande o número de pessoas que compram um veículo levando em conta puramente o “gostar” do modelo, sem se preocupar com nenhum outro tipo de informação. 

Há uma série de aspectos que precisam ser pensadas e até mesmo repensadas antes de comprar qualquer modelo de carro. Índice de roubos, valor de seguro, preço de manutenções, períodos de garantia oferecidos pelo fabricante, consumo de combustível e um dos mais importantes de todos: Valor de revenda. 

Muitos negócios vivem e sobrevivem puramente da compra e revenda de carros. Se você possui uma revenda de veículos, o artigo de hoje foi produzido especialmente para você, pois vamos mostrar os piores carros para revenda no Brasil. Nossa sugestão é simples: Leia o conteúdo até o fim, e saiba quais modelos evitar. 

Os piores carros para revenda no Brasil

Confira agora, quais são os piores carros para revenda no Brasil

15. EcoSport 1.0 

O Ford EcoSport foi lançado no ano de 2003 e em seu ano de estreia vendeu pouco mais de 12 mil unidades. O modelo de lançamento contava com três opções de motor: 1.0 de 8v supercharger; 1.6 de 8v e 2.0 com 16v.

Durante oito anos, o modelo passou por renovações e mudanças, ganhando diferentes tipos de acessórios, novas versões e como não poderia deixar de ser, a retirada da motorização 1.0 que não agradou. 

O EcoSport 1.0 foi reprovado pelos clientes e também pela mídia especializada, por conta de seu fraco desempenho e consequentemente alto consumo. Hoje ele é encontrado em sites de venda por valores que podem variar entre R$ 15 mil a R$ 20 mil. Sem sombra de dúvidas, um dos piores carros para revenda no Brasil.

EcoSport 1.0
EcoSport 1.0

14. Mercedes Classe A

O Mercedes Classe A foi apresentado pela primeira vez no ano de 1997 no Salão de Genebra, na Suíça. No Brasil, o modelo foi lançado apenas em 1999 e teve produção até o ano de 2005.

No início, o classe A alcançou bons números de vendas. Porém, o aumento do dólar na época, acabou interferindo negativamente em suas vendas que começaram a cair ano a anualmente. Em 2005, ano de encerramento de produção, foram vendidos somente 3.499 unidades. 

O alto valor de manutenção e peças, aliado à perda de credibilidade do modelo, faz com que ele possa ser encontrado por preços que variam entre R$ 9 mil e R$ 20 mil, sendo considerado um dos piores carros para revenda no Brasil.

Mercedes Classe A
Mercedes Classe A

13. Volkswagen Polo 1.0 

Em seu lançamento no ano de 2003, a Volkswagen achou ser uma boa ideia equipar o modelo com um motor 1.0 de 16 válvulas com 79 cavalos de potência. Na época, o modelo era considerado um popular de luxo, custando cerca de R$ 26 mil. 

Entretanto, a pouca potência não agradou em nada o consumidor brasileiro, fazendo com que a montadora alemã encerrasse sua produção no mesmo ano. Dessa maneira, é totalmente compreensível que o modelo faça parte da lista dos piores carros para revenda no Brasil, não é mesmo?

Hoje, o Polo 1.0 pode ser encontrado na faixa de R$ 10 mil a R$ 13 mil. 

Volkswagen Polo
Volkswagen Polo 1.0

12. Fiat Marea 

Certamente, você já esperava encontrar o Fiat Marea na lista dos piores carros para revenda no Brasil, não é mesmo? Além de ser considerado um dos piores carros já vendidos, ele também é muito difícil de ser revendido. 

O Modelo foi lançado com um motor 2.0 com 20 válvulas e 142 cavalos de potência e contava com um torque máximo de 18,1 kgfm. Em seguida, a Fiat lançou a versão SX, com o mesmo motor, porém sem o variador de comando e com “apenas” 127 cv. 

Embora tenha ficado por muito tempo no segmento de médios da montadora italiana, a dificuldade de manutenção, ausência de tecnologias e episódios de incêndios, fizeram suas vendas despencarem. Com isso, o modelo parou de ser produzido em 2007, dando lugar para a entrada do Linea e do Punto. 

Hoje é possível encontrar o Marea por valores que variam entre R$ 7mil e R$ 8,5 mil. Já os valores para a versão turbo, variam entre R$ 11 mil e R$ 15 mil. Mas é melhor manter distância. 

Fiat Marea
Fiat Marea

11. Fiat Doblô 

O Fiat Doblô é conhecido por seu amplo espaço e registro frequente de reclamações de seus proprietários. Embora seja considerado um carro de trabalho e não de passeio, o veículo da montadora possui uma série de fatores que justificam sua entrada na lista dos piores carros para revenda no Brasil.

Os principais pontos fracos do Doblô são: Isolamento acústico de baixa qualidade; Acabamento interno ruim; Baixo desempenho; Consumo de combustível elevado e Colunas dianteiras com muitos pontos cego.

Os valores são extremamente variáveis, levando em consideração, principalmente o ano de produção. Modelos produzidos em 2005 podem ser encontrados na faixa de R$ 20 mil, enquanto os modelos 2009 são comercializados na faixa dos R$ 75 mil.

Fiat Doblô
Fiat Doblô

10. Fiat Weekend

Considerada a última perua remanescente das levas mais antigas do Brasil, hoje especialistas automotivos consideram o modelo um carro ruim de revenda. O motivo: A Weekend pode estar com os dias contados.

No final de 2019, a Volkswagen já havia anunciado que a SpaceFox chegara ao fim da vida, por conta da baixa saída e a preferência do público por SUVs ser cada vez maior.

O principal ponto que chama atenção nessa questão é que as novas normas de segurança para 2020 podem deixar a produção do modelo inviável. Os novos itens são o sistema de fixação de cadeirinhas, o que demanda um alto investimento e esforço, além da obrigatoriedade de que os veículos saiam de fábrica com cintos de três pontos e encostos de cabeças para todos os ocupantes. Para um veículo que vendeu pouco mais de 2.500 unidades em 2019, esses investimentos podem ser vistos como inviáveis.

Hoje os valores da Fiat Weekend variam entre R$ 20 mil e R$ 79 mil, dependendo do ano e modelo. 

Fiat Weekend
Fiat Weekend

9. Jac T5

O SUV da Jac Motors não convenceu os consumidores brasileiros. Embora suas linhas sejam modernas, há quem diga que o T5 lembra modelos coreanos antigos, como o Hyundai ix35. 

Hoje seus valores são um pouco elevados ficando na faixa dos R$ 70 mil a R$ 80 mil. Cifras superiores às de seus concorrentes, como o Jeep Renegade e o Suzuki Jimmy que podem ser comprados por cerca de R$ 65 mil.

Dentre os pontos negativos que fazem o T5 ser um dos piores carros para revenda no Brasil estão a utilização de materiais de baixa qualidade para acabamento interno, suspensão rígida e má distribuição de componentes do painel. Há proprietários, inclusive que reclamam do forte odor de plástico. 

Os valores o Jac T5 variam entre R$ 44 mil e R$ 60 mil e tendem a ficar empacados por longos períodos em estacionamentos e revendas. 

Jac J5
Jac J5

8. Renault Symbol 

O Renault Symbol não apresentava problemas de projeto. Muito pelo contrário: Seus motores 1.6 com 8 e 16 válvulas equiparam muitos modelos da montadora francesa sem nenhum histórico de problema. 

Mas por que o modelo veio para na lista dos piores carros para revenda no Brasil? Você pode estar se perguntando. A resposta é simples: Sua concepção final. O modelo, era uma sedã baseado sob a antiga plataforma do Clio, já ultrapassada, com falta de espaço no banco interno e visual antiquado. 

Além disso, o “sedã” sofreu uma ferrenha concorrência interna da primeira geração do Logan, que era mais barato e espaçoso. Dessa forma, o Symbol teve vida curta, sendo produzido apenas entre 2009 e 2013. Essa rejeição do consumidor dificulta muito o processo de revenda do modelo, que pode ser encontrado por valores entre R$ 15 mil e R$ 22 mil. 

Renault Symbol
Renault Symbol

7. Ford Focus Sedan/Fastback

O Focus Sedã sempre teve bons atributos veiculares, mas nunca foi um sucesso de vendas. O modelo contou com três gerações no Brasil e todas foram ruins de mercado, com emplacamentos sempre registrando uma pequena fração em relação ao modelo Hatch, sempre teve espaço.

A suspensão independente nas quatro rodas sempre foi vista como um ponto positivo de estabilidade e suavidade. Além disso, com motorização sempre atual e potente o modelo tinha tudo para fazer sucesso. O seu fracasso no mercado é algo que intriga muitos especialistas do setor automotivo.

O design da traseira do sedã não ajudou muito tanto na primeira quanto na segunda geração. Na terceira e última safra, o problema era o câmbio automatizado powershift, que ganhou fama de mau funcionamento. Em 2015, a Ford reestilizou e mudou o nome do sedã de Focus para Fastback, mas nada adiantou e o modelo saiu de linha de vez em 2019.

A baixa adesão é o principal motivo que faz desse modelo um dos piores carros para revenda no Brasil. Os valores do modelo hoje ficam na faixa de R$ 22 mil até R$ 40 mil. 

Ford Focus Sedan FastBack
Ford Focus Sedan /Fastack

6. Jac J3

Aqui temos outro modelo da montadora chinesa que vem lutando e consequentemente sofrendo para agradar e conquistar o mercado brasileiro. 

No Brasil desde o ano de 2010 com diversos modelos, a linha “T” da montadora busca um novo posicionamento mercadológico. O Jac 3, concorria diretamente com com veículos como Renault Sandero, Chery Celer e o Lifan 320. Embora fosse bem equipado, contando com freios ABS, airbags, volante funcional e alguns acessórios de série, muitos reclamavam (e ainda reclamam) da baixa qualidade do acabamento, falta de peças de reposição e do preconceito por se tratar de uma marca chinesa. 

Por conta disso, o J3 figura hoje, entre os piores carros para revenda no Brasil, podendo ser encontrado por valores entre R$ 12 mil e R$ 15 mil.

Jac J3
Jac J3

5. Hyundai Elantra 

Diferentes gerações do Elantra foram importadas para o Brasil, entretanto, nenhuma delas fez sucesso. A última, inclusive, foi a que protagonizou maior fracasso. Quando chegou ao Brasil em 2011, a montadora viva uma momento de expansão, aliás o mercado nacional, ia de vento em popa e o segmento de sedãs médios estava particularmente aquecido.

Embora contasse com boa motorização, equipamentos de série e uma campanha publicitária massiva, o sedã nunca teve números expressivos de vendas. Há quem diga que o fracasso no mercado ocorreu por conta da alta competitividade da época, fazendo com que o modelo ganhasse o título de um dos sedãs mais rejeitados e por isso, um dos piores carros para revenda no Brasil.

Hoje os valores dos Hyundai Elantra variam entre R$ 40 mil e R$ 75 mil.

Hyundai Elantra
Hyundai Elantra

4. Fiat Linea 

Aqui temos outra estrela entre os piores carros para revenda no Brasil. Lançado no Brasil em 2008 e produzido até 2017, o Linea foi comercializado em uma série de versões, no entanto, seus números de vendas nunca foram positivos. Em outras palavras, o modelo nunca pegou por aqui.

Especialistas do setor automotivo divergem nos motivos, mas a causa mais aceita para o fracasso de vendas é que muitos acreditavam que o modelo poderia vir com os mesmos problemas apresentados pelos seus sucessor, o Fiat Marea. O resultado então, foi um baixo número de vendas e índices ainda piores de revenda. 

Hoje é possível encontrar um modelo por valores que variam entre R$ 23 mil e R$ 37 mil.

Fiat Linea
Fiat Linea

3. Peugeot 408

O Peugeot 408 ficou conhecido pelo seu visual ter sido utilizado na Stock Car durante as temporadas de 2007 a 2009. O modelo era bem equipado e confortável, mas tinha concorrentes de peso, como Citroen C4, Honda Civic e Toyota Corolla.

Para se manter no mercado, o 408 contava com freios ABS, faróis de neblina, ajuste do volante em profundidade, banco traseiro rebatível, porta-luvas climatizado e muitos outros itens de série. 

Com motorização poderosa, o sedã médio não foi páreo para seus concorrentes, principalmente os japoneses Civic e Corolla. Com vendas bem abaixo do esperado, o modelo saiu de linha em 2019, com fama ser um dos piores carros para revenda no Brasil.

Hoje é possível encontrar o Peugeot 208 por valores que variam entre R$ 24 mil e R$ 60 mil.

Peugeot 408

2. Citroen AirCross

Muitas pessoas acham que o AirCross saiu de linha dando lugar ao novo Citroen C4 Cactus, mas isso é um engano. O AirCross continua sendo fabricado na fábrica de Porto Real - RJ. Essa confusão é relativamente normal, afinal, as vendas do modelo nunca decolaram, colocando-o na lista de piores carros tanto para compra, quanto para revenda no Brasil. 

É muito complicado apontar somente um fator responsável pelas baixas vendas e revendas, mas muitas vezes a culpa recai sobre um projeto confuso que mescla diferentes segmentos em uma mesma coisa. Afinal, o AirCross não pode ser considerado um SUV ou então um monovolume.

Hoje é possível encontrar o veículo com valores que partem de R$ 26 mil até R$ 55 mil.

Citroen AirCross
Citroen AirCross

1. Chevrolet Agile 

O Chevrolet Agile é um dos poucos insucessos recentes da montadora, ficando longe das vendas de seus antecessores Corsa e Celta, por exemplo, que possuem grande aceitação no mercado de usados. 

Com pouco tempo de vida, tendo produção entre 2009 e 2013, os problemas começaram ainda na fase de projetos. Concebido durante a crise mundial de 2008, o modelo tinha uma série de restrições orçamentárias para seu desenvolvimento. 

Um ponto que chama a atenção de forma negativa é sua arquitetura ultrapassada, que impõe uma posição desconfortável ao motorista. Seu design nunca foi unanimidade, embora contasse com pontos positivos, tais como consumo de combustível e espaço no porta-malas, o modelo nunca decolou em vendas. 

Além disso, alguns modelos foram equipados com câmbio automatizado de uma embreagem, o famoso Easytronic, que são ainda mais rejeitados. Por isso, o Agile é considerado um dos piores carros para revenda no Brasil.

Hoje o Agile possui preços que variam entre R$ 19 mil e R$ 30 mil.

Chevrolet Agile
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