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Qual a diferença entre seguro auto e proteção veicular

Saiba qual é a diferença entre seguro auto e proteção veicular e proteja o seu veículo da maneira mais apropriada possível contra diversos tipos de problemas!

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Descubra o que são e qual a diferença entre um seguro auto e a proteção veicular

Conheça a diferença entre proteção veicular e seguro auto. Fonte: Unsplash.
Conheça a diferença entre proteção veicular e seguro auto. Fonte: Unsplash.

Você certamente já se questionou sobre qual a diferença entre seguro auto e proteção veicular. 

Essa é uma pergunta muito importante.

Afinal, o Brasil possui hoje mais de 80 milhões de veículos registrados.

No entanto, apenas 25% possui algum tipo de seguro auto ou proteção veicular. 

E a contratação desse tipo de serviço costuma gerar muitas dúvidas e questionamentos nos proprietários veiculares.

Afinal, é grande o número de pessoas que não conhece a diferença entre proteção veicular e seguro.

Assim, é relativamente comum que um serviço cuja intenção é proporcionar tranquilidade às pessoas acabe se tornando uma dor de cabeça.

Embora pareçam semelhantes em um primeiro momento, seguro auto e proteção veicular possuem muitas diferenças entre si.

Dessa forma, com o objetivo de te mostrar a diferença entre os dois tipos de proteção ao seu carro, nossos especialistas criaram um artigo especial.

Nele, você vai saber de uma vez por todas a diferença entre seguro auto e proteção veicular. 

E aí? Bora conferir? 

Então, vamos lá! 

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O que é proteção veicular?

Para começar a falar da diferença entre seguro auto e proteção veicular, vamos começar falando da segunda opção. 

A proteção veicular é um produto vendido por associações e que oferece algumas coberturas protetoras para veículos. 

Pessoas que contratam esse tipo de serviço compartilham riscos de um grupo inteiro.

Ou seja, isso significa que elas pagam um valor mensal para ter as coberturas contratadas e, caso algum sinistro ocorra, o dinheiro para cobrir os prejuízos sai de um fundo mútuo. 

Quando o fundo não possui valores suficientes, então, todos do grupo devem arcar com os custos. 

Imagine, então, a seguinte situação:

Você contrata uma proteção veicular contra colisão, sofre um acidente e o custo para o conserto é de R$ 2 mil. 

Caso você esteja com as mensalidades em dia, a associação resgatará o dinheiro do fundo comum de quem contratou a proteção veicular. 

Esse dinheiro, então, será usado para quitar o seu prejuízo. 

Contudo, se não houver valores no fundo, o valor é repartido entre todos os associados. 

Caso uma proteção tenha 20 associados, cada um vai arcar com R$ 100 do seu prejuízo. 

Assim, o reparo é feito. 

O que é seguro auto?

Dando continuidade no artigo sobre a diferença entre seguro auto e proteção veicular, agora é hora de falarmos sobre o seguro auto. 

O seguro auto é um produto comercializado por seguradoras que precisam estar vinculadas à SUSEP – Superintendência de Seguros Privados. 

Quem contrata um seguro auto, se torna automaticamente um cliente da empresa.

Assim, a seguradora assume os riscos envolvidos nas coberturas contratadas. 

Com esse tipo de proteção quando um sinistro previsto na apólice ocorre, o segurado tem o seu prejuízo coberto pela seguradora. 

Caso o sinistro seja pequeno, a seguradora cobra apenas uma franquia para consertar o veículo. 

A franquia nada mais é do que o custo de responsabilidade do cliente para que o veículo seja consertado.

Ela está prevista em contrato, como um valor fixo ou percentual.

Assim, se a sua franquia for de R$ 1 mil, e o conserto fique em R$ 3 mil, você paga apenas R$ 1 mil e o reparo é feito. 

Os outros R$ 2 mil quem paga é a seguradora. 

Além disso, é possível também contar com indenização por perda integral no seguro auto. 

Ou seja, a perda integral quando os danos ao carro superam 75% do seu valor de tabela. 

Assim, nessa situação, o segurado recebe o valor total do veículo para a compra de um veículo novo.

A indenização integral também é paga quando o veículo é furtado ou roubado e não é recuperado.

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Qual a diferença entre seguro auto e proteção veicular?

Como acabamos de te mostrar, existe uma grande diferença entre seguro auto e proteção veicular. 

Contudo, agora nossos especialistas vão se aprofundar mais em pontos importantes sobre a diferença entre esses dois produtos. 

Adesão

A primeira diferença entre seguro auto e proteção veicular é a adesão.

A adesão da proteção veicular é mais rápida e menos burocrática. 

Nesse caso, é realizada apenas uma inspeção no veículo. 

Depois, há o pagamento da taxa de adesão e pronto: a proteção já está vigorando. 

Contudo, no seguro auto a adesão é diferente.

Além da inspeção, é necessário aguardar que a seguradora faça a liberação do seguro e a partir daí, a primeira parcela é paga e a proteção começa a vigorar. 

Análise de risco

A análise de risco é outra questão que mostra a grande diferença entre seguro auto e proteção veicular. 

De maneira geral, todos podem contratar uma proteção veicular. 

Isso porque não há análise do perfil de risco do condutor nem do carro.

Contudo, na contratação do seguro auto, a seguradora analisa o perfil inteiro do segurado e do carro.

Ou seja, é considerada a idade do motorista, experiência no trânsito, onde o veículo permanece estacionado, além do tipo de uso do carro.

Além disso, o carro também é avaliado, principalmente para saber se o veículo é visado para roubos.

Assim, com esses fatores, a seguradora consegue definir as chances do veículo sofrer um sinistro.

O custo da franquia é definido de forma assertiva.

Apólice

O seguro auto conta com uma apólice detalhada, com direitos e deveres do cliente e da seguradora. 

Porém, na proteção veicular a apólice não existe. 

O que existe é um contrato de responsabilidade mútua, onde estão estabelecidos que os riscos sejam divididos entre os associados. 

Cobertura

Cobertura do seguro auto é muito superior a da proteção veicular. Fonte: Unsplash.
Cobertura do seguro auto é muito superior a da proteção veicular. Fonte: Unsplash.

A cobertura é um item que literalmente escancara a diferença entre seguro auto e proteção veicular. 

Neste quesito, as coberturas básicas do seguro auto, são semelhantes às da proteção veicular. 

Contudo, coberturas extras, como a proteção para vidros, lanternas, faróis ou carta verde são encontradas apenas no seguro auto. 

Custos

A proteção veicular costuma ser vantajosa em relação ao valor pago mensalmente. 

Isso porque, o custo da contratação é menor do que o seguro auto. 

Contudo, sua proteção é menor. 

Já no seguro auto, as mensalidades são fixadas e com base no perfil do condutor e do veículo. 

Indenização

No seguro auto, a regra determina que o segurado receba a indenização no período máximo de 30 dias, como estabelece a lei.

Já no caso da proteção veicular, o consumidor é indenizado de acordo com o fluxo de caixa existente. 

Assim, o prazo de espera pelos valores normalmente é mais longo. 

Além disso, a indenização integral do seguro segue o valor de mercado do veículo.

Ou seja, para garantia de ressarcimento as seguradoras utilizam a Tabela Fipe. 

Na proteção veicular, os pagamentos são abaixo do valor de mercado.

Afinal, os valores dependem do fluxo de caixa da associação. 

Bônus

Aqui a gente tem uma grande diferença entre seguro auto e proteção veicular!

Quem possui seguro auto e não aciona a seguradora, acumula pontos anualmente. 

Esses pontos anuais se tornam descontos no momento da renovação.

Mas na proteção veicular isso não acontece. 

Dessa forma, mesmo que não haja sinistros, o consumidor não obtém nenhuma vantagem na hora de assinar um novo contrato. 

Cancelamento

No seguro auto, o segurado pode pedir o cancelamento do produto a qualquer momento. 

Assim, é preciso pagar apenas o valor proporcional ao período de uso do serviço.

Contudo, na proteção veicular, os contratos normalmente listam permanência mínima de 180 dias. 

Quando o contrato é cancelado antes do prazo, o usuário paga uma multa. 

Seguro auto ou proteção veicular: qual vale a pena?

Então, qual a melhor opção? Fonte: Unsplash.
Então, qual a melhor opção? Fonte: Unsplash.

Assim, depois de descobrir a diferença entre seguro auto e proteção veicular você certamente está se questionando:

O que vale mais a pena? Um seguro auto ou proteção veicular?

A resposta aqui é bastante óbvia.

A proteção veicular é uma proteção paliativa e que facilmente se torna pouco funcional.

Embora seja mais barato, é comum que clientes que contratam esse tipo de proteção para o carro acabem ficando na mão

Assim, a gente afirma sem sombra de dúvidas: na hora de proteger seu carro, busque uma seguradora.

Contudo, antes de buscar uma seguradora faça pesquisas e busque por uma seguradora que esteja na SUSEP – Superintendência de Seguros Privados. 

Isso garante segurança para ambos os lados em termos de pagamento e oferta de serviços. 

Quando o assunto é proteger seu veículo, o ideal é contar com uma seguradora. 

Pier Seguro Auto: proteção acessível para você e seu carro

Tão importante quanto contratar um seguro auto é buscar uma opção que seja acessível e funcional.

Então, agora que você já sabe a diferença entre seguro auto e proteção veicular, e qual dos dois vale a pena, nossos especialistas continuam a te ajudar.

O Pier Seguro Auto é um dos seguros mais funcionais nos dias de hoje.

Com valores acessíveis que cabem no bolso e uma série de coberturas ele tem conquistado muita gente Brasil afora.

Assim, para conhecer essa opção mais a fundo e saber como contratar, você só precisa clicar no link abaixo! 

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Conheça a Pier Seguro Auto

Pier Seguro Auto é uma das seguradoras mais amadas do Brasil pelos segurados, saiba tudo sobre ela e contrate hoje mesmo!

Sobre o autor

Murilo C.

Redator especialista em carros, se identifica com conteúdos relacionados a lançamentos e análises de veículos e acredita que compartilhar conhecimento na área ajuda todos a tomarem melhores decisões em busca do veículo ideal para cada tipo de perfil.

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De despercebida à liderança de vendas: A evolução da Fiat Strada!

Conheça a história e toda a evolução da Fiat Strada

Fiat Strada

Nos dias de hoje a Fiat Strada é sinônimo de sucesso e vendas. Depois de passar por uma renovação visual a pequena notável da montadora italiana deve ganhar ainda mais fôlego para se manter na liderança e continuar arrebatando os corações de seus admiradores. 

A renovação do modelo veio em hora oportuna e é apontado por especialistas como um trunfo da montadora para manter os bons níveis de vendas durante a pandemia!

Quem vê o modelo brilhando nos últimos anos muitas vezes não se lembra que os dias da pequena picape nem sempre foram de glórias.

Aproveitando os dias de estrelato da Strada, nós do Senhor Carros vamos te contar hoje toda a história de evolução desse que é um dos modelos preferidos do Brasileiros. 

Para conhecer a evolução de um dos melhores veículos do Brasil é só continuar a ler esse artigo. Partiu?

Pioneirismo da Fiat com picapes

Antes falarmos da Strada é preciso voltar no tempo para compreender que o sucesso começou há muito tempo atrás. 

A montadora italiana foi pioneira no segmento de picapes quando no ano de 1978 criou a 147 Pickup.

Na época era a solução ideal para quem precisava de um veículo com caçamba e não tinha espaço nem dinheiro para comprar uma Chevrolet D10 ou uma Ford F-1000.

Rapidamente a concorrência se mexeu e modelos como Ford Pampa, Chevrolet Saveiro e Volkswagen Saveiro surgiram.

Todas desenvolvidas a partir de modelos já existentes como forma de facilitar o processo de criação 

Com o passar dos anos, a montadora mudou a base e a pickup 147 se aposentou dando origem a Fiorino. Foi apenas em 1998 que a Fiat Strada surgiu como uma integrante da família do Palio. 

Embora o Palio nunca conseguiu se estabelecer perante ao seu irmão Uno, a Strada rapidamente encontrou o seu lugar e se estabeleceu como líder de seu segmento.

Fiat Strada começou simples

Como tudo tem que ser a Strada teve um início básico. Quando lançada contava apenas com cabine simples e suspensão com feixes de mola. 

Por ter uma caçamba maior do que as rivais conseguia transportar maior volume de carga e o motor 1.5 de 76 cavalos da versão Working atendia às expectativas de quem precisava andar com com a picape cheia. 

Além do motor 1.5 de 76 cavalos, a Strada contou com o motor 1.6 8V de 92 cavalos e o poderoso 1.6 16V de 106 cavalos. 

No interior a picape repetia o Layout do Palio o que para época era algo muito sofisticado. Assim, a Strada tinha à disposição: rádio com toca-fitas, ar-condicionado e vidros elétricos. 

Rivais forçaram evolução

No final dos anos 90 a Strada tinha duas rivais ferrenhas: A picape Corsa e a segunda geração da saveiro. Ambas tinham linhas mais modernas e faziam mais sucesso com o público jovem.

A Saveiro inclusive contava com uma abertura traseira da janela. Embora isso causasse uma aparência de mais espaço atrás do banco nada mais era que um recurso da montadora para encaixar as portas dianteiras do Gol e Parati, já que todos usavam a mesma base.

Entretanto o artifício da Volkswagen serviu como inspiração. Em 199 a Fiat teve a ideia de reduzir a parte traseira do volume da cabine e estender a caçamba criando um compartimento de bagagem interno sobre o tanque de combustível.

A possibilidade de levar pertences dentro da cabine agradou os consumidores que ao mesmo tempo buscavam um veículo para trabalhar e um carro que pude ser usado no dia a dia. 

O compartimento permitia levar até duas malas médias. Isso resolvia o problema de quem precisava viajar e não queria deixar a bagagem exposta na caçamba. Esse foi o pulo da gato para assumir de vez a liderança no segmento. 

Reestilização para diferentes versões

Em 2001 a Fiat deu início à reestilização da linha Palio. O hatch recebeu uma série de novidades externas e internas. 

Por fora as mudanças foram novos faróis, lanternas, para-choques, capô e tampa do porta-malas.

No interior a principal atualização foi no painel. Além disso a inclusão do Cd Player foi ouro salto em termos de evolução e reestilização. 

Emboras mudanças tenham começado em 2001 a Strada só recebeu as atualizações em 2002.

A reestilização também chegou às outras versões como foi o caso da Strada Adventure.

Nessa época surgiu também o novo motor 1.8 8V de 108 cavalos que foi fruto da parceria técnica entre Fiat e GM. A unidade de potência dava mais torque à já forte picape. 

Geração bolha e motor 1.4

Dois anos depois e já consolidada como líder, em 2004 a Fiat Strada ganhou nova atualização acompanhando seus irmãos de montadora. Era o início da era da geração bolha. 

O apelido era uma alusão direta aos faróis que tinham um formato de parábola dupla. Para-choques novos e lanternas completavam a nova plástica da picape. 

No interior a Strada também passou por renovações, mas mantendo a disposição de equipamentos como sistema de som, comando de difusores e comandos de refrigeração próximos ao porta-objetos.

Afinal em time que está ganhando não se mexe.

No ano seguinte a Fiat incluiu o motor 1.4 fire de 85 cavalos. Motor esse que fez muito sucesso por sua força e economia e teve longos anos sob a capô de muitos modelos da montadora. 

Terceira reestilização e recurso Locker 

No ano de 2008 a Strada passou por sua terceira reestilização que ficou marcada por novidades nos faróis, para-choques e lanternas traseiras que se estendiam para a tampa da caçamba. 

A versão Adventure ganhou elementos estéticos que deixavam o seu visual mais robusto e intimidador com novas molduras no nos para-choques, santontônio emoldurado e estribos.

No interior o painel passou por plásticas simples simples que não alteravam a disposição dos instrumentos.

As principais novidades eram os inclinômetros longitudinal e lateral e uma bússola. A novidade também recebeu o bloqueio diferencial batizado de Locker. 

O Locker era um recurso para ampliar a capacitação da Strada em pisos irregulares e estradas de terra. A sua irmã Weekend Adventure também ganhou tal recurso. 

Cabine dupla

Mesmo com liderança consolidada a Fiat não ficou parada. Da mesma forma que em 1978 se espelhou nas grandes picapes da época, no ano de 2009 a inspiração veio das picapes médias com o lançamento da versão com cabine dupla. 

Tratava-se da solução não apenas para quem tinha na picape um carro de família e que precisava trabalhar ou usar o veículo para diversão aos finais de semana.

Embora o banco traseiro só carregava dois ocupantes e não três como em veículos tradicionais a solução foi satisfatória. 

O modelo se tornou um sucesso e a opção de cabine dupla também foi oferecida para outras versões da pequena picape. 

Motores E-Torq e câmbio dualogic

Em 2010 a Fiat incorporou a muitos modelos os motores E-torq. As unidades 1.6 16V de 116 cavalos e 1.8 16V de 132 cavalos chegaram para substituir o antigo e defasado 1.8 da GM. 

A Strada recebeu o motor de maior potência e acabou ganhando uma nova versão a Sporting. Essa nova versão seguia o padrão adotado em modelos como punto, Stilo, Siena, Palio e Idea.

O resultado ficou interessante com a Picape recebendo novas molduras no para-lamas integradas à uma saia lateral. Novos para-choques e faróis com máscara negra a deixaram com um invocado. 

No ano seguinte, a Fiat Strada recebeu o câmbio dualogic que no futuro viria a ser uma dor de cabeça para a montadora por conta de seus problemas e manutenção cara.

Outros modelos da marca como Stilo e Punto também foram equipados com o problemático câmbio.

Terceira porta

Mesmo a cabine dupla sendo uma solução satisfatória o acesso à fileira traseira era pouco prático. Afinal o brasileiro estava desacostumado a andar em automóveis de duas portas. 

Mas colocar mais duas portas na picape iria demandar modificações extremas que poderiam afetar todo o projeto e até mesmo o desenvolvimento de uma nova carroceria. Algo fora de cogitação para a marca. 

A solução foi buscar no mercado uma solução. Assim em 2014 a adoção de uma terceira porta que abria em ângulo contrário do lado direito resolveu essa questão, já que abria um grande vão de acesso. 

A inspiração veio da Ford Ranger Crew Cab que tinha adotado uma terceira porta alguns anos antes. 

Para tornar a “engenhoca” viável, a Fiat precisou fazer reforços estruturais na Strada como forma de impedir a torção da carroceria. Assim a Strada conta com a terceira porta até hoje. 

1 milhão de marcas vendidas

Em pouco tempo a adoção da terceira porta se mostrou uma decisão acertada.

Com isso a Fiat ampliar a opção para a versão de trabalho, a Hard Working equipada com o motor Fire 1.4. Com isso o modelo atingiu a incrível marca de unidades vendidas. 

Apenas para ilustrar a popularidade da picape: Em março de 2015 a Fiat Strada foi o modelo mais vendido do Brasil com 9.946 exemplares emplacados de acordo com dados da FENABRAVE – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores. 

Esse volume de vendas desbancou modelos como HB20 e Onix que iniciou seu reinado em 2015, além do Palio que foi o carro mais vendido em 2014. 

Nova geração enfim chega às ruas

E como ocorreu com muitos outros veículos a nova geração da Fiat Strada teve seu lançamento adiado pelo pandemia de coronavírus. 

Totalmente reestilizada em termos visuais e funcionais a picape conta os novos motores 1.3 Fire Fly e o antigo e funcional motor 1.4 Fire Evo.

Ao todo há cinco versões disponíveis com os preços partindo de R$ 63.590 podendo chegar a R$ 79.990.

Com as mudanças a Fiat pretende manter a Strada na liderança do segmento por mais muitos e muitos anos. 

Conclusão

Como é fácil notar, a Strada não é líder do seu segmento à toa. É muito difícil encontrar quem não goste da pequena picape.

Mas queremos saber de você: Você gosta do modelo ou prefere algum outro entre seus concorrentes? Conta pra gente através dos comentários. 

Depois de conhecer toda a evolução da Fiat Strada que tal conhecer os modelos mais vendidos da montadora em 2020?

Como você deve imaginar, a picape está entre eles, mas há outros nomes que são verdadeiras surpresas. Para conferir é só clicar no botão abaixo!

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