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11 dicas simples para não ser enganado na oficina

Confira dicas simples e pra lá de úteis para não cair na lábia de mecânicos que agem de má fé e assim não ser enganado na oficina.

por

Murilo C.

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Descubra como fazer para não ser enganado na oficina

Descubra como fazer para não ser enganado na oficina

Não ser enganado na oficina é uma tarefa simples, mas que requer um pouco de jogo de cintura, principalmente para aquelas pessoas que não possuem um mecânico de confiança ou um estabelecimento fixo para realizar a manutenção do seu carro. 

O medo de cair na enganação de um mecânico é natural.

Afinal, são comuns os casos onde eles se aproveitam da falta de entendimento dos clientes e empurram serviços desnecessários.

Esse tipo de ação gera lucro para a oficina e prejuízo para o proprietário. 

Contudo, a ida à oficina não precisa ser um martírio ou momento de sofrimento e apreensão. 

Sim, nós sabemos que não há nada pior do que pagar por um serviço ou produto que não precisamos. 

Assim, depois de receber muitos pedidos de nossos leitores, nossos especialistas entraram em ação. 

Se você já passou por esse tipo de problema, saiba que ele tem solução. 

No artigo de hoje, nossos especialistas trazem dicas simples e práticas para não ser enganado na oficina nunca mais. 

Bora conferir?

Como encontrar um mecânico de confiança, afinal?

Encontrar um mecânico de confiança é tarefa simples!

Muitas pessoas contam com um mecânico ou uma oficina de confiança na hora de realizar as manutenções preventivas e corretivas do seu carro. 

Poder contar com uma pessoa ou estabelecimento de confiança é a melhor forma de não ser enganado na oficina. 

Contudo, a dúvida aqui é: como encontrar um mecânico de confiança?

Se você nunca teve um carro, encontrar um mecânico no qual você possa confiar é um problema, mas é algo fácil de resolver. 

E aqui, entra o bom e velho conselho: Peça informações a amigos, colegas e parentes. 

Busque saber se o profissional ou a oficina são idôneos, e se possuem a formação adequada. 

Outra maneira de encontrar um mecânico confiável é conferindo o atendimento das oficinas, se elas possuem organização e são limpas. 

Uma série de fatores são fáceis de notar, mas não existe nada melhor do que uma recomendação para trazer aquela segurança adicional. 

Mas caso você ainda não conte com um mecânico de confiança, não se preocupe. Afinal, estamos aqui para te ajudar. 

Assim, separamos dicas importantes e fáceis de colocar em prática para não ser enganado na oficina nunca mais. Confira! 

11 Dicas para não ser enganado na oficina pelo mecânico

Como a gente acabou de citar, o ideal é construir uma relação de confiança com um mecânico ou uma oficina para não ter que se preocupar toda vez que precisar de reparos ou consertos. 

Mas enquanto o match perfeito não rola, é só seguir as dicas de ouro que separamos para você. Vamos começar. 

11. Busque oficinas com boas avaliações

O primeiro passo para não ser enganado na oficina é escolher estabelecimentos com boas avaliações. 

Assim, buscar informações verdadeiras sobre os serviços de atendimento, com base nas avaliações e recomendações de outros clientes é fundamental. 

Realizar esse tipo de busca é muito fácil. Basta ir até o Google ou as redes sociais da oficina, como Instagram e Facebook. 

Rapidamente você irá se deparar com avaliações e comentários sobre o estabelecimento e concluir se o estabelecimento é bom ou não! 

10. Desconfie da pressa de fechar o serviço

Se você procura uma oficina para reparo no seu veículo, a pressa em fechar o negócio é sua e nunca o contrário. 

Assim, é dever do mecânico realizar uma revisão no carro e orçar o serviço ao cliente. 

Da mesma forma que cabe ao cliente se sentir à vontade para fechar ou não o negócio. 

Caso o mecânico insista para que o serviço seja feito rapidamente desconfie e não faça o que ele está pedindo, busque uma segunda opinião. 

9. Faça cotações em outras oficinas

Seguindo a deixa da dica anterior, chegamos a mais uma forma de não ser enganado na oficina. 

Pedir outras opiniões e comparar orçamentos é uma ótima forma também de conferir o atendimento de um estabelecimento de forma geral. 

Quando falamos de oficinas mecânicas, a melhor não vai ser a mais barata. Mas te fará sentir satisfeito com o serviço prestado. 

Assim, é importante comparar preços de diferentes oficinas e a dica aqui é clara:

Caia fora de oficinas que cobrem muito acima ou muito abaixo da média dos orçamentos que você recebeu. 

E no fim, feche com a oficina que transmitiu o máximo de credibilidade. 

8. Teste a confiança do mecânico

Aqui temos uma dica muito valiosa para você não cair em golpes na oficina. 

Trata-se de uma ação muito simples. Você só precisa perguntar algo que já sabe a resposta. 

Se você trocou as pastilhas de freio recentemente ou o óleo, questione se elas precisam ter novamente a troca ou se o óleo está no nível adequado. 

Isso sem entregar é claro, que o serviço já ocorreu. 

A resposta vai dizer se você deve ou não confiar no mecânico. 

7. Conheça o básico sobre seu carro

A gente não está dizendo que você precisa ser um expert em mecânica. Muito pelo contrário. 

Mas, é importante ter o mínimo de conhecimento técnico para poder debater com o profissional de forma tranquila e clara. 

Assim, realizar leituras sobre o funcionamento do carro, assistir vídeos curtos e explicativos no Youtube, por exemplo, são excelentes maneiras de entender o básico sobre mecânica e evitar que mecânicos te passem para trás. 

6. Demonstre segurança

Demonstrar segurança é fundamental!

Demonstrar segurança é outra excelente maneira de não cair em golpes na oficina. Assim, preste atenção à sua postura. 

Evite parecer frágil ou inseguro. Isso dá abertura para o mecânico pensar que você vai aceitar tudo que ele oferecer. 

Dessa forma, não se impressiona com nomes complicados, tampouco diga frases do tipo:

Não entendo nada disso, faça o que for preciso.

Se o mecânico não for confiável ele vai deitar e rolar em cima de você. Por isso, mantenha uma postura firme. 

5. Peça um detalhamento dos problemas e serviços

Não aceite que o mecânico dê uma explicação genérica sobre o problema e o serviço que precisará fazer. 

Exija que tudo tenha uma explicação de forma detalhista e da maneira mais clara possível sem a utilização de jargões. 

Caso termos técnicos surjam na conversa, não se sinta acuado e pergunte o que eles significam. 

É importante que todos os pontos sejam detalhados, quais peças serão substituídas e quanto cada peça e mão de obra irá custar. 

4. Solicite um orçamento por escrito

Depois de um detalhamento dos problemas e serviços na conversa, é hora de pedir um orçamento por escrito. 

Assim, peça para que o mecânico coloque toda a explicação que te deu no papel, por meio de um orçamento detalhado. 

Isso garante mais facilidade na hora pedir segundas opiniões e comparar informações. 

3. Questione sobre a origem das peças

Aqui temos outro item de grande importância para não ser enganado na oficina. 

É seu direito conhecer qual é a origem das peças que vão colocar em seu carro, assim como você deve exigir peças originais e a nota fiscal de cada uma delas. 

Caso você queira, após a troca, também é seu direito levar embora todos os itens que trocaram. 

Esse tipo de ação traz segurança, além de valorizar o carro no momento de revendê-lo.

Além disso, a atitude impede que o mecânico reutilize a peça e faça você pagar por uma nova. 

2. Peça garantia

Profissionais idôneos, qualificados e que prestam um bom serviço não têm medo de oferecer garantia sobre os serviços prestados. 

Bons mecânicos sabem que é necessário que o carro rode um pouco para assegurar que tudo está certo depois da realização de algum reparo ou instalação de peças e acessórios. 

Assim, se o mecânico não quiser dar garantia sobre serviços prestados, procure outra oficina. 

1. Se possível acompanhe o serviço

Acompanhar o serviço é ótima ideia!

E por último, mas não menos importante quando o assunto é não ser enganado na oficina, nossa dica é a de que você acompanhe o serviço se possível. 

Ok, a gente sabe que existem serviços que levam tempo para realizarem. Como por exemplo a troca da correia dentada. 

Mas, existem reparos rápidos, como a troca de pastilhas e escapamentos, ou a troca do óleo e filtro por exemplo. 

Assim, sempre que possível, acompanhe o serviço.

Isso mostra ao mecânico que você está atento aos detalhes de tudo que está sendo feito. 

Você pode ter um carro sem precisar se preocupar com oficina

Saiba que é possível ter um carro e não se preocupar em enganação na oficina?

Parece loucura, mas é verdade. 

Hoje em dia, existem serviços de carro por assinatura. 

Nesse tipo de serviço, você paga por usar o carro e não precisa se preocupar com documentação, seguro, consertos e muitos outros tipos de burocracia. 

Carros por assinatura tem ofertas por empresas especializadas, mas podem ter contratação diretamente com as montadoras. 

Tá a fim de dirigir sem se preocupar com um monte de coisas? Então, o carro assinatura é ideal para você. 

Para saber mais é só clicar abaixo! 

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Murilo C.

Redator especialista em carros, se identifica com conteúdos relacionados a lançamentos e análises de veículos e acredita que compartilhar conhecimento na área ajuda todos a tomarem melhores decisões em busca do veículo ideal para cada tipo de perfil.

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Nacionais que não fazem falta: Os 10 piores carros produzidos no Brasil

Conheça os piores carros produzidos no Brasil e evite-os a todo custo!

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Murilo C.

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Automóveis despertam uma paixão natural em muita gente e isso pode ser um problema, pois leva muita gente a pensar com a emoção e não com a razão. O fato de ser passional já fez muita gente comprar os piores carros produzidos no Brasil.

Embora passional, o consumidor brasileiro também é exigente. Uma matéria da revista Exame mostrou há anos que as montadoras se preparam para atender clientes cada vez mais exigentes. 

Piores carros produzidos no Brasil

Em tempos de crise muita gente pode acabar vendendo seu carro e comprando um carro usado como forma de manter as contas em dia, mas para isso alguns cuidados devem ser tomados. 

Como forma de refrescar a memória de muita gente e evitar trocas ruins, nós do Senhor Carros fizemos uma lista com aqueles que são os 10 piores carros nacionais já produzidos. 

Para saber quais são eles é só continuar a leitura do artigo de hoje!

Os 10 piores carros produzidos no Brasil

Conheça agora quais são os 10 piores carros produzidos no Brasil.

10. Fiat Marea

Sim! O Marea vai estar em toda lista de carros ruins. O modelo é uma unanimidade quando o assunto é carro problemático e infelizmente o modelo justifica essa horrorosa fama. 

A principal discrepância de qualidade é a necessidade de se tirar o motor por completo para para trocar uma simples correia dentada. Mas os problemas não param por aí.

Fiat Marea
Fiat Marea

Os modelos e versões do Marea tinham alguns erros inaceitáveis de projetos. Ou seja, a FIAT o tratava com um verdadeiro Frankenstein. 

Um exemplo clássico disso é o modelo 2005 que tinha um motor 2.4 de 160 cavalos e um câmbio automático de apenas 4 marchas. Além disso, o Marea é conhecido por explosões e fogo sob o capô. 

Sem sombra de dúvidas é um modelo que merece estar presente em nossa lista. 

9. Fiat Tipo

Na nona posição temos mais um veículo da montadora italiana que ficou famoso pela sua má qualidade. 

Assim como o Marea o Tipo teve a imagem manchada por casos de incêndio. Um problema nas mangueiras do sistema hidráulico da direção, fazia com que um líquido inflamável fosse despejado no motor. 

O Resultado: Fogo! Já pensou estar dirigindo e o carro começar a pegar fogo? Não dá, né?

Fiat Tipo
Fiat Tipo

O Tipo foi lançado em 1988 e até 1991 contava com uma série de opções de motor e potência. Teve até modelo movido a diesel. 

Em 1993 o Tipo passou por uma renovação e ganhou até mesmo uma versão com três portas (muito antes do Veloster). Em 1994 o modelo recebeu melhorias de segurança, até sair de linha em 1995, sendo substituído pelo Bravo. 

Até hoje o Tipo é visto como um dos piores carros produzidos por aqui. Sendo assim você deve evitá-lo a todo custo.

8. Fiat Freemont

Não. Essa lista não tem apenas carros da Fiat. Mas o Freemont é mais um caso que precisa ser citado. Principalmente os modelos mais antigos. 

Embora seja um carro amplo e com bastante espaço sendo uma ótima opção para famílias é mais um exemplar dentre os piores carros brasileiros. 

Fiat Freemont
Fiat Freemont

Muito semelhante ao Dodge Journey quando lançado contava com uma opção de câmbio automático com apenas 4 marchas. Algo que acabava com seu desempenho e aumentava o já alto consumo de combustível.

Se você gosta muito do design e o espaço do Fiat Freemont é um atrativo para você nossa sugestão é que busque as versões mais novas que passaram por melhorias no câmbio, consumo e potência. 

Caso contrário as chances de você passar raiva e virar sócio dos postos de gasolina são grandes.

7. Troller Pantanal

Além de ruim, o Troller Pantanal é um desconhecido de muita gente por conta do seu baixo número de vendas. Apenas 77 unidades foram vendidas, uma verdadeira vergonha. 

Troller Pantanal
Troller Pantanal

O Modelo foi produzido durante os anos de 2006 e 2008 e passou por um recall pelo simples fato de que sua estrutura poderia se desfazer de uma hora para outra enquanto estivesse andando. 

Hoje os modelos são comercializados são vendidos a preços MUITO baratos, mas não caia em tentação. Se você se deparar com um Troller Pantanal à venda você só deve fugir. 

6. Hyundai Veloster

Aqui temos um exemplar que causou muita confusão e sofreu com críticas pesadas da mídia especializada na época em que ainda era vendido. 

O Veloster era bonito e contava com bom acabamento interno e externo. Porém era chamado pela montadora de esportivo. 

Hyundai Veloster
Hyundai Veloster

A Hyundai anunciou que o motor dispunha de 140 cavalos quando na verdade possuía “somente” 128. Muitos proprietários se sentiram lesados e processaram a montadora que precisou pagar multa por propaganda enganosa. 

A falta de potência do motor aliada ao escândalo fez o modelo se tornar um dos piores carros produzidos no Brasil. Afinal ninguém gosta de ser enganado.

5. Lada Laika

O Laika chegou ao Brasil no início da década de 1990 e tinha na confiabilidade mecânica o seu ponto alto. Além disso a tração traseira fazia do modelo uma opção interessante e divertida de dirigir.

Lada Laika
Lada Laika

Entretanto embora fosse produzido no Brasil o modelo foi desenvolvido com tecnologia para rodar com gasolina pura, assim como era na Rússia seu país de origem. Por aqui a gasolina era diluída com etanol e isso acabou com o desempenho do Laika. 

4. Peugeot Hoggar

A Peugeot Hoggar é outro exemplo crônico de carro ruim fabricado em solo nacional. 

A pequena picape foi produzida para brigar com Montana, Saveiro e Strada. Sendo as duas últimas líderes de no segmento. 

Peugeot Hoggar
Peugeot Hoggar

Sem nenhum tipo de experiência anterior no segmento de pequenas picapes a Hoggar se mostrou fraca e com alto consumo de combustível quando estava com a caçamba carregada. 

Além disso muitos exemplares sofrem um desgaste precoce na suspensão. O que aumenta os gastos dos proprietários com manutenção muito antes do considerado ideal. Por isso é um modelo com lugar cativo em nossa lista. 

3. Citroen Xantia

Muito do receio que os brasileiros possuem com os carros da Citroen é proveniente de tempos antigos e o Xantia tem sua parcela de culpa nisso. 

O Xantia era considerado um carro à frente do seu tempo quando foi produzido. Com uma ampla gama de itens de série até agradava em um primeiro momento. Mas se seus proprietários precisassem de mão de obra especializada estavam literalmente perdidos.

Citroen Xantia
Citroen Xantia

Com tecnologia alta para a época e com componentes sofisticados eram poucos o que sabiam mexer nos seus sistemas elétricos e hidráulicos. E isso fazia qualquer tipo de reparo se tornar uma fortuna! 

Além do mais seus motores eram fracos para época quando comparados aos concorrentes nacionais já consolidados como era o caso do Volkswagen e Chevrolet, por exemplo. 

2. Simca Chambord

A Simca era uma montadora francesa que produziu carros no Brasil entre as décadas de 50 e 60. 

A montadora quis trazer aos brasileiros veículos com linhas americanas e conseguiu! Pelo menos em teremos de visual. 

Simca Chambord
Simca Chambord

O Simca Chambord que ganhou até música era bonito e espaçoso mas não andava nada. O modelo que era pesado possuía sob o capô um motor V8 com míseros 80 cavalos que era insuficiente para empurrar nas ruas e estradas. 

Nos dias atuais até mesmo os colecionadores fogem do Simca Chambord e o consideram um dos piores carros já produzidos em terras nacionais 

1. Gurgel BR 800

E como não poderia faltar temos também o Gurgel. 

Lançado em 1987 o Gurgel BR 800 tinha uma proposta louvável: ser um modelo barato, popular e 100% nacional. 

Na época o objetivo era fazer com que o modelo não custasse mais de 3 mil dólares. Mas por conta de uma série de problemas fiscais o modelo acabou sendo lançado na média dos 7 mil dólares. 

Gurgel BR 800
Gurgel BR 800

Apelidado de feinho até hoje, o modelo rodava incríveis 25 km por litro, não tinha correias e dispunha de refrigeração à água. No entanto não deslanchou em vendas. 

Sua performance era ruim e seu preço ficou muito semelhante aos de concorrentes da época, como é o caso do Uno Mille. Assim, o BR 800 é considerado por muitos até hoje como um dos piores carros produzidos no Brasil. 

Conclusão

Agora queremos saber a sua opinião. Concorda ou discorda com a nossa lista? Deixe um comentário contando quais são os seus motivos. 

Depois de conhecer os piores carros produzidos no Brasil, que tal conhecer modelos raros produzidos aqui que você nem sabia que existiam? Para saber quais são eles é só clicar no botão abaixo.

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