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Descubra quais são os hatches mais econômicos do Brasil

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Murilo C.

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Hatches são conhecidos por serem compactos, funcionais, práticos e acima de tudo por conta de sua capacidade de economia de combustível. A exemplo do que ocorre com os SUVs, o setor dos hatches compactos também está repleto de modelos, mas você sabe qual é o mais econômico?

Se você não tem a resposta, fique tranquilo, pois nós do Senhor Carros vamos responder no artigo de hoje quais são os hatches mais econômicos do Brasil. 

hatches mais econômicos do Brasil

Se você está pensando em comprar um hatch compacto, nossa sugestão é que você leia o nosso texto a seguir antes de fechar negócio, afinal, economia nunca é demais, não é mesmo?

Partiu conferir quais são os hatches mais econômicos do Brasil 

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Saiba quais são os 5  Hatches mais econômicos do Brasil

Confira agora nossa lista com os 5 Hatches mais econômicos do Brasil!

5. Chevrolet Onix LTZ 1.0 MT

O Chevrolet Onix LTZ 1.0 possui motor turbo Flex de três cilindros e uma coisa podemos falar para você: Ele anda bem e gasta pouco, mérito também de sua caixa de câmbio de seis velocidades. 

Embora não tenha injeção direta, as respostas do motor são rápidas e precisas, além disso há uma curiosidade. O motor entrega 116 cavalo tanto no etanol, quanto na gasolina, entretanto, quando abastecido com álcool, é possível sentir um torque um pouco mais forte. 

O Motor, batizado de Ecotec possui funcionamento suave e boa resposta em baixa rotação, circulando tranquilamente entre 1.500 e 1.000 rpm sem pedir arrego. O torque é ótimo, mas o limitador o corta em 6.000 rotações por minuto, mas até lá o turbo fica cheio e responde de maneira pronta ao acelerador, deixando o motorista à vontade em todas as marchas. 

Onix
Chevrolet Onix LTZ 1.0 MT

Nas retomadas, mesmo como uma transmissão não esportiva, o Onix LTZ não fica devendo para carros com motor maiores do que o famigerado 1.0. Os engates são suaves e funcionais e dificilmente será necessário “encaixar” alguma marcha. Trancos praticamente não existem. 

No dia a dia o câmbio manual é mais do que o suficiente, assim como sua embreagem que é bem macia. Como citado, o modelo possui seis marchas, sendo a sexta recomendada para manutenção de giro em estrada, capaz de causar economia. 

E por falar em economia, esse que é um dos hatches mais econômicos do Brasil, possui uma média combinada de 13,9 km/L. 

4. Fiat Argo Drive 1.0

O Argo Drive 1.0 possui sob o capô o valente motor Firefly 1.0 6V Flex, com três cilindros aspirados capaz de gerar 72 cavalos com gasolina e 77 com etanol, e é ele que faz o modelo entrar na lista dos hatches mais econômicos do Brasil. 

O motor surpreende por conta do seu torque. Inclusive sua força aparece por volta das 2.500 rpm, não sendo necessário esgoelar o motor para que se obtenha um bom torque.

Todas essas características fazem do Argo Drive 1.0 um carro esperto que enfrenta tanto o trânsito, quanto a estrada sem grandes dificuldades.

Porém, ele precisa de uma relação íntima com a embreagem, principalmente antes de encarar alguma ladeira ou se precisar parar em alguma subida mais íngreme. 

A caixa de manual da Fiat ainda é algo que deixa a desejar, pois continua imprecisa e de curso longo – longe de ser um exemplo – e, para piorar, ela utiliza o mesmo escalonamento para diferentes motores e modelos, o que acaba por prejudicar a eficiência e entrega de torque de cada um. 

Fiat Argo Drive 1.0
Fiat Argo Drive 1.0

Quando lotado, com pessoas ou com o porta-malas cheio, algumas limitações podem aparecer.

Na estrada, o Argo 1.0 se porta como todo carro dessa potência. Ultrapassagens exigem grandes margens e cautela, pois mesmo com reduções de marchas, o carro pode levar um tempo um pouco mais excessivo para a manobra. 

O consumo combinado do Argo 1.0 é positivo, ficando na faixa de 14,1 km/L. 

3. Fiat Argo Drive 1.3

A medalha de bronze dos Hatches mais econômicos do Brasil e do Fiat Argo 1.3. Como citado, o motor é um moderno 1.3 de quatro cilindros capaz de atingir os 109 cavalos quando abastecido com etanol. 

Seu desempenho surpreende ao apresentar respostas sensíveis com bom torque desde as faixas rotações. Embora a velocidade final não seja o forte dessa versão, o projeto se destaca pela força, que na prática é traduzida com boa dirigibilidade e baixo consumo. 

Fiat Argo Drive 1.0
Fiat Argo Drive 1.3

O desempenho na cidade é muito bom, sendo uma boa opção para encarar subidas sem grandes dificuldades. Na estrada, ultrapassagens são feitas sem a necessidade de grandes reduções, uma vez que, devido ao torque, é relativamente simples manter as velocidades altas em constância. 

E por fim, temos o consumo combinado com média de 14,6 km/L. 

2. Renault Kwid Zen

No segundo lugar dos hatches mais econômicos do Brasil temos o Renault Kwid Zen, que tem sob seu capô um motor 1.0 SCe Flex de três cilindros. O mesmo utilizado em modelos maiores, como o Logan e o Sander, mas com algumas mudanças para simplificar seu funcionamento e consequentemente reduzir seus custos de fabricação. 

O motor do Kwid perdeu o sistema duplo de comando de válvulas variáveis, além do coletor de escape integrado ao cabeçote. Essas alterações deixam a produção mais barata, além de diminuir o peso do conjunto, embora torque e potência também tenham diminuído. 

Quando abastecido com etanol, o motor atinge os 70 cavalos de potência. Já com gasolina, a cavalaria é de 66.

Com um câmbio de seis marchas e torque e potência “diminuído”, o Kwid Zen não tem um desempenho ruim, afinal, o modelo é leve e pesa somente 779 quilos, o que aumenta sua relação peso x potência.

Renault Kwid Zen
Renault Kwid Zen

No geral, o Kwid Zen possui um desempenho digno de um carro 1.0 não tão moderno, e ao rodar com ele é possível concluir que ele foi desenhado com o foco para cidade e não para estradas.  

Por ser muito leve, ele não tem um bom comportamento em velocidades altas, principalmente em rodovias, o que pode passar a impressão de insegurança para seus ocupantes.

No que diz respeito ao consumo, o Kwid Zen apresenta bons números, com uma média combinada de 14,7 km/L.

1. HB20 evolution 1.0 MT

E no topo do pódio dos hatches mais econômicos do Brasil está o HB20 Evolution 1.0 com câmbio manual.

A principal novidade do modelo, como era de se esperar, é o motor 1.0 turbo da família GDI com injeção direta de combustível, três cilindros, turbocompressor e intercooler com 120 cavalos e torque de 17,5 kgfm, tanto com gasolina quanto com etanol. 

O câmbio manual de cinco marchas proporciona trocas precisas e funcionais. O modelo enfrenta tranquilamente os percalços das cidades, e apresenta bom desempenho nas estradas, com facilidade de manutenção de velocidade.

Apenas em caso de ultrapassagem que o modelo precisa de um pouco mais de espaço com reduções mais pesadas. 

Por ter um motor de três cilindros, seu desempenho é semelhante ao do Onix. Entretanto, seu consumo combinado de 15 km/L o coloca no topo da nossa lista dos hatches mais econômicos. 

HB20 evolution 1.0 MT
HB20 evolution 1.0 MT

Depois de conhecer quais são os hatches mais econômicos do Brasil, que tal conferir outra lista interessante feita por nós?

Estamos falando daqueles carros que devem ser evitados em 2020.

Para saber quais são eles, é só clicar no botão abaixo.

Murilo C.

Redator especialista em carros, se identifica com conteúdos relacionados a lançamentos e análises de veículos e acredita que compartilhar conhecimento na área ajuda todos a tomarem melhores decisões em busca do veículo ideal para cada tipo de perfil.

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Nacionais que não fazem falta: Os 10 piores carros produzidos no Brasil

Conheça os piores carros produzidos no Brasil e evite-os a todo custo!

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Murilo C.

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Automóveis despertam uma paixão natural em muita gente e isso pode ser um problema, pois leva muita gente a pensar com a emoção e não com a razão. O fato de ser passional já fez muita gente comprar os piores carros produzidos no Brasil.

Embora passional, o consumidor brasileiro também é exigente. Uma matéria da revista Exame mostrou há anos que as montadoras se preparam para atender clientes cada vez mais exigentes. 

Piores carros produzidos no Brasil

Em tempos de crise muita gente pode acabar vendendo seu carro e comprando um carro usado como forma de manter as contas em dia, mas para isso alguns cuidados devem ser tomados. 

Como forma de refrescar a memória de muita gente e evitar trocas ruins, nós do Senhor Carros fizemos uma lista com aqueles que são os 10 piores carros nacionais já produzidos. 

Para saber quais são eles é só continuar a leitura do artigo de hoje!

Os 10 piores carros produzidos no Brasil

Conheça agora quais são os 10 piores carros produzidos no Brasil.

10. Fiat Marea

Sim! O Marea vai estar em toda lista de carros ruins. O modelo é uma unanimidade quando o assunto é carro problemático e infelizmente o modelo justifica essa horrorosa fama. 

A principal discrepância de qualidade é a necessidade de se tirar o motor por completo para para trocar uma simples correia dentada. Mas os problemas não param por aí.

Fiat Marea
Fiat Marea

Os modelos e versões do Marea tinham alguns erros inaceitáveis de projetos. Ou seja, a FIAT o tratava com um verdadeiro Frankenstein. 

Um exemplo clássico disso é o modelo 2005 que tinha um motor 2.4 de 160 cavalos e um câmbio automático de apenas 4 marchas. Além disso, o Marea é conhecido por explosões e fogo sob o capô. 

Sem sombra de dúvidas é um modelo que merece estar presente em nossa lista. 

9. Fiat Tipo

Na nona posição temos mais um veículo da montadora italiana que ficou famoso pela sua má qualidade. 

Assim como o Marea o Tipo teve a imagem manchada por casos de incêndio. Um problema nas mangueiras do sistema hidráulico da direção, fazia com que um líquido inflamável fosse despejado no motor. 

O Resultado: Fogo! Já pensou estar dirigindo e o carro começar a pegar fogo? Não dá, né?

Fiat Tipo
Fiat Tipo

O Tipo foi lançado em 1988 e até 1991 contava com uma série de opções de motor e potência. Teve até modelo movido a diesel. 

Em 1993 o Tipo passou por uma renovação e ganhou até mesmo uma versão com três portas (muito antes do Veloster). Em 1994 o modelo recebeu melhorias de segurança, até sair de linha em 1995, sendo substituído pelo Bravo. 

Até hoje o Tipo é visto como um dos piores carros produzidos por aqui. Sendo assim você deve evitá-lo a todo custo.

8. Fiat Freemont

Não. Essa lista não tem apenas carros da Fiat. Mas o Freemont é mais um caso que precisa ser citado. Principalmente os modelos mais antigos. 

Embora seja um carro amplo e com bastante espaço sendo uma ótima opção para famílias é mais um exemplar dentre os piores carros brasileiros. 

Fiat Freemont
Fiat Freemont

Muito semelhante ao Dodge Journey quando lançado contava com uma opção de câmbio automático com apenas 4 marchas. Algo que acabava com seu desempenho e aumentava o já alto consumo de combustível.

Se você gosta muito do design e o espaço do Fiat Freemont é um atrativo para você nossa sugestão é que busque as versões mais novas que passaram por melhorias no câmbio, consumo e potência. 

Caso contrário as chances de você passar raiva e virar sócio dos postos de gasolina são grandes.

7. Troller Pantanal

Além de ruim, o Troller Pantanal é um desconhecido de muita gente por conta do seu baixo número de vendas. Apenas 77 unidades foram vendidas, uma verdadeira vergonha. 

Troller Pantanal
Troller Pantanal

O Modelo foi produzido durante os anos de 2006 e 2008 e passou por um recall pelo simples fato de que sua estrutura poderia se desfazer de uma hora para outra enquanto estivesse andando. 

Hoje os modelos são comercializados são vendidos a preços MUITO baratos, mas não caia em tentação. Se você se deparar com um Troller Pantanal à venda você só deve fugir. 

6. Hyundai Veloster

Aqui temos um exemplar que causou muita confusão e sofreu com críticas pesadas da mídia especializada na época em que ainda era vendido. 

O Veloster era bonito e contava com bom acabamento interno e externo. Porém era chamado pela montadora de esportivo. 

Hyundai Veloster
Hyundai Veloster

A Hyundai anunciou que o motor dispunha de 140 cavalos quando na verdade possuía “somente” 128. Muitos proprietários se sentiram lesados e processaram a montadora que precisou pagar multa por propaganda enganosa. 

A falta de potência do motor aliada ao escândalo fez o modelo se tornar um dos piores carros produzidos no Brasil. Afinal ninguém gosta de ser enganado.

5. Lada Laika

O Laika chegou ao Brasil no início da década de 1990 e tinha na confiabilidade mecânica o seu ponto alto. Além disso a tração traseira fazia do modelo uma opção interessante e divertida de dirigir.

Lada Laika
Lada Laika

Entretanto embora fosse produzido no Brasil o modelo foi desenvolvido com tecnologia para rodar com gasolina pura, assim como era na Rússia seu país de origem. Por aqui a gasolina era diluída com etanol e isso acabou com o desempenho do Laika. 

4. Peugeot Hoggar

A Peugeot Hoggar é outro exemplo crônico de carro ruim fabricado em solo nacional. 

A pequena picape foi produzida para brigar com Montana, Saveiro e Strada. Sendo as duas últimas líderes de no segmento. 

Peugeot Hoggar
Peugeot Hoggar

Sem nenhum tipo de experiência anterior no segmento de pequenas picapes a Hoggar se mostrou fraca e com alto consumo de combustível quando estava com a caçamba carregada. 

Além disso muitos exemplares sofrem um desgaste precoce na suspensão. O que aumenta os gastos dos proprietários com manutenção muito antes do considerado ideal. Por isso é um modelo com lugar cativo em nossa lista. 

3. Citroen Xantia

Muito do receio que os brasileiros possuem com os carros da Citroen é proveniente de tempos antigos e o Xantia tem sua parcela de culpa nisso. 

O Xantia era considerado um carro à frente do seu tempo quando foi produzido. Com uma ampla gama de itens de série até agradava em um primeiro momento. Mas se seus proprietários precisassem de mão de obra especializada estavam literalmente perdidos.

Citroen Xantia
Citroen Xantia

Com tecnologia alta para a época e com componentes sofisticados eram poucos o que sabiam mexer nos seus sistemas elétricos e hidráulicos. E isso fazia qualquer tipo de reparo se tornar uma fortuna! 

Além do mais seus motores eram fracos para época quando comparados aos concorrentes nacionais já consolidados como era o caso do Volkswagen e Chevrolet, por exemplo. 

2. Simca Chambord

A Simca era uma montadora francesa que produziu carros no Brasil entre as décadas de 50 e 60. 

A montadora quis trazer aos brasileiros veículos com linhas americanas e conseguiu! Pelo menos em teremos de visual. 

Simca Chambord
Simca Chambord

O Simca Chambord que ganhou até música era bonito e espaçoso mas não andava nada. O modelo que era pesado possuía sob o capô um motor V8 com míseros 80 cavalos que era insuficiente para empurrar nas ruas e estradas. 

Nos dias atuais até mesmo os colecionadores fogem do Simca Chambord e o consideram um dos piores carros já produzidos em terras nacionais 

1. Gurgel BR 800

E como não poderia faltar temos também o Gurgel. 

Lançado em 1987 o Gurgel BR 800 tinha uma proposta louvável: ser um modelo barato, popular e 100% nacional. 

Na época o objetivo era fazer com que o modelo não custasse mais de 3 mil dólares. Mas por conta de uma série de problemas fiscais o modelo acabou sendo lançado na média dos 7 mil dólares. 

Gurgel BR 800
Gurgel BR 800

Apelidado de feinho até hoje, o modelo rodava incríveis 25 km por litro, não tinha correias e dispunha de refrigeração à água. No entanto não deslanchou em vendas. 

Sua performance era ruim e seu preço ficou muito semelhante aos de concorrentes da época, como é o caso do Uno Mille. Assim, o BR 800 é considerado por muitos até hoje como um dos piores carros produzidos no Brasil. 

Conclusão

Agora queremos saber a sua opinião. Concorda ou discorda com a nossa lista? Deixe um comentário contando quais são os seus motivos. 

Depois de conhecer os piores carros produzidos no Brasil, que tal conhecer modelos raros produzidos aqui que você nem sabia que existiam? Para saber quais são eles é só clicar no botão abaixo.

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