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Conheça todos os prós e contras do Volkswagen T-Cross

Conheça todos os prós e contras do Volkswagen T-Cross e saiba como é ter um SUV em sua casa.

Por

Murilo C. 

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Prós e contras do Volkswagen T-Cross

Lançado em 2019, o novo SUV da montadora alemã rapidamente se tornou um sucesso. Mais barato do que muitos outros de seu segmento, o T-Cross era e continua sendo um veículo na medida certa para quem busca um veículo amplo com bom preço. Hoje vamos mostrar aqueles que são os prós e contras do Volkswagen T-Cross

Prós e contras do Volkswagen T-Cross

Se você tem em mente comprar um T-Cross para chamar de seu, mas gostaria de saber como é ter um exemplar antes de fechar negócio, a recomendação é simples e obrigatória: Leia o artigo de hoje. 

Confira agora os pontos positivos (e negativos) de comprar um T-Cross. 

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Prós e contras do Chevrolet T-Cross

Conheça todos os prós e contras do Chevrolet T-Cross. 

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Pró: Design

Antes de se provar que é uma opção de qualidade em termos de mecânica, segurança, conectividade e conforto um veículo precisa ser bonito. Afinal, como muita gente sabe, carro feio não chama atenção.

E quando falamos de design o T-Cross realmente é bonito, exuberante e chama atenção por onde passa. 

Pró: Conectividade e tecnologia

Dando continuidade aos pontos positivos em nossa lista de prós e contras do Volkswagen T-Cross temos a conectividade e tecnologia. 

Conectividade
Conectividade e tecnologia impressionam

O modelo chama muito a atenção em termos de tecnologia e conectividade. O ponto alto de toda essa questão conectiva é a central multimídia com HD de 10 Giga que permite conexão com a internet por meio de smartphone. 

Além disso, outros sistemas tecnológico garante uma ótima experiência tanto aos condutores, quanto aos passageiros. 

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Pró: Conforto e qualidade de acabamento

Outros pontos positivos no T-Cross são conforto e qualidade de acabamento. 

Em termos de conforto o modelo surpreende. A possibilidade de ajustes nos bancos, saídas de ar na traseira junto à tomadas USB, rebatimento de bancos, ar condicionado digital, abertura de portas e partida de motor sem chave fazem do modelo um verdadeiro oásis do conforto. 

Além disso, a qualidade do acabamento em todas as versões do SUV é algo que precisa obrigatoriamente ser elencado. 

Pró: Conjuntos mecânicos

O Volkswagen T-Cross conta com duas opções de motor e duas opções de câmbio e o mais legal disso tudo é que ambos agradam bastante. 

Com relação à configuração de câmbio manual os engates são justos e curtos o que torna a condução prazerosa e até mesmo divertida, principalmente quando se está rodando em estradas. 

Já o câmbio automático também é uma opção muito divertida e prazerosa. As trocas de marchas podem ocorrer de maneira automatizada ou “manual” por meio de toques no câmbio ou através de paddle shifts atrás do volante.

Em ambas as motorizações e câmbios é muito difícil não se empolgar e querer acelerar mais um pouco. 

Algo importante de ser dito sobre a motorização é que em ambos os casos o consumo de combustível apresenta níveis um tanto quanto positivos mesmo para um SUV o que convenhamos é agradável, afinal economia nunca é demais. 

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Pró: Itens de segurança

Algo importante de ser elencado no T-Cross são seus itens de segurança. 

O SUV conta com freios a disco nas 4 rodas capazes de parar o conjunto todo à uma velocidade de 100 km/h em menos de 40 metros. Além disso, há 6 airbags no total – 2 frontais, 2 laterais e 2 do tipo de cortina.

Segurança
Segurança deve ser exaltada

Controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, bloqueio eletrônico do diferencial e cinco estrelas no teste de segurança Latin NCAP são os cartões de visita do modelo em termos de segurança em TODAS as versões. 

Para quem busca um carro seguro para viajar com a família o T-Cross é uma escolha bastante óbvia. 

Pró: Dirigibilidade

Aqui temos outro item que merece destaque positivo em nossa lista de prós e contras do Volkswagen T-Cross: a dirigibilidade. 

Tanto com o motor 1.0 como com o propulsor 1.4 a dirigibilidade do T-Cross impressiona. 

O tricilíndrico 1.0 se mostrou mais equilibrado do ponto de vista dinâmico pelo fato de ter menos peso na dianteira e consequentemente melhor conversa com a suspensão. 

Já o motor 1.4 também mostrou um comportamento bastante dinâmico e responsivo com boa absorção de impactos sem prejudicar a dirigibilidade. 

A suspensão bem calibrada promove muito conforto e estabilidade e a direção elétrica responsiva completa o pacote elogiável de dirigibilidade do T-Cross em todas as suas versões. É para aplaudir de pé. 

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Pró: Três primeiras revisões grátis

Como forma de aumentar ainda mais suas vendas em 2021 a Volkswagen lançou a seguinte promoção: na compra do T-Cross 2021 as três primeiras revisões são gratuitas. Algo bastante positivo, visto que para manutenção da garantia é necessário realizar todas as revisões na concessionária. 

E além das três revisões gratuitas, o T-Cross sai da concessionária com o adesivo grátis do Sem Parar que pode ser ativado através do call center da empresa, e com isenção nos 3 primeiros meses da mensalidade.

Contra: Preço

Dando início aos nossos “aspecto negativos” em nossa lista de prós e contras do Volkswagen T-Cross temo o preço com algo que pode ser visto como ruim. 

Embora seja um veículo seguro, moderno, repleto de tecnologias e itens de série, começar na faixa dos R$ 90 mil pode ser visto como um entrave para muita gente comprar o veículo 0 km e buscar modelos seminovos em bom estado de conservação justamente por conta do preço. 

Preço
Preço pode ser empecilho inicial

Se levarmos em consideração a versão topo de linha, os valores ultrapassam a faixa dos R$ 120 mil. O que faz do T-Cross um modelo um tanto quanto seleto pensando no atual padrão de vida dos brasileiros. 

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Contra: Porta-malas pequeno

E para finalizar a nossa lista de prós e contras do Volkswagen T-Cross temos o porta-malas pequeno. 

Dentro de uma categoria onde o espaço interno tem grande importância na hora da decisão de compra, o T-Cross é um dos menores, principalmente se levarmos em consideração sua largura. 

Como já foi mostrado, o modelo é confortável, mas quando falamos de porta-malas, o bicho pega. 

O modelo possui um porta-malas de “apenas” 373 litros que podem ir até 420 litros com um sistema de ajuste do encosto traseiro, o que deixa os bancos de trás mais verticais.

Mas com isso  é preciso ter em mente que a viagem pode ficar mais desconfortável para os passageiros. 

Conclusão

Como nos habituamos a dizer por aqui, não existe um modelo que seja 100% em termos de pontos positivos ou negativos. 

A boa notícia quando falamos em prós e contras do Volkswagen T-Cross é que desde o seu lançamento o modelo vem evoluindo em todos os aspectos e um reflexo direto disso é o seu alto número de vendas. 

Atualmente o T-Cross ocupa a oitava posição entre todos os veículos vendidos no Brasil.

Isso mostra de forma literal que se trata de uma boa compra, principalmente em um mercado automotivo tão exigente, como é o caso do brasileiro. 

Assim, se você perguntar à nossa equipe: Vale a pena comprar um Volskwagen T-Cross? Nossa resposta será: sim, com certeza. 

Agora que você já sabe como é ter um T-Cross, que tal descobrir quais são as maneiras de fechar um bom negócio? Para isso, é só clicar no botão abaixo e conferir mais um artigo de qualidade feito pela equipe do Senhor Carros! 

Artigos

Os 22 piores carros já produzidos no Brasil

Por

Murilo C. 

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Poucos sabem, mas muitos carros já foram fabricados no Brasil e nem sempre o resultado foi um dos melhores, uma boa parte dos modelos produzidos nacionalmente recebeu duras criticas e alguns até já saíram de linha.

Então, preparamos para você uma lista bem dinâmica dos 22 piores carros já fabricados no BrasilAcompanhe abaixo — tem até carro brasileiro  — e vamos ver juntos quais foram os piores carros fabricados no país.

Gurgel

22 – Fiat Marea

Iniciamos nossa lista com o deteriorado Fiat Marea, carro nada econômico e que fazia seus donos terem dor de cabeça. O veículo da Fiat saiu de linha há mais de uma década, não obteve sucesso e nem um bom retorno de vendas desde seu lançamento. Alguns o chamavam de “carro problemático”, já que tinha que trocar completamente o seu motor se a sua correia dentada rompesse. Sem sombra de dúvidas, o Fiat Marea foi um dos piores carros fabricados no Brasil.

Fiat Marea

21 – Seat Córdoba

O Córdoba da espanhola Seat entra em nossa lista por fatores que envolvem estrutura e desempenho. Alguns dos principais problemas do Seat Córdoba que o faz ser um dos piores carros fabricado no Brasil era o preço de suas peças e a sua assistência técnica, que tornava o custo de manutenção proibitivo.

Seat Cordoba

20 – Volkswagen Jetta

Este veículo da Volkswagen perde sem muito esforço no mercado. O Jetta 2.0 tem o mesmo valor de carros de alto nível como o Honda Civic. Pouco econômico, fazendo apenas 7 km/litro na cidade e mesmo sendo 2.0, tem uma potência de 120 cv, que é inferior a muitos carros com motor 1.6 ou até mesmo 1.0.

Volkswagen Jetta
Volkswagen Jetta

19 – Fiat Freemont

O Fiat Freemont de início tinha uma proposta muito boa, mas o carro tem um péssimo custo benefício e um baixo desempenho. Com câmbio automático, o Freemont conta com somente 4 marchas, a potência entrega uma rotação muito alta com uma performance muito fraca. Por isso o Fiat Freemont é um dos piores carros fabricados no Brasil.

Fiat Freemont

18 – Gurgel

A Gurgel Motors S/A era uma montadora de veículos 100% brasileira, mas faliu devido à falta de incentivo do governo e tributação alta. Teve bons resultados com o modelo BR-800, ganhando até prêmio europeu e batendo de frente com concorrentes do mesmo segmento, como o Fiat Uno da época. Porém, os outros modelos da Gurgel deixaram muito a desejar. O Jipe Tocantis tinha máxima de 117 km/hr e um péssimo desempenho, demorava 25 segundos para fazer 100 km/hr e tinha uma sofrida potência de apenas 50 cv. Levando em conta os modelos da Gurgel e seu fracasso no mercado, seus carros acabam entrando para a lista dos piores carros fabricados no Brasil.

Gurgel

17 – Citroën Xantia

Sempre ressaltamos aqui que a montadora francesa Citroën tem a tecnologia como um dos seus pontos fortes no mercado. Mesmo nas décadas passadas, o Xantia era um carro muito sofisticado para época, e até barato. Mas, o que o torna um dos piores carros fabricados no Brasil é sua manutenção difícil e curiosamente cara, deixava muitos condutores com dores de cabeça.

Citroën Xantia

16 – Chevrolet Blazer

O Chevrolet Blazer é uma proposta bem diferente do que estamos acostumados a ver da GM. Um dos principais motivos que o torna este modelo um dos piores carros fabricados no Brasil é seu baixo consumo de combustível e também o seu preço, que comparando a outros modelos do mesmo preço vale muito mais a pena pensar na concorrência.

Chevrolet Blazer

15 – Troller Pantanal

Este veículo é tão ruim que já passou por um dos piores recalls da história. –  Veja Os 21 piores recalls de carros da história – O Troller Pantanal foi lançado no Brasil em 2006 e teve sua produção ao fim em 2008 quando a Ford comprou a Troller. Em dois anos, foram vendidos apenas 77 unidades. Além de passar por um recall por causa de danos inadmissíveis com o veículo, ele tinha péssimas especificações. Por isso chegou ao fim e se tornou um dos piores carros fabricados no Brasil dos últimos tempos.

Troller Pantanal

14 – Hyundai Veloster

O Veloster, modelo esportivo da Hyundai, já sofreu fortes e severas críticas. O carro é bonito, de fato tem um belo acabamento externo, mas quando falamos em carro esportivo, é difícil pensar que seu motor tem 108 cavalos. Um motor inferior a muitos carros populares por aí, e mesmo sendo um carro chamativo, ele ainda é um dos piores carros fabricados no Brasil.

Hyundai Veloster

13 – Ford Mondeo 

O Mondeo foi uma ótima proposta da Ford, tinha chances de bater de frente com os principais concorrentes da época, como o Gol da Volkswagen, que ganhou a graça do povo. O Mondeo tinha recursos que o faziam ser um carro excelente, mas a Ford fixou o veículo em uma classe de compradores mais alta, encarecendo o carro e tentando encarar os fortes da época, como o GM Ômega. Mas o resultado foi um fracasso de vendas e o carro acabou entrando em extinção.

Ford Mondeo

12 – Kia Carnival

O Kia Carnival é uma porposta boa, mas não boa para o Brasil. O comprimento do veículo não é adequado para as vias nacionais, mas um dos principais pilares que fazem o Kia Carnival ser um dos piores carros fabricados no Brasil é seu custo geral, que é bem caro, e se uma peça quebrar, além da desvalorização imediata, o custo será muito alto, ácima do normal.

Kia Carnival

11 – Dodge Polara

Quando um assunto vai da boca de um a outro, uma vez chega a todos, e se o tema for algo negativo, as hipóteses de recuperar-se são praticamente nulas. E foi o que ocorreu com o pobre Dodge Polara no Brasil, o carro, lançado em 1976, tinha câmbio fraco, motor ruim, manutenção ineficiente e falha nos freios. O brasileiro não perdoa, uma vez que o povo negativou não tem como voltar atrás, durou pouco tempo até que a Chrysler se retirou do Brasil.

Dodge Polara
Dodge Polara

10 – Lada Laika

A proposta do Lada Laika era muito boa, mas não foi bem adaptada no Brasil. Passou por um mico nacional devido a não adaptação para o combustível de gasolina nacional, que tem 25% de álcool diluído. Outro fator que faz o Lada Laika ser um dos piores carros fabricados no Brasil era sua manutenção financeira muito alta, mesmo o carro sendo relativamente barato.

Lada Laika

9 – Fiat Brava

O Fiat Brava é um derivado do Marea, que tem uma péssima fama no mercado. O que justifica um dos motivos de ser um dos piores carros já fabricado no Brasil, que é a sua desvalorização devido a sua má fama com sua linhagem anterior. A suspensão também é outro fator que gera reclamações, motor fraco e dificuldades de encontrar peças, por isso é bem incomum ver um Brava nas vias nacionais hoje em dia.

Fiat Brava

8 – Daewoo Espero

Uma das primeiras marcas coreanas a tentar emplacar no mercado brasileiro foi a Daewoo, que tinha como principal proposta o veículo Espero. A concorrência era muito grande, com carros como Omega e Vectra, o resultado foi um fracasso nas vendas, se tornando um dos piores carros fabricados no Brasil.

Daewoo Espero

7 – Ford Courier

A Courier era uma proposta de picape muito boa da Ford, que era mais um Fiesta com caçamba. Bastante pequena para comportar pesos elevados, como as outras picapes fazem. Design pouco chamativo que atrapalharam nas vendas. A Courier teve grande fracasso e se tornou bem raro vê-la nas vias hoje em dia, tornou-se um dos piores carros fabricados no Brasil.

Ford Courier
Ford Courier

6 – Chevrolet Veraneio

Quando chegou no mercado brasileiro, os consumidores ficaram com o pé atrás, era uma SUV grande, robusta, boa para famílias e trabalhos pesados. Mas, o público que a Veraneio conquistou foi os militares, se tornando camburão e logo depois ambulância. Era bem difícil ver um consumidor comum com uma Veraneio, gradualmente ela foi sumindo e se tornou um dos piores carros fabricados no Brasil.

Chevrolet Veraneio

5 – Autolatina

Este é um dos poucos modelos que é uma parceria de duas montadoras. No caso, Ford e Volkswagen, que era para aumentar seu patamar e crescer a cima da concorrência. O Autolatina pegou fama de “carro-de-oficina” e o povo todo já via o modelo como uma piada. O que prejudicou a imagem da Volkswagen no Brasil, por isso se tornou um dos piores carros fabricados no Brasil.

Autolatina

4 – Peugeot Hoggar

É difícil competir no segmento de pequenas caminhonetes quando há Chevrolet Montana, Volkswagen Saveiro e Fiat Strada como líderes do mercado. A montadora francesa tentou emplacar neste segmento com o modelo Hoggar, com motor 1.4 que muitos diziam ser bastante fraco, consumindo muito combustível e não rendendo nem em estrada vazia. Normalmente estas caminhonetes pequenas servem para trabalho, mas o Peugeot Hoggar carregado piora ainda mais o seu desempenho. Consome mais do que o normal, que já é muito, deixando o condutor com muita dor de cabeça, por isso se tornou um dos piores carro já fabricados no Brasil.

Peugeot Hoggar

3 – Volkswagen Variant II

O Variant II não fez o sucesso que esperava com o público brasileiro, um dos piores carros já fabricados. Produzido pela Volkswagen, tinha um motor bem ruim e um desempenho péssimo, não era de se surpreender que no Brasil este veículo não teria grande reconhecimento, nem com o público geral, muito menos com as vendas, que foram um fracasso total.

Volkswagen Variant II

2 – Fiat Oggi

Em termos como de evolução, o Oggi ficou para trás e travou no tempo, se tornando um dos piores carros já produzidos no Brasil. O câmbio do veículo é uma das principais reclamações de donos ou ex-donos que já tiveram o Oggi. Também dizem que o barulho do escape é insuportável. O carro tem um comprimento interno muito ruim para quem tem uma família, por exemplo. Mesmo tendo uma economia razoável, o veículo tem um péssimo desempenho e desestabiliza qualquer condutor, causando grandes dores de cabeça para seu dono.

Fiat Oggi

1 – Volkswagen 1600 

A princípio, este veículo da Volkswagen rapidamente se tornou uma piada nacional ganhando o apelido de “zé do caixão”. Ainda mais, o Volkswagen 1600 não fez sucesso no Brasil e hoje se tornou um dos piores carros fabricados no Brasil. Sua mecânica é similar ao do fusca, com motor traseiro de 1.6 litro refrigerado a ar, com 50 cv e 11 kgfm associado ao câmbio manual de quatro marchas. Em suma, seu desempenho era terrível, se tornou somente mais uma figurinha do museu de carros que não deram certo no mercado nacional.

Volkswagen 1600

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