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Saiba como avaliar um carro usado e pague um valor justo por ele

Saber avaliar um carro usado é a melhor forma de não realizar uma compra compulsiva e pagar o valor justo pelo automóvel que está sendo negociado. Aprenda a realizar esse tipo de avaliação.

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Avaliar um carro usado de maneira correta é importante

Comprar e vender um carro que não é 0 km sempre envolve uma negociação delicada. Saber avaliar um carro usado é simplesmente fundamental para não realizar nenhum tipo de compra compulsiva e evitar prejuízos pagando valores superiores ao que o automóvel realmente vale. 

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A conferência completa na compra de um veículo usado ou seminovo deve ser muito atenta e criteriosa.

É preciso sempre contar com a ajuda de um profissional, incluindo a verificação de número do chassi gravados nos vidros, lataria, motor e documento e ir evoluindo aos poucos para outras partes do automóvel em questão. 

De maneira geral, ao avaliar um carro usado você deve se atentar a quatro parâmetros muito importantes para não comprar gato por lebre. São eles:

Motor, pneus, estado geral de conservação e lataria. 

Para que esse processo se torne mais fácil, mostramos para você a seguir como você deve proceder na avaliação de um veículo usado para pagar o preço justo por um veículo dessa natureza. 

Vamos começar?

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Como avaliar um carro usado de forma completa

Diferente do que muita gente acredita, avaliar um carro usado é uma tarefa relativamente simples. 

Caso você seja apenas um apaixonado por carros e não um grande entendedor, nossa sugestão é a de que você busque um mecânico profissional de sua confiança para isso. 

Há também no mercado, algumas opções de empresas que avaliam o carro que você deseja comprar e cobra valores acessíveis para esse tipo de serviço, que na verdade é um investimento mais do que inteligente. 

Mas não tema! 

Ao continuar a leitura, você vai descobrir como avaliar um carro usado de maneira funcional, de modo a fazer com que você faça uma boa compra ou evite cair em um furada. 

Partiu? 

Comece avaliando as manutenções e o motor

O primeiro passo na hora de avaliar um carro usado se dá por meio de uma análise nas manutenções. 

Abra o manual do carro e confira se as manutenções foram realizadas em concessionárias autorizadas pelo fabricante. 

Caso você não veja os registros, peça para o proprietário então, que mostre os recibos que informem quais foram os reparos realizados. 

Essa é a principal maneira de atestar que a mecânica está em dia! 

Em seguida, é hora de abrir o capô para dar aquela olhada marota no motor! 

Avaliar um carro usado envolve muita atenção com o motor!
Avaliar um carro usado envolve muita atenção com o motor!

Preste muita atenção nas partes que contenham borracha. Elas precisam estar bem conservadas. 

Borrachas ressecadas e quebradiças é um mau sinal! Além disso, dirigir o carro também é algo necessário. 

Enquanto dirige, escute os sons que o veículo faz. Se notar que o motor está batendo ou desconfiar de barulhos provenientes da parte dianteira, não compre o veículo. SImples assim. 

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Atenção aos pneus

Outros parâmetros importantes para se atentar na hora de avaliar todo e qualquer tipo de veículo usado são os pneus!

Se os pneus estiverem muito desgastados é um sinal clássico de desleixo com o cuidado do carro por parte do proprietário. Ou seja, sinal de atenção aceso. 

Caso os pneus apresentem desgastes irregulares é indício clássico de falta de alinhamento e balanceamento. 

E por último, não se esqueça de olhar na parte de dentro. Caso haja bolhas, é necessário trocá-los. 

E caso você precise trocar os pneus, pode negociar e descontar os valores dos pneus do preço final do carro e assim, fechar um negócio justo. 

Lataria

A lataria é um ponto importante de ser avaliado e que merece atenção. 

Sendo assim, confira toda a extensão do carro, com bastante calma e atenção. 

Aqui cabe uma dica importante: nunca avalie a lataria de um veículo em dias chuvosos. 

As gotas podem atrapalhar uma visão mais linear e realista do estado de conservação da lataria. 

Outro ponto importante é observar o carro durante o dia em um local claro. Nada de ambientes fechados. 

Lataria é ponto de atenção que envolve diretamente a segurança!
Lataria é ponto de atenção que envolve diretamente a segurança!

Uma forma bem bacana de avaliar a linearidade da lataria é se ajoelhar na frente do carro e olhá-lo por inteiro. 

Ao se afastar, tente buscar por diferenças de cores. Se a pintura estiver diferente em uma das peças é um sinal clássico de que o carro foi batido e consertado. 

Detalhes de micro pintura e pequenos amassados podem contar pontos contra. 

E por último, mas não menos importante todo e qualquer tipo de ferrugem é inaceitável. Isso é um sinal clássico de que o veículo não recebeu sequer os cuidados mais básicos. 

Estado geral de conservação

E o último tipo de ação na hora de avaliar um carro usado é se atentar ao estado geral de conservação. 

Observe se o interior está limpo ou se as partes plásticas estão hidratadas. 

Caso o carro esteja sujo e os plásticos do interior estejam ressecados é sinal de desleixo. 

Um carro mal cuidado diz muito sobre os cuidados do antigo dono. 

Outro ponto importante a ser avaliado são os pedais. 

Esses componentes normalmente são esquecidos pelos compradores. Por isso, não esqueça de observá-los. 

Se eles estiverem bastante desgastados e a quilometragem estiver baixa desconfie. 

Pedais desgastados combinam com hodômetros altos, da mesma forma que pedais conservados estão ligados a hodômetros baixos. 

Conclusão

Como você acabou de notar, avaliar um carro usado é uma tarefa relativamente tranquila. 

Mas como dissemos, se você não se sentir seguro para essa tarefa, busque por uma empresa profissional ou leve com você seu mecânico de confiança para minimizar as chances de fazer um mau negócio ruim e pagar o valor de Tabela FIPE ou menos.

Agora se seu negócio é dirigir, mas você não quer ter que comprar um carro de forma literal, saiba que a solução é procurar um carro por assinatura. 

Pode parecer loucura, mas não é! 

Hoje em dia é possível ter um carro por assinatura diretamente com algumas montadoras, sabia?

Já pensou em dirigir por aí mas sem precisar pagar IPVA, licenciamento, Seguro Auto e outros tipos de burocracia? Saiba que isso é possível e em algumas situações até mais barato do que comprar um veículo.

Ficou curioso? Quer saber mais? É só clicar abaixo! 

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Sobre o autor

Murilo C.

Redator especialista em carros, se identifica com conteúdos relacionados a lançamentos e análises de veículos e acredita que compartilhar conhecimento na área ajuda todos a tomarem melhores decisões em busca do veículo ideal para cada tipo de perfil.

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Qual a diferença entre seguro auto e proteção veicular

Saiba qual é a diferença entre seguro auto e proteção veicular e proteja o seu veículo da maneira mais apropriada possível contra diversos tipos de problemas!

Descubra o que são e qual a diferença entre um seguro auto e a proteção veicular

Você certamente já se questionou sobre qual a diferença entre seguro auto e proteção veicular. 

Essa é uma pergunta muito importante.

Afinal, o Brasil possui hoje mais de 80 milhões de veículos registrados.

No entanto, apenas 25% possui algum tipo de seguro auto ou proteção veicular. 

E a contratação desse tipo de serviço costuma gerar muitas dúvidas e questionamentos nos proprietários veiculares.

Afinal, é grande o número de pessoas que não conhece a diferença entre proteção veicular e seguro.

Assim, é relativamente comum que um serviço cuja intenção é proporcionar tranquilidade às pessoas acabe se tornando uma dor de cabeça.

Embora pareçam semelhantes em um primeiro momento, seguro auto e proteção veicular possuem muitas diferenças entre si.

Dessa forma, com o objetivo de te mostrar a diferença entre os dois tipos de proteção ao seu carro, nossos especialistas criaram um artigo especial.

Nele, você vai saber de uma vez por todas a diferença entre seguro auto e proteção veicular. 

E aí? Bora conferir? 

Então, vamos lá! 

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O que é proteção veicular?

Para começar a falar da diferença entre seguro auto e proteção veicular, vamos começar falando da segunda opção. 

A proteção veicular é um produto vendido por associações e que oferece algumas coberturas protetoras para veículos. 

Pessoas que contratam esse tipo de serviço compartilham riscos de um grupo inteiro.

Ou seja, isso significa que elas pagam um valor mensal para ter as coberturas contratadas e, caso algum sinistro ocorra, o dinheiro para cobrir os prejuízos sai de um fundo mútuo. 

Quando o fundo não possui valores suficientes, então, todos do grupo devem arcar com os custos. 

Imagine, então, a seguinte situação:

Você contrata uma proteção veicular contra colisão, sofre um acidente e o custo para o conserto é de R$ 2 mil. 

Caso você esteja com as mensalidades em dia, a associação resgatará o dinheiro do fundo comum de quem contratou a proteção veicular. 

Esse dinheiro, então, será usado para quitar o seu prejuízo. 

Contudo, se não houver valores no fundo, o valor é repartido entre todos os associados. 

Caso uma proteção tenha 20 associados, cada um vai arcar com R$ 100 do seu prejuízo. 

Assim, o reparo é feito. 

O que é seguro auto?

Dando continuidade no artigo sobre a diferença entre seguro auto e proteção veicular, agora é hora de falarmos sobre o seguro auto. 

O seguro auto é um produto comercializado por seguradoras que precisam estar vinculadas à SUSEP – Superintendência de Seguros Privados. 

Quem contrata um seguro auto, se torna automaticamente um cliente da empresa.

Assim, a seguradora assume os riscos envolvidos nas coberturas contratadas. 

Com esse tipo de proteção quando um sinistro previsto na apólice ocorre, o segurado tem o seu prejuízo coberto pela seguradora. 

Caso o sinistro seja pequeno, a seguradora cobra apenas uma franquia para consertar o veículo. 

A franquia nada mais é do que o custo de responsabilidade do cliente para que o veículo seja consertado.

Ela está prevista em contrato, como um valor fixo ou percentual.

Assim, se a sua franquia for de R$ 1 mil, e o conserto fique em R$ 3 mil, você paga apenas R$ 1 mil e o reparo é feito. 

Os outros R$ 2 mil quem paga é a seguradora. 

Além disso, é possível também contar com indenização por perda integral no seguro auto. 

Ou seja, a perda integral quando os danos ao carro superam 75% do seu valor de tabela. 

Assim, nessa situação, o segurado recebe o valor total do veículo para a compra de um veículo novo.

A indenização integral também é paga quando o veículo é furtado ou roubado e não é recuperado.

Qual a diferença entre seguro auto e proteção veicular?

Como acabamos de te mostrar, existe uma grande diferença entre seguro auto e proteção veicular. 

Contudo, agora nossos especialistas vão se aprofundar mais em pontos importantes sobre a diferença entre esses dois produtos. 

Adesão

A primeira diferença entre seguro auto e proteção veicular é a adesão.

A adesão da proteção veicular é mais rápida e menos burocrática. 

Nesse caso, é realizada apenas uma inspeção no veículo. 

Depois, há o pagamento da taxa de adesão e pronto: a proteção já está vigorando. 

Contudo, no seguro auto a adesão é diferente.

Além da inspeção, é necessário aguardar que a seguradora faça a liberação do seguro e a partir daí, a primeira parcela é paga e a proteção começa a vigorar. 

Análise de risco

A análise de risco é outra questão que mostra a grande diferença entre seguro auto e proteção veicular. 

De maneira geral, todos podem contratar uma proteção veicular. 

Isso porque não há análise do perfil de risco do condutor nem do carro.

Contudo, na contratação do seguro auto, a seguradora analisa o perfil inteiro do segurado e do carro.

Ou seja, é considerada a idade do motorista, experiência no trânsito, onde o veículo permanece estacionado, além do tipo de uso do carro.

Além disso, o carro também é avaliado, principalmente para saber se o veículo é visado para roubos.

Assim, com esses fatores, a seguradora consegue definir as chances do veículo sofrer um sinistro.

O custo da franquia é definido de forma assertiva.

Apólice

O seguro auto conta com uma apólice detalhada, com direitos e deveres do cliente e da seguradora. 

Porém, na proteção veicular a apólice não existe. 

O que existe é um contrato de responsabilidade mútua, onde estão estabelecidos que os riscos sejam divididos entre os associados. 

Cobertura

A cobertura é um item que literalmente escancara a diferença entre seguro auto e proteção veicular. 

Neste quesito, as coberturas básicas do seguro auto, são semelhantes às da proteção veicular. 

Contudo, coberturas extras, como a proteção para vidros, lanternas, faróis ou carta verde são encontradas apenas no seguro auto. 

Custos

A proteção veicular costuma ser vantajosa em relação ao valor pago mensalmente. 

Isso porque, o custo da contratação é menor do que o seguro auto. 

Contudo, sua proteção é menor. 

Já no seguro auto, as mensalidades são fixadas e com base no perfil do condutor e do veículo. 

Indenização

No seguro auto, a regra determina que o segurado receba a indenização no período máximo de 30 dias, como estabelece a lei.

Já no caso da proteção veicular, o consumidor é indenizado de acordo com o fluxo de caixa existente. 

Assim, o prazo de espera pelos valores normalmente é mais longo. 

Além disso, a indenização integral do seguro segue o valor de mercado do veículo.

Ou seja, para garantia de ressarcimento as seguradoras utilizam a Tabela Fipe. 

Na proteção veicular, os pagamentos são abaixo do valor de mercado.

Afinal, os valores dependem do fluxo de caixa da associação. 

Bônus

Aqui a gente tem uma grande diferença entre seguro auto e proteção veicular!

Quem possui seguro auto e não aciona a seguradora, acumula pontos anualmente. 

Esses pontos anuais se tornam descontos no momento da renovação.

Mas na proteção veicular isso não acontece. 

Dessa forma, mesmo que não haja sinistros, o consumidor não obtém nenhuma vantagem na hora de assinar um novo contrato. 

Cancelamento

No seguro auto, o segurado pode pedir o cancelamento do produto a qualquer momento. 

Assim, é preciso pagar apenas o valor proporcional ao período de uso do serviço.

Contudo, na proteção veicular, os contratos normalmente listam permanência mínima de 180 dias. 

Quando o contrato é cancelado antes do prazo, o usuário paga uma multa. 

Seguro auto ou proteção veicular: qual vale a pena?

Assim, depois de descobrir a diferença entre seguro auto e proteção veicular você certamente está se questionando:

O que vale mais a pena? Um seguro auto ou proteção veicular?

A resposta aqui é bastante óbvia.

A proteção veicular é uma proteção paliativa e que facilmente se torna pouco funcional.

Embora seja mais barato, é comum que clientes que contratam esse tipo de proteção para o carro acabem ficando na mão

Assim, a gente afirma sem sombra de dúvidas: na hora de proteger seu carro, busque uma seguradora.

Contudo, antes de buscar uma seguradora faça pesquisas e busque por uma seguradora que esteja na SUSEP – Superintendência de Seguros Privados. 

Isso garante segurança para ambos os lados em termos de pagamento e oferta de serviços. 

Quando o assunto é proteger seu veículo, o ideal é contar com uma seguradora. 

Pier Seguro Auto: proteção acessível para você e seu carro

Tão importante quanto contratar um seguro auto é buscar uma opção que seja acessível e funcional.

Então, agora que você já sabe a diferença entre seguro auto e proteção veicular, e qual dos dois vale a pena, nossos especialistas continuam a te ajudar.

O Pier Seguro Auto é um dos seguros mais funcionais nos dias de hoje.

Com valores acessíveis que cabem no bolso e uma série de coberturas ele tem conquistado muita gente Brasil afora.

Assim, para conhecer essa opção mais a fundo e saber como contratar, você só precisa clicar no link abaixo! 

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Conheça a Pier Seguro Auto

Pier Seguro Auto é uma das seguradoras mais amadas do Brasil pelos segurados, saiba tudo sobre ela e contrate hoje mesmo!

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