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Prós e contras do Honda Civic: Como é ser dono de um exemplar

Conheça todos os prós e contras do Honda Civic e descubra se o modelo é uma boa opção para se ter na garagem

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por Murilo C.

Publicado em 19/11/2020

Prós e contras do Honda Civic

Como sabemos o sedan japonês é um dos modelos mais desejados entre os brasileiros. Mas será que o modelo é só pontos positivos como muito se fala? Para sanar essa dúvida nós do senhor carros trazemos todos os prós e contras do Honda Civic

Prós e contras do Honda Civic

Se você está pensando em comprar um exemplar o artigo de hoje é sem sombra de dúvidas uma grande chance de você levar em consideração os pontos mais importantes e decidir se o modelo é ou não para o seu dia a dia. Vamos conferir?

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Prós e contras do Honda Civic: Como é ser dono de um exemplar?

Confira agora todos os pontos positivos de se ter um Honda Civic na garagem.

Pró: Design

O primeiro ponto que deve ser elencado quando falamos do Honda Civic. O design do modelo é algo totalmente diferenciado. 

Um carro precisa ser bom e bonito não é mesmo? E o Civic é um exemplo literal disso é praticamente impossível não virar o pescoço quando ele passa. Não é absurdo nenhum afirmar que se trata de uma obra de arte sobre rodas. 

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Pró: Motorização

A dupla opção de motorização é uma ótima pedida para o Civic e deve ser exaltada. 

O motor 1.5 turbo possui desempenho bastante semelhante ao 2.0 mas como é de se imaginar trata-se de uma opção mais econômica tanto em consumo de combustível como no momento de aquisição. 

O câmbio CVT também tem sua parcela de responsabilidade nessa equação extraindo o melhor do motor quando exigido. As respostas de aceleração, redução e manutenção de velocidade são bastante positiva. 

Embora a versão esportiva não tenha chegado ainda não é absurdo nenhum afirmar que o Civic já tem uma alma de modelo esportivo embora tenha uma roupagem de sedan. 

Pró: Espaço e conforto

Aqui temos mais um ponto positivo na nossa lista de prós e contras do Honda Civic espaço interno aliado ao conforto que o carro proporciona a todos os ocupantes. 

Em termos de espaço o modelo é capaz de levar até cinco ocupantes de maneira um tanto quanto confortável. Além disso carregar os pertences também não é algo problemático já que o porta-malas possui capacidade de 525 litros. 

Porta-malas
Espaço não é problema para Honda Civic

Os bancos traseiros bipartidos também podem ser dobrados aumentando ainda mais a capacidade de carga do Civic. 

Na parte dianteiro o banco do motorista conta com uma série de regulagens elétricas tornando a condução ainda mais prazerosa. 

No painel gadgets eletrônicos ajudam na condução com uma série de informações e facilidades tornando tudo ainda mais confortável. 

Pró: Dirigibilidade

O conjunto de suspensões é um grande diferencial para quem procura performance e estabilidade ao dirigir. 

O modelo conta com Suspensões Dianteiras do tipo MacPherson com barras estabilizadoras. Já na traseira o Civic conta com o sistema Multi-Link também com barras estabilizadoras que garantem conforto diferenciado e dirigibilidade diferenciada.

Para quem não está muito acostumado o modelo pode parecer duro em um primeiro momento mas isso é fruto do conjunto do sistema de suspensões muito bem reguladas e altamente funcionais. 

Pró: Acabamento

O acabamento é mais um item positivo na nossa lista de prós e contras do Honda Civic 2021. 

Quando comparados à rivais diretos como é o caso dos VW Jetta e Virtus e do Toyota Corolla. Há menos plástico nas portas e painéis e as partes plásticas utilizadas possuem um alto nível de qualidade. 

Acabamento
Acabamento é refinado

O acabamento de qualidade, inclusive colabora na questão do conforto acústico uma vez que com menos plástico menor a dilatação futura do material e menor barulho ao rodar. 

Pró: Segurança

Em termos de segurança o Civic também é campeão. O modelo pensa em tudo e em todos tanto no interior quanto no exterior. 

No exterior o modelo conta com câmera de ré, sensor de ponto cego e sistema de partida em rampa. 

Além disso o controle de tração e estabilidade atuam de maneira conjunta com os freios. Ou seja, a tocada é totalmente segura e estável. 

No interior o veículo conta com 6 airbags e sistema de fixação de cadeirinha IsoFix e sistema de vidros antiesmagamento que evita incidentes principalmente com crianças. 

Não é absurdo nenhum afirmar que todos os ocupantes e ao redor do veículo estão sempre seguros. 

Pró: Tecnologia

A tecnologia é outro chamariz para quem tem em mente comprar um Honda Civic. O modelo possui uma série de gadgets eletrônicos que facilitam a vida não apenas do motorista como de todos os ocupantes. 

A novidade do momento é o carregador por indução que descarta o uso de fios para manter os smartphones carregados. 

Tecnologia
Civic é repleto de tecnologia

É possível abrir as portas e porta-malas por meio de simples aproximação, os faróis acendem sozinhos na ausência de luz natural e para dar partida basta apertar o botão start/stop. 

Sem sombra de dúvidas o Honda Civic é hoje um dos modelos com mais tecnologia embarcada no mercado. 

Pró: Boa aceitação no mercado

Como se sabe o modelo é um dos carros preferidos do brasileiro e por isso possui ótima aceitação no mercado .

Esse um item muito positivo na nossa lista de prós e contras do Honda Civic. Pois perto de outros veículos sua depreciação não é absurda. Além disso é relativamente simples encontrar um modelo usado em bom estado de conservação. 

Pró: Consumo

Um quesito que agrada bastante é o consumo do Civic. Mesmo com todo o peso ambos os motores de maneira conjunta com transmissão transmissão trabalham de maneira eficiente mantendo os níveis de consumo do sedan dentro do considerado aceitável. 

Se o motorista tiver uma sensibilidade maior na tocada é possível alcançar níveis semelhantes a modelos mais acessíveis como VW Polo, Fiat Argo e muitos outros veículos intermediários em quesito de valores. 

Contra: Motor turbo não é Flex

Embora isso não seja exatamente um problema seria interessante se o motor 1.5 turbo tivesse opção bicombustível. Afinal em alguns estados compensa abastecer com etanol do que com gasolina. 

Start Stop
Motor 1.5 poderia ser Flex

No entanto as médias de consumo automaticamente seriam menores. Embora se analisado precisamente possa não ser algo que compense o investimento há quem reclame da motorização em questão não ser flexível. 

Contra: Preço do seguro

Como já foi citado e como muitos sabem a legião de fãs do Honda Civic é muito grande e nisso se inclui também os ladrões. 

Da mesma forma que é apreciado por muita gente o Civic é bastante visado quando o assunto é roubo principalmente para desmanche e vendas de peça. Aí não tem jeito o preço do seguro realmente vai para as alturas. 

Contra: Valor de manutenção

Aqui temos mais um item negativo na nossa lista de prós e contras do Honda Civic o valor das manutenções. 

Como se sabe comprar um Honda Civic requer um bom montante financeiro. Entretanto manter o veículo também não é uma das tarefas mais fáceis. 

É relativamente comum ouvir proprietários reclamando dos altos preços das manutenções da concessionária e dos valores de peças e mão de obra nos raros casos de necessidade de manutenções corretivas. 

Contra: Preço

E por último mas não menos importante temos o preço do Honda do Civic como algo negativo. 

É um carro bonito, tecnológico, seguro mas que não deixa de ser caro. Infelizmente trata-se de uma opção veicular que para muitos não é acessível. Por isso é natural que muita gente reclame de seu preço. 

Conclusão

Como muitos dos carros que já mostramos por aqui o modelo possui muito mais pontos positivos do que negativos. 

E depois de analisar os prós e contras do Honda Civic é preciso analisar quais são as suas necessidades e definir se o exemplar é a melhor escolha para você. 

Caso depois de conferir a nossa lista você tenha então decidido por comprar um exemplar então nossa sugestão é simples: clique no link abaixo e descubra as diferentes maneiras de ter enfim um Honda Civic para chamar de seu!

Sobre o autor

Murilo C.

Redator especialista em carros, se identifica com conteúdos relacionados a lançamentos e análises de veículos e acredita que compartilhar conhecimento na área ajuda todos a tomarem melhores decisões em busca do veículo ideal para cada tipo de perfil.

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Está pensando em comprar um carro para revender? Não faça nenhum negócio sem saber quais são os piores carros para revenda no Brasil

Você sabia que existem aqueles que são considerados os piores carros para revenda no Brasil? Pois bem, existem muitas questões que devem ser levadas em consideração na hora de comprar um carro. Embora seja desaconselhado, ainda é grande o número de pessoas que compram um veículo levando em conta puramente o “gostar” do modelo, sem se preocupar com nenhum outro tipo de informação. 

Há uma série de aspectos que precisam ser pensadas e até mesmo repensadas antes de comprar qualquer modelo de carro. Índice de roubos, valor de seguro, preço de manutenções, períodos de garantia oferecidos pelo fabricante, consumo de combustível e um dos mais importantes de todos: Valor de revenda. 

Muitos negócios vivem e sobrevivem puramente da compra e revenda de carros. Se você possui uma revenda de veículos, o artigo de hoje foi produzido especialmente para você, pois vamos mostrar os piores carros para revenda no Brasil. Nossa sugestão é simples: Leia o conteúdo até o fim, e saiba quais modelos evitar. 

Os piores carros para revenda no Brasil

Confira agora, quais são os piores carros para revenda no Brasil

15. EcoSport 1.0 

O Ford EcoSport foi lançado no ano de 2003 e em seu ano de estreia vendeu pouco mais de 12 mil unidades. O modelo de lançamento contava com três opções de motor: 1.0 de 8v supercharger; 1.6 de 8v e 2.0 com 16v.

Durante oito anos, o modelo passou por renovações e mudanças, ganhando diferentes tipos de acessórios, novas versões e como não poderia deixar de ser, a retirada da motorização 1.0 que não agradou. 

O EcoSport 1.0 foi reprovado pelos clientes e também pela mídia especializada, por conta de seu fraco desempenho e consequentemente alto consumo. Hoje ele é encontrado em sites de venda por valores que podem variar entre R$ 15 mil a R$ 20 mil. Sem sombra de dúvidas, um dos piores carros para revenda no Brasil.

14. Mercedes Classe A

O Mercedes Classe A foi apresentado pela primeira vez no ano de 1997 no Salão de Genebra, na Suíça. No Brasil, o modelo foi lançado apenas em 1999 e teve produção até o ano de 2005.

No início, o classe A alcançou bons números de vendas. Porém, o aumento do dólar na época, acabou interferindo negativamente em suas vendas que começaram a cair ano a anualmente. Em 2005, ano de encerramento de produção, foram vendidos somente 3.499 unidades. 

O alto valor de manutenção e peças, aliado à perda de credibilidade do modelo, faz com que ele possa ser encontrado por preços que variam entre R$ 9 mil e R$ 20 mil, sendo considerado um dos piores carros para revenda no Brasil.

13. Volkswagen Polo 1.0 

Em seu lançamento no ano de 2003, a Volkswagen achou ser uma boa ideia equipar o modelo com um motor 1.0 de 16 válvulas com 79 cavalos de potência. Na época, o modelo era considerado um popular de luxo, custando cerca de R$ 26 mil. 

Entretanto, a pouca potência não agradou em nada o consumidor brasileiro, fazendo com que a montadora alemã encerrasse sua produção no mesmo ano. Dessa maneira, é totalmente compreensível que o modelo faça parte da lista dos piores carros para revenda no Brasil, não é mesmo?

Hoje, o Polo 1.0 pode ser encontrado na faixa de R$ 10 mil a R$ 13 mil. 

12. Fiat Marea 

Certamente, você já esperava encontrar o Fiat Marea na lista dos piores carros para revenda no Brasil, não é mesmo? Além de ser considerado um dos piores carros já vendidos, ele também é muito difícil de ser revendido. 

O Modelo foi lançado com um motor 2.0 com 20 válvulas e 142 cavalos de potência e contava com um torque máximo de 18,1 kgfm. Em seguida, a Fiat lançou a versão SX, com o mesmo motor, porém sem o variador de comando e com “apenas” 127 cv. 

Embora tenha ficado por muito tempo no segmento de médios da montadora italiana, a dificuldade de manutenção, ausência de tecnologias e episódios de incêndios, fizeram suas vendas despencarem. Com isso, o modelo parou de ser produzido em 2007, dando lugar para a entrada do Linea e do Punto. 

Hoje é possível encontrar o Marea por valores que variam entre R$ 7mil e R$ 8,5 mil. Já os valores para a versão turbo, variam entre R$ 11 mil e R$ 15 mil. Mas é melhor manter distância. 

11. Fiat Doblô 

O Fiat Doblô é conhecido por seu amplo espaço e registro frequente de reclamações de seus proprietários. Embora seja considerado um carro de trabalho e não de passeio, o veículo da montadora possui uma série de fatores que justificam sua entrada na lista dos piores carros para revenda no Brasil.

Os principais pontos fracos do Doblô são: Isolamento acústico de baixa qualidade; Acabamento interno ruim; Baixo desempenho; Consumo de combustível elevado e Colunas dianteiras com muitos pontos cego.

Os valores são extremamente variáveis, levando em consideração, principalmente o ano de produção. Modelos produzidos em 2005 podem ser encontrados na faixa de R$ 20 mil, enquanto os modelos 2009 são comercializados na faixa dos R$ 75 mil.

10. Fiat Weekend

Considerada a última perua remanescente das levas mais antigas do Brasil, hoje especialistas automotivos consideram o modelo um carro ruim de revenda. O motivo: A Weekend pode estar com os dias contados.

No final de 2019, a Volkswagen já havia anunciado que a SpaceFox chegara ao fim da vida, por conta da baixa saída e a preferência do público por SUVs ser cada vez maior.

O principal ponto que chama atenção nessa questão é que as novas normas de segurança para 2020 podem deixar a produção do modelo inviável. Os novos itens são o sistema de fixação de cadeirinhas, o que demanda um alto investimento e esforço, além da obrigatoriedade de que os veículos saiam de fábrica com cintos de três pontos e encostos de cabeças para todos os ocupantes. Para um veículo que vendeu pouco mais de 2.500 unidades em 2019, esses investimentos podem ser vistos como inviáveis.

Hoje os valores da Fiat Weekend variam entre R$ 20 mil e R$ 79 mil, dependendo do ano e modelo. 

9. Jac T5

O SUV da Jac Motors não convenceu os consumidores brasileiros. Embora suas linhas sejam modernas, há quem diga que o T5 lembra modelos coreanos antigos, como o Hyundai ix35. 

Hoje seus valores são um pouco elevados ficando na faixa dos R$ 70 mil a R$ 80 mil. Cifras superiores às de seus concorrentes, como o Jeep Renegade e o Suzuki Jimmy que podem ser comprados por cerca de R$ 65 mil.

Dentre os pontos negativos que fazem o T5 ser um dos piores carros para revenda no Brasil estão a utilização de materiais de baixa qualidade para acabamento interno, suspensão rígida e má distribuição de componentes do painel. Há proprietários, inclusive que reclamam do forte odor de plástico. 

Os valores o Jac T5 variam entre R$ 44 mil e R$ 60 mil e tendem a ficar empacados por longos períodos em estacionamentos e revendas. 

8. Renault Symbol 

O Renault Symbol não apresentava problemas de projeto. Muito pelo contrário: Seus motores 1.6 com 8 e 16 válvulas equiparam muitos modelos da montadora francesa sem nenhum histórico de problema. 

Mas por que o modelo veio para na lista dos piores carros para revenda no Brasil? Você pode estar se perguntando. A resposta é simples: Sua concepção final. O modelo, era uma sedã baseado sob a antiga plataforma do Clio, já ultrapassada, com falta de espaço no banco interno e visual antiquado. 

Além disso, o “sedã” sofreu uma ferrenha concorrência interna da primeira geração do Logan, que era mais barato e espaçoso. Dessa forma, o Symbol teve vida curta, sendo produzido apenas entre 2009 e 2013. Essa rejeição do consumidor dificulta muito o processo de revenda do modelo, que pode ser encontrado por valores entre R$ 15 mil e R$ 22 mil. 

7. Ford Focus Sedan/Fastback

O Focus Sedã sempre teve bons atributos veiculares, mas nunca foi um sucesso de vendas. O modelo contou com três gerações no Brasil e todas foram ruins de mercado, com emplacamentos sempre registrando uma pequena fração em relação ao modelo Hatch, sempre teve espaço.

A suspensão independente nas quatro rodas sempre foi vista como um ponto positivo de estabilidade e suavidade. Além disso, com motorização sempre atual e potente o modelo tinha tudo para fazer sucesso. O seu fracasso no mercado é algo que intriga muitos especialistas do setor automotivo.

O design da traseira do sedã não ajudou muito tanto na primeira quanto na segunda geração. Na terceira e última safra, o problema era o câmbio automatizado powershift, que ganhou fama de mau funcionamento. Em 2015, a Ford reestilizou e mudou o nome do sedã de Focus para Fastback, mas nada adiantou e o modelo saiu de linha de vez em 2019.

A baixa adesão é o principal motivo que faz desse modelo um dos piores carros para revenda no Brasil. Os valores do modelo hoje ficam na faixa de R$ 22 mil até R$ 40 mil. 

6. Jac J3

Aqui temos outro modelo da montadora chinesa que vem lutando e consequentemente sofrendo para agradar e conquistar o mercado brasileiro. 

No Brasil desde o ano de 2010 com diversos modelos, a linha “T” da montadora busca um novo posicionamento mercadológico. O Jac 3, concorria diretamente com com veículos como Renault Sandero, Chery Celer e o Lifan 320. Embora fosse bem equipado, contando com freios ABS, airbags, volante funcional e alguns acessórios de série, muitos reclamavam (e ainda reclamam) da baixa qualidade do acabamento, falta de peças de reposição e do preconceito por se tratar de uma marca chinesa. 

Por conta disso, o J3 figura hoje, entre os piores carros para revenda no Brasil, podendo ser encontrado por valores entre R$ 12 mil e R$ 15 mil.

5. Hyundai Elantra 

Diferentes gerações do Elantra foram importadas para o Brasil, entretanto, nenhuma delas fez sucesso. A última, inclusive, foi a que protagonizou maior fracasso. Quando chegou ao Brasil em 2011, a montadora viva uma momento de expansão, aliás o mercado nacional, ia de vento em popa e o segmento de sedãs médios estava particularmente aquecido.

Embora contasse com boa motorização, equipamentos de série e uma campanha publicitária massiva, o sedã nunca teve números expressivos de vendas. Há quem diga que o fracasso no mercado ocorreu por conta da alta competitividade da época, fazendo com que o modelo ganhasse o título de um dos sedãs mais rejeitados e por isso, um dos piores carros para revenda no Brasil.

Hoje os valores dos Hyundai Elantra variam entre R$ 40 mil e R$ 75 mil.

4. Fiat Linea 

Aqui temos outra estrela entre os piores carros para revenda no Brasil. Lançado no Brasil em 2008 e produzido até 2017, o Linea foi comercializado em uma série de versões, no entanto, seus números de vendas nunca foram positivos. Em outras palavras, o modelo nunca pegou por aqui.

Especialistas do setor automotivo divergem nos motivos, mas a causa mais aceita para o fracasso de vendas é que muitos acreditavam que o modelo poderia vir com os mesmos problemas apresentados pelos seus sucessor, o Fiat Marea. O resultado então, foi um baixo número de vendas e índices ainda piores de revenda. 

Hoje é possível encontrar um modelo por valores que variam entre R$ 23 mil e R$ 37 mil.

3. Peugeot 408

O Peugeot 408 ficou conhecido pelo seu visual ter sido utilizado na Stock Car durante as temporadas de 2007 a 2009. O modelo era bem equipado e confortável, mas tinha concorrentes de peso, como Citroen C4, Honda Civic e Toyota Corolla.

Para se manter no mercado, o 408 contava com freios ABS, faróis de neblina, ajuste do volante em profundidade, banco traseiro rebatível, porta-luvas climatizado e muitos outros itens de série. 

Com motorização poderosa, o sedã médio não foi páreo para seus concorrentes, principalmente os japoneses Civic e Corolla. Com vendas bem abaixo do esperado, o modelo saiu de linha em 2019, com fama ser um dos piores carros para revenda no Brasil.

Hoje é possível encontrar o Peugeot 208 por valores que variam entre R$ 24 mil e R$ 60 mil.

2. Citroen AirCross

Muitas pessoas acham que o AirCross saiu de linha dando lugar ao novo Citroen C4 Cactus, mas isso é um engano. O AirCross continua sendo fabricado na fábrica de Porto Real – RJ. Essa confusão é relativamente normal, afinal, as vendas do modelo nunca decolaram, colocando-o na lista de piores carros tanto para compra, quanto para revenda no Brasil. 

É muito complicado apontar somente um fator responsável pelas baixas vendas e revendas, mas muitas vezes a culpa recai sobre um projeto confuso que mescla diferentes segmentos em uma mesma coisa. Afinal, o AirCross não pode ser considerado um SUV ou então um monovolume.

Hoje é possível encontrar o veículo com valores que partem de R$ 26 mil até R$ 55 mil.

1. Chevrolet Agile 

O Chevrolet Agile é um dos poucos insucessos recentes da montadora, ficando longe das vendas de seus antecessores Corsa e Celta, por exemplo, que possuem grande aceitação no mercado de usados. 

Com pouco tempo de vida, tendo produção entre 2009 e 2013, os problemas começaram ainda na fase de projetos. Concebido durante a crise mundial de 2008, o modelo tinha uma série de restrições orçamentárias para seu desenvolvimento. 

Um ponto que chama a atenção de forma negativa é sua arquitetura ultrapassada, que impõe uma posição desconfortável ao motorista. Seu design nunca foi unanimidade, embora contasse com pontos positivos, tais como consumo de combustível e espaço no porta-malas, o modelo nunca decolou em vendas. 

Além disso, alguns modelos foram equipados com câmbio automatizado de uma embreagem, o famoso Easytronic, que são ainda mais rejeitados. Por isso, o Agile é considerado um dos piores carros para revenda no Brasil.

Hoje o Agile possui preços que variam entre R$ 19 mil e R$ 30 mil.

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