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Chevrolet Spin 2021: Conheça os novos destaques da minivan

Chevrolet Spin 2021 tem aumento de preço, mas oferta de itens e aumento da segurança compensam os novos valores. Confira o que há de novo na minivan que é pau pra toda obra.

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Murilo C.

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Chevrolet spin 2021 vem recheada de novidades

Podemos dizer hoje que a Chevrolet Spin 2021 é uma remanescente de duplo sentido afinal não é absurdo nenhum dizer que o modelo é uma verdadeira mistura de perua e minivan, dois segmentos que fizeram muito sucesso na década de 90 e começo dos anos 2000 mas que hoje quase não são procurados. 

Entretanto como muitos já sabem os SUVs literalmente tomaram espaço de muitos segmentos e rapidamente se tornaram o segmento preferido de muitos brasileiros. 

Chevrolet Spin 2021
  • Categoria: Minivan
  • Preço médio novo: R$ 85 mil
  • Preço médio usado: R$ 60 mil
  • Versão recomendada: 1.8 ACTIV 8V FLEX 4P
  • Consumo médio cidade: 8 km/L
  • Consumo médio estrada: 12 km/L

Com isso tanto peruas quanto minivans literalmente desapareceram das ruas e estradas do país o que é positivo para a Spin pois no momento ela reina sozinha sem nenhum tipo de concorrente para incomodar. 

E com quase uma década de idade o modelo segue sendo produzido em linha e é sem sombra de dúvidas uma ótima opção para quem busca espaço seja para trabalhar ou passear em família sem gastar rios de dinheiro. 

Hoje nossa equipe traz para você uma análise profunda e precisa da nova Chevrolet Spin 2021. Bora conferir? 

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Chevrolet Spin 2021: O que há de novo afinal?

Vamos começar soltando um spoiler que tem se repetido em praticamente todos os modelos de carros: O preço da Spin 2021 está mais caro. Algo que aconteceu com muitos outros veículos de diferentes marcas. 

No entanto é preciso ser justo! Levando em conta os valores praticados no mercado automotivo atualmente a Chevrolet Spin 2021 vale o que custa afinal há uma série de novidades que justificam esse aumento. Mostraremos agora cada uma delas. 

Design mais harmonioso

O Design da Spin sempre foi criticado. Principalmente em 2012 seu ano de lançamento quando foi duramente criticada e até mesmo alvo de piadas por conta de suas linhas pouco convencionais.

Seis anos depois o jogo virou e o modelo passou por um amplo processo de reestilização. Felizmente esse estilo harmonioso continua até os dias de hoje. 

No exterior os faróis ficaram mais largos e mais afilados. A grade agora tem um ar mais horizontal e o capô está mais plano e menos abaulado como era antigamente. 

Traseira
Traseira da Spin 2021 é mais bonita

A grande novidade em termos de design da perua está na traseira com novas lanternas horizontais que chegam a invadir a tampa do porta-malas. Sem sombra de dúvidas um visual mais clean e agradável aos olhos. 

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Espaço interno

Se no exterior as mudanças são perceptíveis não podemos dizer o mesmo do interior. Recentemente o veículo ganhou um novo painel de instrumentos que é o mesmo que era utilizado no antigo Chevrolet Tracker. 

Mostradores analogicos trouxeram um estilo mais sofisticado e limpo em comparação ao painel digital que possuía um aspecto relativamente simplório para um modelo que estava longe de ser popular

Outro ponto que chama bastante atenção no veículo pelo menos na versão premier são os bancos de couro marrom com costura em azul que ficaram muito bonitos. 

O Chevrolet Spin 2021 se mantém fiel a sua virtude de amplo espaço interno. Com quatro versões disponíveis como mostraremos mais adiante – a top de linha: Premier traz uma terceira fila de bancos no porta-malas. 

O banco de trás está apoiado em trilhos corrediços e pode ser posicionado mais para frente ou mais para trás o que amplia o espaço para os viajantes da segunda e terceira fileira. 

O acesso aos bancos extras é feito pelo lado direito que pode ser totalmente rebatido. basta puxar duas alavancas e assim liberar a entrada dos passageiros.

Porta-malas
Com sete ocupantes porta-malas fica pequeno

Os amantes da remanescente Zafira lamentam que a montadora não tenha utilizado o sistema de rebatimento de bancos extras. Com isso a terceira fileira de bancos é rebatida mas acaba roubando espaço do porta-malas. 

Com as fileiras rebatidas a Spin o porta-malas da Spin tem capacidade de 716 litros. Com todos os bancos no lugar sobram apenas 162 litros. 

Equipamentos

Embora seja um carro para família um item do qual se sente falta na Chevrolet Spin 2021 são os airbags laterais e do tipo de cortina além dos destravamento das portas sem chave e partida do motor por meio do botão. 

No restante os itens são considerados satisfatórios. A versão topo de linha conta com uma linha completa de itens de série. 

Ar-condicionado, direção, vidros e travas elétricas, central de multimídia MyLink capaz de suportar Android Auto e Apple Car, ganchos para fixação de cadeirinha Isofix, OnStar, câmera de ré, sensores de estacionamento, piloto automático e bancos revestidos em couro. 

Equipamentos
Equipamentos básicos e funcionais

Entretanto nota-se a falta de alguns itens básicos e funcionais como é o caso da abertura do porta-malas. É preciso usar a chave na própria tampa para ter acesso ao compartimento traseiro. Um descuido ou falta de atenção da marca. 

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Segurança e manutenção são destaques positivos

Embora não venha com os airbags laterais tampouco os do tipo cortina que estão presentes no Onix a perua/minivan surpreende positivamente quando o assunto é segurança. 

A Chevrolet Spin 2021 conta com controles de estabilidade e tração. Sistemas importantes para um veículo voltado para o uso familiar. 

Outro item positivo são os custos de revisão e manutenção que são honestos e acessíveis. Uma prática comum vindo da Chevrolet. 

Por fim é importante ressaltar que o valor do seguro também é acessível e não causa sustos aos proprietários. 

Motorização e consumo

A Spin é o único modelo da marca que ainda usa o “antigo” motor 1.8 SPE/4 de 111 cavalos quando abastecido com etanol. 

Na versão premier – topo de linha ele está acoplado a um câmbio automático de seis velocidades que recebeu uma nova calibragem que também é utilizada no Onix e Onix Plus de acordo com a montadora. 

Entretanto o funcionamento não é linear e natural. Embora o câmbio atue de maneira competente nas acelerações as retomadas são um pouco lenta. dando a entender que a caixa de câmbio demora a entender que é preciso reduzir uma marcha. 

Motorização
Motor 1.8 é antigo, porém funcional

As reduções inclusive são um tanto quanto perceptíveis. Principalmente em baixas velocidades onde todos os integrantes do veículo sentem o famoso “tranco”

Nas versões mais básicas o câmbio é manual de 6 velocidades com engates precisos e mais funcionais que a versão automatizada. 

As médias de consumo são as seguintes:

Cidade

  • Câmbio manual:  8,1 km/l abastecido com álcool e 11,8 km/l abastecido com gasolina;
  • Câmbio automático: 6,9 km/l  abastecido com álcool e 10,1 km/l abastecido com gasolina.

Estrada

  • Câmbio manual: 9,4 km/l com álcool e 13,7 km/l com gasolina
  • Câmbio automático: 8,4 km/l com álcool e 12,0 km/l com gasolina

Mesmo com um conjunto de motor antigo as médias de consumo são um tanto quanto aceitáveis uma vez que se trata de um veículo grande, pesado e voltado para a família. Assim é possível afirmar que o Chevrolet Spin 2021 cumpre muito bem o seu papel. 

Chevrolet Spin 2021 preços e versões

A Spin 2021 está disponível em quatro versões diferentes. São elas:

  • Chevrolet Spin LS 1.8: R$ 66.515,00
  • Chevrolet Spin LT 1.8: R$ 69.999,00
  • Chevrolet Spin Premier 1.8 R$ 95.390,00
  • Chevrolet Spin Activ 1.8: R$ 97.145,00

Conclusão

Como citamos anteriormente o principal segredo de longevidade da Spin está na ausência de concorrentes em sua faixa de preço.

Atualmente ela é o único modelo capaz de transportar sete passageiros com valores inferiores aos temidos R$ 100 mil. 

Em teoria seu principal concorrente seria o Fiat Doblò. Mas com um projeto antigo com design ultrapassado e valores que superam os R$ 100 mil não dá pra considerarmos o modelo como concorrência. 

Spin branca
Chevrolet Spin deve reinar sozinha por mais alguns anos

Dessa maneira não é absurdo algum afirmam que a minivan tem como concorrentes alguns SUVS como o Hyundai Creta e até mesmo o seu irmão Tracker que possuem valores na faixa dos R$ 90 mil. 

Entretanto nenhum deles consegue levar mais do que cinco passageiros. Assim não é absurdo nenhum afirmar que a Spin possui longa vida pela frente. Até o final de setembro 11.646 unidades do modelo haviam sido emplacadas no Brasil.

Agora queremos ouvir de você: Gostou das novidades da Chevrolet Spin 2021? Conta para gente quais são as suas impressões através dos comentários.

E já que estamos falando de um veículo espaçoso da chevrolet que tal conhecer outro?

Estamos falando da Trailblazer que também traz novidades para a linha 2021. Para saber tudo sobre o SUV que é exclusivo é só clicar no botão abaixo.

Redator especialista em carros, se identifica com conteúdos relacionados a lançamentos e análises de veículos e acredita que compartilhar conhecimento na área ajuda todos a tomarem melhores decisões em busca do veículo ideal para cada tipo de perfil.

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Conheça os 15 piores carros para revenda no Brasil

por

Murilo C.

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Os piores carros para revenda no Brasil

Você sabia que existem aqueles que são considerados os piores carros para revenda no Brasil? Pois bem, existem muitas questões que devem ser levadas em consideração na hora de comprar um carro. Embora seja desaconselhado, ainda é grande o número de pessoas que compram um veículo levando em conta puramente o “gostar” do modelo, sem se preocupar com nenhum outro tipo de informação. 

Há uma série de aspectos que precisam ser pensadas e até mesmo repensadas antes de comprar qualquer modelo de carro. Índice de roubos, valor de seguro, preço de manutenções, períodos de garantia oferecidos pelo fabricante, consumo de combustível e um dos mais importantes de todos: Valor de revenda. 

Muitos negócios vivem e sobrevivem puramente da compra e revenda de carros. Se você possui uma revenda de veículos, o artigo de hoje foi produzido especialmente para você, pois vamos mostrar os piores carros para revenda no Brasil. Nossa sugestão é simples: Leia o conteúdo até o fim, e saiba quais modelos evitar. 

Os piores carros para revenda no Brasil

Confira agora, quais são os piores carros para revenda no Brasil

15. EcoSport 1.0 

O Ford EcoSport foi lançado no ano de 2003 e em seu ano de estreia vendeu pouco mais de 12 mil unidades. O modelo de lançamento contava com três opções de motor: 1.0 de 8v supercharger; 1.6 de 8v e 2.0 com 16v.

Durante oito anos, o modelo passou por renovações e mudanças, ganhando diferentes tipos de acessórios, novas versões e como não poderia deixar de ser, a retirada da motorização 1.0 que não agradou. 

O EcoSport 1.0 foi reprovado pelos clientes e também pela mídia especializada, por conta de seu fraco desempenho e consequentemente alto consumo. Hoje ele é encontrado em sites de venda por valores que podem variar entre R$ 15 mil a R$ 20 mil. Sem sombra de dúvidas, um dos piores carros para revenda no Brasil.

EcoSport 1.0
EcoSport 1.0

14. Mercedes Classe A

O Mercedes Classe A foi apresentado pela primeira vez no ano de 1997 no Salão de Genebra, na Suíça. No Brasil, o modelo foi lançado apenas em 1999 e teve produção até o ano de 2005.

No início, o classe A alcançou bons números de vendas. Porém, o aumento do dólar na época, acabou interferindo negativamente em suas vendas que começaram a cair ano a anualmente. Em 2005, ano de encerramento de produção, foram vendidos somente 3.499 unidades. 

O alto valor de manutenção e peças, aliado à perda de credibilidade do modelo, faz com que ele possa ser encontrado por preços que variam entre R$ 9 mil e R$ 20 mil, sendo considerado um dos piores carros para revenda no Brasil.

Mercedes Classe A
Mercedes Classe A

13. Volkswagen Polo 1.0 

Em seu lançamento no ano de 2003, a Volkswagen achou ser uma boa ideia equipar o modelo com um motor 1.0 de 16 válvulas com 79 cavalos de potência. Na época, o modelo era considerado um popular de luxo, custando cerca de R$ 26 mil. 

Entretanto, a pouca potência não agradou em nada o consumidor brasileiro, fazendo com que a montadora alemã encerrasse sua produção no mesmo ano. Dessa maneira, é totalmente compreensível que o modelo faça parte da lista dos piores carros para revenda no Brasil, não é mesmo?

Hoje, o Polo 1.0 pode ser encontrado na faixa de R$ 10 mil a R$ 13 mil. 

Volkswagen Polo
Volkswagen Polo 1.0

12. Fiat Marea 

Certamente, você já esperava encontrar o Fiat Marea na lista dos piores carros para revenda no Brasil, não é mesmo? Além de ser considerado um dos piores carros já vendidos, ele também é muito difícil de ser revendido. 

O Modelo foi lançado com um motor 2.0 com 20 válvulas e 142 cavalos de potência e contava com um torque máximo de 18,1 kgfm. Em seguida, a Fiat lançou a versão SX, com o mesmo motor, porém sem o variador de comando e com “apenas” 127 cv. 

Embora tenha ficado por muito tempo no segmento de médios da montadora italiana, a dificuldade de manutenção, ausência de tecnologias e episódios de incêndios, fizeram suas vendas despencarem. Com isso, o modelo parou de ser produzido em 2007, dando lugar para a entrada do Linea e do Punto. 

Hoje é possível encontrar o Marea por valores que variam entre R$ 7mil e R$ 8,5 mil. Já os valores para a versão turbo, variam entre R$ 11 mil e R$ 15 mil. Mas é melhor manter distância. 

Fiat Marea
Fiat Marea

11. Fiat Doblô 

O Fiat Doblô é conhecido por seu amplo espaço e registro frequente de reclamações de seus proprietários. Embora seja considerado um carro de trabalho e não de passeio, o veículo da montadora possui uma série de fatores que justificam sua entrada na lista dos piores carros para revenda no Brasil.

Os principais pontos fracos do Doblô são: Isolamento acústico de baixa qualidade; Acabamento interno ruim; Baixo desempenho; Consumo de combustível elevado e Colunas dianteiras com muitos pontos cego.

Os valores são extremamente variáveis, levando em consideração, principalmente o ano de produção. Modelos produzidos em 2005 podem ser encontrados na faixa de R$ 20 mil, enquanto os modelos 2009 são comercializados na faixa dos R$ 75 mil.

Fiat Doblô
Fiat Doblô

10. Fiat Weekend

Considerada a última perua remanescente das levas mais antigas do Brasil, hoje especialistas automotivos consideram o modelo um carro ruim de revenda. O motivo: A Weekend pode estar com os dias contados.

No final de 2019, a Volkswagen já havia anunciado que a SpaceFox chegara ao fim da vida, por conta da baixa saída e a preferência do público por SUVs ser cada vez maior.

O principal ponto que chama atenção nessa questão é que as novas normas de segurança para 2020 podem deixar a produção do modelo inviável. Os novos itens são o sistema de fixação de cadeirinhas, o que demanda um alto investimento e esforço, além da obrigatoriedade de que os veículos saiam de fábrica com cintos de três pontos e encostos de cabeças para todos os ocupantes. Para um veículo que vendeu pouco mais de 2.500 unidades em 2019, esses investimentos podem ser vistos como inviáveis.

Hoje os valores da Fiat Weekend variam entre R$ 20 mil e R$ 79 mil, dependendo do ano e modelo. 

Fiat Weekend
Fiat Weekend

9. Jac T5

O SUV da Jac Motors não convenceu os consumidores brasileiros. Embora suas linhas sejam modernas, há quem diga que o T5 lembra modelos coreanos antigos, como o Hyundai ix35. 

Hoje seus valores são um pouco elevados ficando na faixa dos R$ 70 mil a R$ 80 mil. Cifras superiores às de seus concorrentes, como o Jeep Renegade e o Suzuki Jimmy que podem ser comprados por cerca de R$ 65 mil.

Dentre os pontos negativos que fazem o T5 ser um dos piores carros para revenda no Brasil estão a utilização de materiais de baixa qualidade para acabamento interno, suspensão rígida e má distribuição de componentes do painel. Há proprietários, inclusive que reclamam do forte odor de plástico. 

Os valores o Jac T5 variam entre R$ 44 mil e R$ 60 mil e tendem a ficar empacados por longos períodos em estacionamentos e revendas. 

Jac J5
Jac J5

8. Renault Symbol 

O Renault Symbol não apresentava problemas de projeto. Muito pelo contrário: Seus motores 1.6 com 8 e 16 válvulas equiparam muitos modelos da montadora francesa sem nenhum histórico de problema. 

Mas por que o modelo veio para na lista dos piores carros para revenda no Brasil? Você pode estar se perguntando. A resposta é simples: Sua concepção final. O modelo, era uma sedã baseado sob a antiga plataforma do Clio, já ultrapassada, com falta de espaço no banco interno e visual antiquado. 

Além disso, o “sedã” sofreu uma ferrenha concorrência interna da primeira geração do Logan, que era mais barato e espaçoso. Dessa forma, o Symbol teve vida curta, sendo produzido apenas entre 2009 e 2013. Essa rejeição do consumidor dificulta muito o processo de revenda do modelo, que pode ser encontrado por valores entre R$ 15 mil e R$ 22 mil. 

Renault Symbol
Renault Symbol

7. Ford Focus Sedan/Fastback

O Focus Sedã sempre teve bons atributos veiculares, mas nunca foi um sucesso de vendas. O modelo contou com três gerações no Brasil e todas foram ruins de mercado, com emplacamentos sempre registrando uma pequena fração em relação ao modelo Hatch, sempre teve espaço.

A suspensão independente nas quatro rodas sempre foi vista como um ponto positivo de estabilidade e suavidade. Além disso, com motorização sempre atual e potente o modelo tinha tudo para fazer sucesso. O seu fracasso no mercado é algo que intriga muitos especialistas do setor automotivo.

O design da traseira do sedã não ajudou muito tanto na primeira quanto na segunda geração. Na terceira e última safra, o problema era o câmbio automatizado powershift, que ganhou fama de mau funcionamento. Em 2015, a Ford reestilizou e mudou o nome do sedã de Focus para Fastback, mas nada adiantou e o modelo saiu de linha de vez em 2019.

A baixa adesão é o principal motivo que faz desse modelo um dos piores carros para revenda no Brasil. Os valores do modelo hoje ficam na faixa de R$ 22 mil até R$ 40 mil. 

Ford Focus Sedan FastBack
Ford Focus Sedan /Fastack

6. Jac J3

Aqui temos outro modelo da montadora chinesa que vem lutando e consequentemente sofrendo para agradar e conquistar o mercado brasileiro. 

No Brasil desde o ano de 2010 com diversos modelos, a linha “T” da montadora busca um novo posicionamento mercadológico. O Jac 3, concorria diretamente com com veículos como Renault Sandero, Chery Celer e o Lifan 320. Embora fosse bem equipado, contando com freios ABS, airbags, volante funcional e alguns acessórios de série, muitos reclamavam (e ainda reclamam) da baixa qualidade do acabamento, falta de peças de reposição e do preconceito por se tratar de uma marca chinesa. 

Por conta disso, o J3 figura hoje, entre os piores carros para revenda no Brasil, podendo ser encontrado por valores entre R$ 12 mil e R$ 15 mil.

Jac J3
Jac J3

5. Hyundai Elantra 

Diferentes gerações do Elantra foram importadas para o Brasil, entretanto, nenhuma delas fez sucesso. A última, inclusive, foi a que protagonizou maior fracasso. Quando chegou ao Brasil em 2011, a montadora viva uma momento de expansão, aliás o mercado nacional, ia de vento em popa e o segmento de sedãs médios estava particularmente aquecido.

Embora contasse com boa motorização, equipamentos de série e uma campanha publicitária massiva, o sedã nunca teve números expressivos de vendas. Há quem diga que o fracasso no mercado ocorreu por conta da alta competitividade da época, fazendo com que o modelo ganhasse o título de um dos sedãs mais rejeitados e por isso, um dos piores carros para revenda no Brasil.

Hoje os valores dos Hyundai Elantra variam entre R$ 40 mil e R$ 75 mil.

Hyundai Elantra
Hyundai Elantra

4. Fiat Linea 

Aqui temos outra estrela entre os piores carros para revenda no Brasil. Lançado no Brasil em 2008 e produzido até 2017, o Linea foi comercializado em uma série de versões, no entanto, seus números de vendas nunca foram positivos. Em outras palavras, o modelo nunca pegou por aqui.

Especialistas do setor automotivo divergem nos motivos, mas a causa mais aceita para o fracasso de vendas é que muitos acreditavam que o modelo poderia vir com os mesmos problemas apresentados pelos seus sucessor, o Fiat Marea. O resultado então, foi um baixo número de vendas e índices ainda piores de revenda. 

Hoje é possível encontrar um modelo por valores que variam entre R$ 23 mil e R$ 37 mil.

Fiat Linea
Fiat Linea

3. Peugeot 408

O Peugeot 408 ficou conhecido pelo seu visual ter sido utilizado na Stock Car durante as temporadas de 2007 a 2009. O modelo era bem equipado e confortável, mas tinha concorrentes de peso, como Citroen C4, Honda Civic e Toyota Corolla.

Para se manter no mercado, o 408 contava com freios ABS, faróis de neblina, ajuste do volante em profundidade, banco traseiro rebatível, porta-luvas climatizado e muitos outros itens de série. 

Com motorização poderosa, o sedã médio não foi páreo para seus concorrentes, principalmente os japoneses Civic e Corolla. Com vendas bem abaixo do esperado, o modelo saiu de linha em 2019, com fama ser um dos piores carros para revenda no Brasil.

Hoje é possível encontrar o Peugeot 208 por valores que variam entre R$ 24 mil e R$ 60 mil.

Peugeot 408

2. Citroen AirCross

Muitas pessoas acham que o AirCross saiu de linha dando lugar ao novo Citroen C4 Cactus, mas isso é um engano. O AirCross continua sendo fabricado na fábrica de Porto Real - RJ. Essa confusão é relativamente normal, afinal, as vendas do modelo nunca decolaram, colocando-o na lista de piores carros tanto para compra, quanto para revenda no Brasil. 

É muito complicado apontar somente um fator responsável pelas baixas vendas e revendas, mas muitas vezes a culpa recai sobre um projeto confuso que mescla diferentes segmentos em uma mesma coisa. Afinal, o AirCross não pode ser considerado um SUV ou então um monovolume.

Hoje é possível encontrar o veículo com valores que partem de R$ 26 mil até R$ 55 mil.

Citroen AirCross
Citroen AirCross

1. Chevrolet Agile 

O Chevrolet Agile é um dos poucos insucessos recentes da montadora, ficando longe das vendas de seus antecessores Corsa e Celta, por exemplo, que possuem grande aceitação no mercado de usados. 

Com pouco tempo de vida, tendo produção entre 2009 e 2013, os problemas começaram ainda na fase de projetos. Concebido durante a crise mundial de 2008, o modelo tinha uma série de restrições orçamentárias para seu desenvolvimento. 

Um ponto que chama a atenção de forma negativa é sua arquitetura ultrapassada, que impõe uma posição desconfortável ao motorista. Seu design nunca foi unanimidade, embora contasse com pontos positivos, tais como consumo de combustível e espaço no porta-malas, o modelo nunca decolou em vendas. 

Além disso, alguns modelos foram equipados com câmbio automatizado de uma embreagem, o famoso Easytronic, que são ainda mais rejeitados. Por isso, o Agile é considerado um dos piores carros para revenda no Brasil.

Hoje o Agile possui preços que variam entre R$ 19 mil e R$ 30 mil.

Chevrolet Agile
Chevrolet Agile

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