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Fiat Argo 2021: Modelo ganha mudanças pontuais e aumento de preço

Fiat argo ganha DNA da Strada, perdeu uma de suas versões, ganhou alguns equipamentos e como não poderia deixar de ser ficou mais caro. Descubra o que há de novo no hatch que é o carro chefe da montadora italiana.

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Murilo C.

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Tapa no visual é principal atrativo do Fiat Argo 2021

Depois que a Strada estreou o novo logotipo da Fiat, a marca pretende levar a nova identidade para todos os seus modelos e o Fiat Argo 2021 que já pode ser encontrado em algumas concessionárias será o primeiro a contar com o logotipo com nome da montadora escrito por extenso. 

O logo também conta três linhas nas cores da bandeira da Itália posicionadas na grade frontal. Trata-se de uma mudança bem pequena já que de acordo com fontes internas as grandes mudanças tanto para o Argo quanto para o Cronos deve ocorrer apenas em 2022.

Fiat Argo 2021

Embora a maioria das mudanças tenham sido estéticas o Argo 2021 traz algumas variáveis específicas que precisam de um pouco atenção para serem notadas.  

Para conferir o que há de novo no modelo que tem sido o menino dos olhos da Fiat é só continuar a leitura desse artigo que está mais do que especial!

As principais novidades do Fiat Argo 2021

Além das modificações frontais, a Fiat aproveitou para realizar modificações tanto nos equipamentos quanto nas versões do Argo e isso é uma notícia que deve ser comemorada por quem está pensando em comprar o Hatch.

Central multimídia

Um ponto alto no modelo 2021 é que a criticada central multimídia de 9 polegadas que faz parte do conjunto desde 2018 foi substituída pela de Uconnect de 7 polegadas. 

Multimídia Argo 2021
Central multimídia é a principal mudança no Argo 2021

Essa alteração já era solicitada por muita gente afinal a tela de 9’’ não tinha compartilhamento com Android Auto ou Apple CarPlay além de outras limitações que faziam da vida do motorista e do carona um inferno em termos de conexão e sincronização com celulares. 

Maquiagem nas versões

A versão 1.0 básica e sem nome ganhou apenas novas calotas e manteve todos os seus opcionais que já vinham embutidos em 2020. Ela contará apenas com um pacote opcional que envolve sistema de som, desembaçador e limpador traseiro. 

A versão Drive  1.0 é a primeira versão a contar com a nova central multimídia além de volante multifuncional. Porta USB traseira e novas calotas também vêm de fábrica. 

Além disso essa versão terá à disposição um pacote plus que conta com retrovisores e vidros traseiros elétricos e sensor de estacionamento traseiro. Outro opcional para essa versão é a possibilidade de fazer uso do pacote visual S-Design que conta com itens do pacotes Plus que envolve sensor de pressão dos pneus e pintura bicolor. 

Pulando dos modelos equipados com motor 1.0 para os 1.3 as mudanças praticamente não existem. 

O Argo Drive 1.3 ganhou as mesmas novidades do Drive 1.0 além de sensor de estacionamento traseiros, vidros elétricos traseiros e retrovisores com ajuste elétrico. Os únicos opcionais são o pacote S-Design e a pintura bicolor. 

Versão aventureira foi a que mais “mudou”

Dentre todas as versões a Trekking foi a que mais ganhou novidades. 

Oferecida com motores 1.3 e 1.8 o Argo Trekking 2021 passa a ter controles de tração e estabilidade a alguns itens de série como assistente de partida em rampas e modificações visuais nos adesivos. 

O 1.3 terá dois opcionais. O primeiro o pacote Plus com rodas de liga leve 15’’ e câmera de ré. O segundo o pacote Full com todos os itens do Plus mais ar-condicionado digital automático e chave presencial 

Trekking
Argo Trekking foi o que mais mudou

Já o Trekking com motor 1.8 já vem com as rodas de 15’’ de série e altera os opcionais. 

Nele o Kit Plus tem câmera de ré, ar-condicionado digital e automático e chave presencial. Enquanto o Full dispõe de computador de bordo com tela de 7 polegadas, banco de couro, apoio de braço central, sensor de chuva e crepúsculo, retrovisor eletrocrômico e rebatimento elétrico para espelhos laterais. 

HGT é falso Esportivo, mas agrada

E por fim temos o Argo HGT 1.8 erroneamente chamado de esportivo a exemplo do que ocorre com a versão Sedã Cronos. 

O Argo HGT possui tela TFT para o painel de instrumentos, volante em couro e apoio de braço central de série. 

HGT
Argo HGT é esportivo de mentirinha

Os opcionais do pacote Plus são: banco de couro, airbags laterais e pintura bicolor. Já os opcionais do pacote Full são os mesmos do pacote Plus mais piloto automático, sobretapetes e paddle-shifts para as trocas de marchas. 

Uma versão a menos para 2021

O Fiat Argo 2021 não tem mais a versão 1.8 Precision que saiu de linha de vez. Isso já era algo esperado pois ela era vendida por R$ 68.990 apenas R$ 1.000 a menos que a versão Trekking que também era equipada com o mesmo motor 1.8 de 139 cavalos e câmbio automático de 6 marchas. 

Motor novo, mas só em 2022

Assim como design a mecânica do Fiat Argo 2021 foi mantida e segue sem novidades. 

As versões de entrada possuem sob o capô o motor 1.0 de três cilindros capaz de render até 77 cavalos ou o 1.3 de quatro cilindros de até 109 cavalos. Ambos com tecnologia Flex. Para as duas versões só há opção do câmbio manual manual de cinco marchas.

Acima deles temos o veterano e já ultrapassado 1.8 Flex de 4 cilindros capaz de render até 139 cavalos chamado erroneamente de motor esportivo. Nesse caso só é possível optar pelo câmbio automático de 6 velocidades. 

Motor Argo
Motorização vai mudar, mas só em 2022

A notícia de manutenção dos motores é um pouco frustrante para quem esperava renovação mecânica. Mas a boa notícia é que há uma luz no fim do túnel. 

A Fiat já avisou que está na fase final de desenvolvimento dos motores turbo da família Firefly. As versões turbinadas do 1.0 de três cilindros e do 1.3 de quatro cilindros serão lançadas nos próximos meses e deverão ganhar as ruas primeiro sob o capô da linha Jeep.

O Argo terá os dois propulsores em sua primeira reestilização que de acordo com a Fiat está prevista para acontecer em 2022.

Além disso a Fiat já divulgou que está desenvolvendo uma nova transmissão do tipo CVT para trabalhar associada aos dois pequenos motores turbos. 

Essa é uma ótima notícia pois os câmbios dos veículos das montadora eram muito criticados por conta de seguirem uma linha de relação única para todos os modelos o que não proporciona um aproveitamento do motor como um todo. 

Espera-se que essa nova caixa de câmbio já faça sua estreia junto com os propulsores e chegue às concessionárias já no primeiro semestre de 2021. 

Preços e versões

Chegamos agora à parte que interessa a maioria das pessoas os valores. Ao todo o Fiat Argo 2021 terá 6 versões disponíveis seus preços estão descritos a seguir:

  • Argo 1.0 MT5 R$ 53.990,00;
  • Argo Drive 1.0 MT5 R$ 58.990,00;
  • Argo Drive 1.3 MT5 R$ 61.990,00;
  • Argo Trekking 1.3 MT5 R$ 64.990,00;
  • Argo Trekking 1.8 AT6 R$ 69.990,00;
  • Argo HGT 1.8 AT6 R$ 74.990,00.

Conclusão

O Argo é um dos melhores hatches do Brasil, mas tem pela frente alguns adversários difíceis de serem batidos em termos de mercado como é o caso do líder de vendas Onix. Considerado hoje seu principal concorrente. 

Como mostramos as mudanças do Fiat Argo 2021 foram muito sutis. E como nós do Senhor Carros prezamos pela sinceridade nossa recomendação é a de que se você está pensando em comprar o modelo espere pela versão 2022.

Fiat Argo 2021 vermelho
Nova grade frontal do Argo 2021

Além de reestilizada em termos visuais essa nova leva vai vir com importantes mudanças mecânicas e os modelos até 2021 sofrerão grande impacto na questão de desvalorização

Na sua opinião as maquiagens do Fiat Argo 2021 ficaram bonitas ou são simplesmente mais do mesmo? Deixe um comentário contando quais são suas impressões. Sua opinião tem muito valor pra gente. 

E já que estamos falando de um modelo Hatch que tal descobrir quais são os veículos mais econômicos dessa categoria? Para isso é clicar no botão abaixo e aumentar seu conhecimento no segmento. 

Redator especialista em carros, se identifica com conteúdos relacionados a lançamentos e análises de veículos e acredita que compartilhar conhecimento na área ajuda todos a tomarem melhores decisões em busca do veículo ideal para cada tipo de perfil.

Artigos

Os 22 piores carros já produzidos no Brasil

por

Murilo C.

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Poucos sabem, mas muitos carros já foram fabricados no Brasil e nem sempre o resultado foi um dos melhores, uma boa parte dos modelos produzidos nacionalmente recebeu duras criticas e alguns até já saíram de linha.

Então, preparamos para você uma lista bem dinâmica dos 22 piores carros já fabricados no BrasilAcompanhe abaixo — tem até carro brasileiro  — e vamos ver juntos quais foram os piores carros fabricados no país.

Gurgel

22 - Fiat Marea

Iniciamos nossa lista com o deteriorado Fiat Marea, carro nada econômico e que fazia seus donos terem dor de cabeça. O veículo da Fiat saiu de linha há mais de uma década, não obteve sucesso e nem um bom retorno de vendas desde seu lançamento. Alguns o chamavam de “carro problemático”, já que tinha que trocar completamente o seu motor se a sua correia dentada rompesse. Sem sombra de dúvidas, o Fiat Marea foi um dos piores carros fabricados no Brasil.

Fiat Marea

21 - Seat Córdoba

O Córdoba da espanhola Seat entra em nossa lista por fatores que envolvem estrutura e desempenho. Alguns dos principais problemas do Seat Córdoba que o faz ser um dos piores carros fabricado no Brasil era o preço de suas peças e a sua assistência técnica, que tornava o custo de manutenção proibitivo.

Seat Cordoba

20 - Volkswagen Jetta

Este veículo da Volkswagen perde sem muito esforço no mercado. O Jetta 2.0 tem o mesmo valor de carros de alto nível como o Honda Civic. Pouco econômico, fazendo apenas 7 km/litro na cidade e mesmo sendo 2.0, tem uma potência de 120 cv, que é inferior a muitos carros com motor 1.6 ou até mesmo 1.0.

Volkswagen Jetta
Volkswagen Jetta

19 - Fiat Freemont

O Fiat Freemont de início tinha uma proposta muito boa, mas o carro tem um péssimo custo benefício e um baixo desempenho. Com câmbio automático, o Freemont conta com somente 4 marchas, a potência entrega uma rotação muito alta com uma performance muito fraca. Por isso o Fiat Freemont é um dos piores carros fabricados no Brasil.

Fiat Freemont

18 - Gurgel

A Gurgel Motors S/A era uma montadora de veículos 100% brasileira, mas faliu devido à falta de incentivo do governo e tributação alta. Teve bons resultados com o modelo BR-800, ganhando até prêmio europeu e batendo de frente com concorrentes do mesmo segmento, como o Fiat Uno da época. Porém, os outros modelos da Gurgel deixaram muito a desejar. O Jipe Tocantis tinha máxima de 117 km/hr e um péssimo desempenho, demorava 25 segundos para fazer 100 km/hr e tinha uma sofrida potência de apenas 50 cv. Levando em conta os modelos da Gurgel e seu fracasso no mercado, seus carros acabam entrando para a lista dos piores carros fabricados no Brasil.

Gurgel

17 - Citroën Xantia

Sempre ressaltamos aqui que a montadora francesa Citroën tem a tecnologia como um dos seus pontos fortes no mercado. Mesmo nas décadas passadas, o Xantia era um carro muito sofisticado para época, e até barato. Mas, o que o torna um dos piores carros fabricados no Brasil é sua manutenção difícil e curiosamente cara, deixava muitos condutores com dores de cabeça.

Citroën Xantia

16 - Chevrolet Blazer

O Chevrolet Blazer é uma proposta bem diferente do que estamos acostumados a ver da GM. Um dos principais motivos que o torna este modelo um dos piores carros fabricados no Brasil é seu baixo consumo de combustível e também o seu preço, que comparando a outros modelos do mesmo preço vale muito mais a pena pensar na concorrência.

Chevrolet Blazer

15 - Troller Pantanal

Este veículo é tão ruim que já passou por um dos piores recalls da história. -  Veja Os 21 piores recalls de carros da história - O Troller Pantanal foi lançado no Brasil em 2006 e teve sua produção ao fim em 2008 quando a Ford comprou a Troller. Em dois anos, foram vendidos apenas 77 unidades. Além de passar por um recall por causa de danos inadmissíveis com o veículo, ele tinha péssimas especificações. Por isso chegou ao fim e se tornou um dos piores carros fabricados no Brasil dos últimos tempos.

Troller Pantanal

14 - Hyundai Veloster

O Veloster, modelo esportivo da Hyundai, já sofreu fortes e severas críticas. O carro é bonito, de fato tem um belo acabamento externo, mas quando falamos em carro esportivo, é difícil pensar que seu motor tem 108 cavalos. Um motor inferior a muitos carros populares por aí, e mesmo sendo um carro chamativo, ele ainda é um dos piores carros fabricados no Brasil.

Hyundai Veloster

13 - Ford Mondeo 

O Mondeo foi uma ótima proposta da Ford, tinha chances de bater de frente com os principais concorrentes da época, como o Gol da Volkswagen, que ganhou a graça do povo. O Mondeo tinha recursos que o faziam ser um carro excelente, mas a Ford fixou o veículo em uma classe de compradores mais alta, encarecendo o carro e tentando encarar os fortes da época, como o GM Ômega. Mas o resultado foi um fracasso de vendas e o carro acabou entrando em extinção.

Ford Mondeo

12 - Kia Carnival

O Kia Carnival é uma porposta boa, mas não boa para o Brasil. O comprimento do veículo não é adequado para as vias nacionais, mas um dos principais pilares que fazem o Kia Carnival ser um dos piores carros fabricados no Brasil é seu custo geral, que é bem caro, e se uma peça quebrar, além da desvalorização imediata, o custo será muito alto, ácima do normal.

Kia Carnival

11 - Dodge Polara

Quando um assunto vai da boca de um a outro, uma vez chega a todos, e se o tema for algo negativo, as hipóteses de recuperar-se são praticamente nulas. E foi o que ocorreu com o pobre Dodge Polara no Brasil, o carro, lançado em 1976, tinha câmbio fraco, motor ruim, manutenção ineficiente e falha nos freios. O brasileiro não perdoa, uma vez que o povo negativou não tem como voltar atrás, durou pouco tempo até que a Chrysler se retirou do Brasil.

Dodge Polara
Dodge Polara

10 - Lada Laika

A proposta do Lada Laika era muito boa, mas não foi bem adaptada no Brasil. Passou por um mico nacional devido a não adaptação para o combustível de gasolina nacional, que tem 25% de álcool diluído. Outro fator que faz o Lada Laika ser um dos piores carros fabricados no Brasil era sua manutenção financeira muito alta, mesmo o carro sendo relativamente barato.

Lada Laika

9 - Fiat Brava

O Fiat Brava é um derivado do Marea, que tem uma péssima fama no mercado. O que justifica um dos motivos de ser um dos piores carros já fabricado no Brasil, que é a sua desvalorização devido a sua má fama com sua linhagem anterior. A suspensão também é outro fator que gera reclamações, motor fraco e dificuldades de encontrar peças, por isso é bem incomum ver um Brava nas vias nacionais hoje em dia.

Fiat Brava

8 - Daewoo Espero

Uma das primeiras marcas coreanas a tentar emplacar no mercado brasileiro foi a Daewoo, que tinha como principal proposta o veículo Espero. A concorrência era muito grande, com carros como Omega e Vectra, o resultado foi um fracasso nas vendas, se tornando um dos piores carros fabricados no Brasil.

Daewoo Espero

7 - Ford Courier

A Courier era uma proposta de picape muito boa da Ford, que era mais um Fiesta com caçamba. Bastante pequena para comportar pesos elevados, como as outras picapes fazem. Design pouco chamativo que atrapalharam nas vendas. A Courier teve grande fracasso e se tornou bem raro vê-la nas vias hoje em dia, tornou-se um dos piores carros fabricados no Brasil.

Ford Courier
Ford Courier

6 - Chevrolet Veraneio

Quando chegou no mercado brasileiro, os consumidores ficaram com o pé atrás, era uma SUV grande, robusta, boa para famílias e trabalhos pesados. Mas, o público que a Veraneio conquistou foi os militares, se tornando camburão e logo depois ambulância. Era bem difícil ver um consumidor comum com uma Veraneio, gradualmente ela foi sumindo e se tornou um dos piores carros fabricados no Brasil.

Chevrolet Veraneio

5 - Autolatina

Este é um dos poucos modelos que é uma parceria de duas montadoras. No caso, Ford e Volkswagen, que era para aumentar seu patamar e crescer a cima da concorrência. O Autolatina pegou fama de “carro-de-oficina” e o povo todo já via o modelo como uma piada. O que prejudicou a imagem da Volkswagen no Brasil, por isso se tornou um dos piores carros fabricados no Brasil.

Autolatina

4 - Peugeot Hoggar

É difícil competir no segmento de pequenas caminhonetes quando há Chevrolet Montana, Volkswagen Saveiro e Fiat Strada como líderes do mercado. A montadora francesa tentou emplacar neste segmento com o modelo Hoggar, com motor 1.4 que muitos diziam ser bastante fraco, consumindo muito combustível e não rendendo nem em estrada vazia. Normalmente estas caminhonetes pequenas servem para trabalho, mas o Peugeot Hoggar carregado piora ainda mais o seu desempenho. Consome mais do que o normal, que já é muito, deixando o condutor com muita dor de cabeça, por isso se tornou um dos piores carro já fabricados no Brasil.

Peugeot Hoggar

3 - Volkswagen Variant II

O Variant II não fez o sucesso que esperava com o público brasileiro, um dos piores carros já fabricados. Produzido pela Volkswagen, tinha um motor bem ruim e um desempenho péssimo, não era de se surpreender que no Brasil este veículo não teria grande reconhecimento, nem com o público geral, muito menos com as vendas, que foram um fracasso total.

Volkswagen Variant II

2 - Fiat Oggi

Em termos como de evolução, o Oggi ficou para trás e travou no tempo, se tornando um dos piores carros já produzidos no Brasil. O câmbio do veículo é uma das principais reclamações de donos ou ex-donos que já tiveram o Oggi. Também dizem que o barulho do escape é insuportável. O carro tem um comprimento interno muito ruim para quem tem uma família, por exemplo. Mesmo tendo uma economia razoável, o veículo tem um péssimo desempenho e desestabiliza qualquer condutor, causando grandes dores de cabeça para seu dono.

Fiat Oggi

1 - Volkswagen 1600 

A princípio, este veículo da Volkswagen rapidamente se tornou uma piada nacional ganhando o apelido de “zé do caixão”. Ainda mais, o Volkswagen 1600 não fez sucesso no Brasil e hoje se tornou um dos piores carros fabricados no Brasil. Sua mecânica é similar ao do fusca, com motor traseiro de 1.6 litro refrigerado a ar, com 50 cv e 11 kgfm associado ao câmbio manual de quatro marchas. Em suma, seu desempenho era terrível, se tornou somente mais uma figurinha do museu de carros que não deram certo no mercado nacional.

Volkswagen 1600

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