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Volkswagen Tiguan Allspace: O carro para quem quer algo diferente

Saiba tudo sobre o Volkswagen Tiguan Allspace, o SUV para quem deseja um veículo único e diferenciado.

por

Murilo C.

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Tudo sobre o Volkswagen Tiguan Allspace

O novo Volkswagen Tiguan chegou ao Brasil para substituir a velha geração que havia sido revelada ao mundo ainda em 2006 no Salão do Automóvel de Los Angeles ainda sob a versão conceitual. O que pouca gente sabe, é que o nome Tiguan vem da união das palavras Tigre e Iguana, em inglês e o nome foi usado após vencer um concurso da revista alemã Auto Bild. 

Volkswagen Tiguan Allspace
  • Categoria: SUV;
  • Preço médio novo: R$ 150 mil; 
  • Preço médio usado: R$ 90 mil;
  • Versão recomendada: R-Line 350 TSI;
  • Consumo médio cidade: 7 km/L;
  • Consumo médio estrada: 10 km/L.

Desde o lançamento ficou claro para a montadora alemã que o modelo teria vida longa. 

O visual do SUV continuou o mesmo até 2011 em um período que revelou excelentes números de vendas, não apenas no Brasil, mas como em diferentes mercados como Europa, EUA, China e Austrália. 

Após esse primeiro período veio a primeira reestilização, mostrada ao mundo em julho de 2011.

Nela o Tiguan Allspace ganhou faróis e lanternas novas, grade diferenciada e o conjunto mecânico ficou mais poderoso. 

Depois desse período, o Tiguan Allspace se manteve o mesmo até 2016, quando a segunda renovação completa chegou, trazendo à vida a segunda geração do modelo. 

Ela já havia sido mostrada em 2015 no famoso Salão de Frankfurt, revelando inclusive que o modelo seria vendido em versões maiores, com sete lugares, como a versão que chegou por aqui em 2020 e deu origem à terceira geração do modelo.

Em um ano conturbado como 2020, o Tiguan Allspace ficou em terceiro lugar de vendas dentro de sua categoria, com 8.301 unidades vendidas. 

Hoje nossos especialistas vão trazer pra você tudo o que esse gigante de quatro rodas tem a oferecer. Vamos lá?

VW Tiguan Allspace

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Volkswagen Tiguan Allspace: As novidades

2020 acabou e com ele nenhuma novidade mais profunda sobre o modelo apareceu. 

Isso se deve pela espera da VW em relação ao futuro do SUV, que na verdade deve seguir o modelo europeu em termos de design e conjunto de motorização. 

Dentre as novidades estão o visual, a tecnologia embarcada e a parte mecânica. 

Quando falamos da parte mecânica, é importante ressaltar que nem todas elas chegarão ao mercado brasileiro. A principal dessas novidades é a versão eHybrid que é do tipo plug-in e tem 425 cavalos, além de autonomia de mais 500 km. 

Volkswagen Tiguan Allspace: Design único e diferenciado

Tiguan Allspace possui uma identidade única capaz de chamar atenção por onde passa por conta de seu tamanho, robustez e detalhes estéticos. 

Exterior

O visual do SUV mostra uma identidade clara de veículo da Volkswagen com linhas fortes e marcantes. 

A primeira impressão é de um veículo robusto e feito para levar famílias maiores, fato comprovado pela mudança do tamanho com relação à geração anterior. 

Sobre o desenho do modelo, é preciso destacar os frisos cromados e a grande tomada de ar na parte dianteira. Embora seja claramente um veículo com DNA alemão, as versões têm algumas particularidades individuais. 

Na lateral, uma linha forte chama atenção cruzando toda a extensão do carro próxima à altura das maçanetas. 

A parte inferior das portas conta com um friso mais discreto e uma parte maior em plástico preto. Os frisos também podem ser vistos nas molduras das janelas.

As rodas ganharam mais destaque, podendo ser de 17, 18 ou 19 polegadas. 

Na parte traseira as lanternas trapezoidais invadem a tampa do porta-malas de maneira um tanto quanto estilosas com um formato que combina com as saídas do escapamento.

É válido destacar que as lanternas frontais e traseiras são em LEDs para todas as versões. 

Interior

Já o interior do Tiguan Allspace apresenta um visual sóbrio e coeso, com pouca esportividade, mas com materiais de ótima qualidade e com um encaixe perfeito.

Outro ponto importante são os porta-objetos que aparecem em grande quantidade no modelo. O espaço dos ocupantes também possui destaque positivo. 

Os módulos dos bancos traseiros podem ser vistos de maneira especial. Todos os bancos de trás podem ser rebatidos individualmente. 

Além disso, a segunda fileira possui um ajuste de inclinação nos encostos e a possibilidade de ser movimentada em até 180 mm para frente e pra trás, aumentar o espaço para as pernas. 

Interior
Interior é uma atração à parte

Além dos bancos traseiros, o banco do passageiro dianteiro também pode ser totalmente rebatido, o que dá a possibilidade ao veículo de transportar objetos de até 2,75 metros levando em consideração a distância da tampa do porta-malas até o painel. 

Depois dessa apresentação externa e interna, é hora de conferir tudo o que o SUV tem a oferecer em termos de tecnologia, conectividade, segurança, motorização e consumo. Vamos lá?

Tecnologia, conectividade e conforto

O Volkswagen Tiguan Allspace é um desbunde em termos de espaço e conforto. 

O SUV possui opção de até 7 lugares para levar toda a família. Além disso, os assentos da segunda e terceira fileiras são rebatíveis de maneira individual, permitindo diversas configurações para melhorar a acomodação de passageiros e bagagem. 

Sistema Easy Open

O sistema Easy Open é uma mão na roda. Com ele a tampa do porta-malas pode ser aberta por meio de um sensor localizado embaixo do para-choque traseiro.

Para abri-lo basta passar o pé por baixo do para-choques para que o porta-malas se abra de maneira automática.

Easy
Sistema Easy Open é pra lá de funcional

Para o fechamento, basta apenas se distanciar do veículo, isso é o suficiente para que o porta-malas se feche de modo automático. 

Caso o condutor prefira, basta pressionar o botão de fechamento localizado na tampa do compartimento de bagagem. Simples e funcional. 

Active Info display

O sistema Active info display é capaz de se adaptar ao condutor. 

A tecnologia substitui o painel de instrumentos analógicos por uma tela digital de alta resolução de 10,25 polegadas e exibe gráficos em 2D e 3D.

Por meio desse sistema tecnológico você pode personalizar o painel de instrumentos com as informações mais importantes e interessantes para sua condução, incluindo mapas do sistema de navegação. 

Climatronic

Todas as versões do Tigual Allspace vêm equipadas de série com ar-condicionado climatronic de 3 zonas. 

O sistema permite a seleção de uma temperatura específica para motorista, passageiro e a outra para passageiros do banco traseiro com controle independente no console central. 

Isso permite mais conforto e comodidade para todos à bordo. 

We Connect to go

Aqui temos uma novidade que vem sendo equipada  na maioria dos carros da montadora alemã. Trata-se da tecnologia We Connect Go.

Ela traz uma série de informações do veículo via bluetooth através de um aparelho ligado na porta “OBD2” para seu smartphone com o aplicativo.

Por meio dele é possível ter acesso a dados como quilometragem total do veículo, autonomia, velocidade média, trajeto percorrido, e valor gasto para percorrer determinada distância. 

We Connect
Sistema We Connect to Go é o auge tecnológico

Além disso, é possível exibir a localização do automóvel em um mapa e dados da rede de concessionárias nos trajetos.

Manual cognitivo

Através do aplicativo Meu Volkswagen (disponível para IOS e Android) é possível interagir com um assistente virtual totalmente baseado em inteligência artificial e tirar as principais dúvidas sobre o Virtus 2021.

A comunicação pode ser feita via comandos de voz ou texto, em linguagem natural, como se estivesse conversando com outra pessoa.

Acendeu uma luz no painel? O assistente é capaz de reconhecer a imagem da luz espia e trazer uma resposta de forma rápida.

Central Multimídia

A central multimídia do  VW Tiguan All Space conta com tela sensível ao toque em HD, anti risco e apenas com botões virtuais. 

Com muitos recursos, os principais que podem ser elencados são conexão de internet via smartphone com o motorista, permitindo que o usuário baixe na própria central aplicativos dos mais variados tipos a partir da loja virtual VW Play apps. 

Sistema Kessy and Go

A Volkswagen juntou tecnologia e praticidade para trazer a chave eletrônica de ignição até o proprietário do Tiguan Allspace.

O Sistema Kessy abre o veículo por meio da aproximação da chave e aciona o motor ao toque de um botão. É muita tecnologia trabalhando a favor do conforto e da praticidade. 

Volante multifuncional

E para finalizar o nosso tópico de tecnologia e conectividade temos o volante multifuncional.

Ele conta com comandos de computador de bordo e sistema infotainment e pode ser acionado por comando de voz.

Por meio dele é possível ainda selecionar os diferentes tipos de mídia (CD, Sim Card, Bluetooth, entrada auxiliar e USB), operar o telefone e todo o sistema de navegação. 

Segurança campeã

Outro ponto que chama atenção no Volkswagen Tiguan Allspace são os seus dispositivos de segurança. 

O SUV conta com uma série de sistemas e equipamentos capazes de fornecer altos níveis de segurança para o condutor e os ocupantes. 

6 airbags

Como não poderia deixar de ser, o primeiro item de segurança são os bolsões de ar. 

No total, o modelo conta com dois airbags frontais, dois laterais e dois do tipo cortina que são inflados em caso de acidente, protegendo os ocupantes no interior. 

Controle eletrônico de estabilidade

O controle eletrônico de estabilidade evita que o SUV perca a estabilidade direcional em curvas ou mudanças repentinas de direção. 

Quando detecta uma situação de perda de controle, a central do sistema atua no motor e freios para trazer o veículo de volta à trajetória. 

Sistema Isofix

O Tiguan Allspace é equipado de série em todas as suas versões com os sistemas ISOFIX® e top-tether para fixação de dispositivos de retenção infantis, que são as famosas cadeirinhas.

O sistema oferece mais segurança para a família e tranquilidade para o motorista. 

Controle adaptativo de velocidade e distância

O controle adaptativo de velocidade e distância, faz uso de um sensor de radar integrado à grade dianteira para manter a velocidade selecionada pelo motorista, assim como uma distância pré-definida do veículo que vai à frente, freando e acelerando em função do tráfego.

Controle
Controle adaptativo de velocidade e distância aumenta a segurança

O sistema é capaz de frear até a imobilidade quando o carro da frente para, mas sob a condição de que o motorista mantenha as mãos no volante e participe da condução, para que possa intervir a qualquer momento. 

Assistente dinâmico de farol alto

O farol alto ajuda na iluminação da pista durante a noite, mas a necessidade de ligar e desligar pode ser um incômodo. 

Por isso o assistente dinâmico de farol alto se ajusta automaticamente de acordo com a situação ao reconhecer que há veículos vindo na direção contrária.

Park Assist

O Park Assist é  o assistente de estacionamento indica uma vaga adequada para estacionar e ajuda o condutor a entrar e sair da vaga. 

O sistema permite estacionamento semiautomático em vagas paralelas ou perpendiculares à via – é capaz inclusive de tirar o carro da vaga.

Além disso, o sistema pode até frear o carro, caso o motorista não o faça, como forma de evitar colisões. 

Detector de pedestre

Usando um sensor de radar e uma câmera frontal - que funcionam dia ou noite, o detector de pedestres pode ajudar a identificar os pedestres que cruzam o caminho na frente

O monitoramento de pedestres usa sinais sonoros e visuais em velocidades superiores a 30 km/h para ajudar a alertar o motorista para pedestres na via. 

Em velocidade inferior a 30 km/h, o Tiguan Allspace iniciará automaticamente a frenagem,  sem aviso prévio, caso não haja reação do condutor aos sinais emitidos. 

O detector de pedestres pode ajudar a evitar acidentes com pedestres que estejam atravessando a via ou minimizar as consequências de um acidente, sem contudo substituir a responsabilidade do condutor.

Câmera de ré

Por conta do tamanho do Tiguan Allspace, a câmera de ré é um literal assistente para manobras. Com ela é possível realizar manobras com segurança e praticidade. 

A imagem é projetada diretamente na tela da central multimídia em alta definição, sendo de grande auxílio em diversos momentos. 

Grandes dimensões

O modelo ficou ainda maior em todas as medidas e mais baixo, o que acaba por reforçar o lado esportivo do modelo. 

O Volkswagen Tiguan Allspace tem 4,70 metros de comprimento, 1,83 metros de largura, 2,79 de distância entre-eixos e 1,65 metros de altura. 

Na versão de cinco lugares o peso é de 1.562 kg e na versão de 7 lugares o SUV pode alcançar 1.785 kg. 

Tiguan espaço
Tiguan Allspace é grandioso e espaçoso

A capacidade do porta-malas é de 710 litros na versão de cinco lugares, 51% superior à geração anterior. Caso os bancos sejam rebatidos essa capacidade sobe para 1.870 litros.

Já nas versões com sete lugares a capacidade de carga é de 216 litros com todos os bancos em uso, 686 litros com a terceira fileira rebatida e 1.716 litros com todos os bancos rebatidos. 

Criado para o asfalto, mas vai bem na terra

Sem deixar de lado o apelo off-road o que claramente não é sua proposta ou atributo, o Tiguan ainda é um veículo multifuncional. 

O modelo conta com ótimos ângulos de entrada e saída além de um vão livre de 216 mm e ângulo de rampa de quase 20º.

De acordo com a montadora, isso pode ser útil em situações fora de estrada, mas também dentro da cidade.

Motorização e consumo

A motorização e o consumo são outras atrações que merecem destaque no Tiguan Allspace. 

Motores

A linha de motores conta com duas opções. 

O primeiro é o 1.4 TSI Total Flex que equipa as versões “mais básicas”. Esse motor entrega 150 cavalos tanto com gasolina quanto com etanol e tem torque máximo de 25,5 kgfm. 

O conjunto mecânico dessas versões conta com transmissão automática DSG de seis marchas, o que confere uma aceleração de 0 a 100 km/h em 9,5 segundos e velocidade máxima de 198 km/h.

A segunda opção de motor está disponível apenas para a versão topo de linha. 

Motorização
Há duas opções de motorização

Trata-se do motor 2.0 TSI da terceira geração da família EA 8888 com 1.984 cm³ de 220 cavalos com torque máximo de 35,7 kgfm. Ele é abastecido apenas com gasolina.

Com injeção direta de combustível, mas também com injeção multiponto no coletor de admissão, o motor apresenta grande força quando exigido, mas ao mesmo tempo é econômico em situações normais. 

O conjunto faz uso de transmissão DSG de sete marchas tração 4MOTION, o que resulta em uma excelente performance. são apenas 7 segundos para atingir os 100 km/h com velocidade máxima de 223 km/h.

Consumo

Na cidade, equipado com o motor 1.4 o Tiguan Allspace faz 6,8 km/L com etanol e 10,1 km/L com gasolina. Já o motor 2.0 apresenta média de 8,3 km/L.

Na estrada, como motor 1.4 as médias de consumo são de 8,0 km/L com etanol e 11,7 km/L com gaslina. Já o motor 2.0 tem média de 9,6 km/L

Volkswagen Tiguan Allspace Versões e preços

Como em muitos outros modelos, o Tiguan Allspace possui diferentes versões e consequentemente valores que podem ser conferidos logo abaixo. 

  • 250 TSI: R$ 129.990.
  • 250 TSI Comfortline: R$ 153.990;
  • R-Line 350 TSI: R$ 187.990.

Conclusão

Agora que você já conhece todos os atributos do Volkswagen Tiguan Allspace deve estar se imaginando como é ter um modelo em casa, não é mesmo?

Pois bem, nossos especialistas foram a campo e te trazem todas as informações de comportamento do SUV que é sucesso e objeto de desejo de muita gente. 

Para conhecer os benefícios e vantagens do modelo da montadora alemã é só clicar no botão abaixo!

VW Tiguan Allspace

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SUV Tecnológico

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Redator especialista em carros, se identifica com conteúdos relacionados a lançamentos e análises de veículos e acredita que compartilhar conhecimento na área ajuda todos a tomarem melhores decisões em busca do veículo ideal para cada tipo de perfil.

Artigos

Conheça os 15 piores carros para revenda no Brasil

por

Murilo C.

Publicado em

| Atualizado em

Os piores carros para revenda no Brasil

Você sabia que existem aqueles que são considerados os piores carros para revenda no Brasil? Pois bem, existem muitas questões que devem ser levadas em consideração na hora de comprar um carro. Embora seja desaconselhado, ainda é grande o número de pessoas que compram um veículo levando em conta puramente o “gostar” do modelo, sem se preocupar com nenhum outro tipo de informação. 

Há uma série de aspectos que precisam ser pensadas e até mesmo repensadas antes de comprar qualquer modelo de carro. Índice de roubos, valor de seguro, preço de manutenções, períodos de garantia oferecidos pelo fabricante, consumo de combustível e um dos mais importantes de todos: Valor de revenda. 

Muitos negócios vivem e sobrevivem puramente da compra e revenda de carros. Se você possui uma revenda de veículos, o artigo de hoje foi produzido especialmente para você, pois vamos mostrar os piores carros para revenda no Brasil. Nossa sugestão é simples: Leia o conteúdo até o fim, e saiba quais modelos evitar. 

Os piores carros para revenda no Brasil

Confira agora, quais são os piores carros para revenda no Brasil

15. EcoSport 1.0 

O Ford EcoSport foi lançado no ano de 2003 e em seu ano de estreia vendeu pouco mais de 12 mil unidades. O modelo de lançamento contava com três opções de motor: 1.0 de 8v supercharger; 1.6 de 8v e 2.0 com 16v.

Durante oito anos, o modelo passou por renovações e mudanças, ganhando diferentes tipos de acessórios, novas versões e como não poderia deixar de ser, a retirada da motorização 1.0 que não agradou. 

O EcoSport 1.0 foi reprovado pelos clientes e também pela mídia especializada, por conta de seu fraco desempenho e consequentemente alto consumo. Hoje ele é encontrado em sites de venda por valores que podem variar entre R$ 15 mil a R$ 20 mil. Sem sombra de dúvidas, um dos piores carros para revenda no Brasil.

EcoSport 1.0
EcoSport 1.0

14. Mercedes Classe A

O Mercedes Classe A foi apresentado pela primeira vez no ano de 1997 no Salão de Genebra, na Suíça. No Brasil, o modelo foi lançado apenas em 1999 e teve produção até o ano de 2005.

No início, o classe A alcançou bons números de vendas. Porém, o aumento do dólar na época, acabou interferindo negativamente em suas vendas que começaram a cair ano a anualmente. Em 2005, ano de encerramento de produção, foram vendidos somente 3.499 unidades. 

O alto valor de manutenção e peças, aliado à perda de credibilidade do modelo, faz com que ele possa ser encontrado por preços que variam entre R$ 9 mil e R$ 20 mil, sendo considerado um dos piores carros para revenda no Brasil.

Mercedes Classe A
Mercedes Classe A

13. Volkswagen Polo 1.0 

Em seu lançamento no ano de 2003, a Volkswagen achou ser uma boa ideia equipar o modelo com um motor 1.0 de 16 válvulas com 79 cavalos de potência. Na época, o modelo era considerado um popular de luxo, custando cerca de R$ 26 mil. 

Entretanto, a pouca potência não agradou em nada o consumidor brasileiro, fazendo com que a montadora alemã encerrasse sua produção no mesmo ano. Dessa maneira, é totalmente compreensível que o modelo faça parte da lista dos piores carros para revenda no Brasil, não é mesmo?

Hoje, o Polo 1.0 pode ser encontrado na faixa de R$ 10 mil a R$ 13 mil. 

Volkswagen Polo
Volkswagen Polo 1.0

12. Fiat Marea 

Certamente, você já esperava encontrar o Fiat Marea na lista dos piores carros para revenda no Brasil, não é mesmo? Além de ser considerado um dos piores carros já vendidos, ele também é muito difícil de ser revendido. 

O Modelo foi lançado com um motor 2.0 com 20 válvulas e 142 cavalos de potência e contava com um torque máximo de 18,1 kgfm. Em seguida, a Fiat lançou a versão SX, com o mesmo motor, porém sem o variador de comando e com “apenas” 127 cv. 

Embora tenha ficado por muito tempo no segmento de médios da montadora italiana, a dificuldade de manutenção, ausência de tecnologias e episódios de incêndios, fizeram suas vendas despencarem. Com isso, o modelo parou de ser produzido em 2007, dando lugar para a entrada do Linea e do Punto. 

Hoje é possível encontrar o Marea por valores que variam entre R$ 7mil e R$ 8,5 mil. Já os valores para a versão turbo, variam entre R$ 11 mil e R$ 15 mil. Mas é melhor manter distância. 

Fiat Marea
Fiat Marea

11. Fiat Doblô 

O Fiat Doblô é conhecido por seu amplo espaço e registro frequente de reclamações de seus proprietários. Embora seja considerado um carro de trabalho e não de passeio, o veículo da montadora possui uma série de fatores que justificam sua entrada na lista dos piores carros para revenda no Brasil.

Os principais pontos fracos do Doblô são: Isolamento acústico de baixa qualidade; Acabamento interno ruim; Baixo desempenho; Consumo de combustível elevado e Colunas dianteiras com muitos pontos cego.

Os valores são extremamente variáveis, levando em consideração, principalmente o ano de produção. Modelos produzidos em 2005 podem ser encontrados na faixa de R$ 20 mil, enquanto os modelos 2009 são comercializados na faixa dos R$ 75 mil.

Fiat Doblô
Fiat Doblô

10. Fiat Weekend

Considerada a última perua remanescente das levas mais antigas do Brasil, hoje especialistas automotivos consideram o modelo um carro ruim de revenda. O motivo: A Weekend pode estar com os dias contados.

No final de 2019, a Volkswagen já havia anunciado que a SpaceFox chegara ao fim da vida, por conta da baixa saída e a preferência do público por SUVs ser cada vez maior.

O principal ponto que chama atenção nessa questão é que as novas normas de segurança para 2020 podem deixar a produção do modelo inviável. Os novos itens são o sistema de fixação de cadeirinhas, o que demanda um alto investimento e esforço, além da obrigatoriedade de que os veículos saiam de fábrica com cintos de três pontos e encostos de cabeças para todos os ocupantes. Para um veículo que vendeu pouco mais de 2.500 unidades em 2019, esses investimentos podem ser vistos como inviáveis.

Hoje os valores da Fiat Weekend variam entre R$ 20 mil e R$ 79 mil, dependendo do ano e modelo. 

Fiat Weekend
Fiat Weekend

9. Jac T5

O SUV da Jac Motors não convenceu os consumidores brasileiros. Embora suas linhas sejam modernas, há quem diga que o T5 lembra modelos coreanos antigos, como o Hyundai ix35. 

Hoje seus valores são um pouco elevados ficando na faixa dos R$ 70 mil a R$ 80 mil. Cifras superiores às de seus concorrentes, como o Jeep Renegade e o Suzuki Jimmy que podem ser comprados por cerca de R$ 65 mil.

Dentre os pontos negativos que fazem o T5 ser um dos piores carros para revenda no Brasil estão a utilização de materiais de baixa qualidade para acabamento interno, suspensão rígida e má distribuição de componentes do painel. Há proprietários, inclusive que reclamam do forte odor de plástico. 

Os valores o Jac T5 variam entre R$ 44 mil e R$ 60 mil e tendem a ficar empacados por longos períodos em estacionamentos e revendas. 

Jac J5
Jac J5

8. Renault Symbol 

O Renault Symbol não apresentava problemas de projeto. Muito pelo contrário: Seus motores 1.6 com 8 e 16 válvulas equiparam muitos modelos da montadora francesa sem nenhum histórico de problema. 

Mas por que o modelo veio para na lista dos piores carros para revenda no Brasil? Você pode estar se perguntando. A resposta é simples: Sua concepção final. O modelo, era uma sedã baseado sob a antiga plataforma do Clio, já ultrapassada, com falta de espaço no banco interno e visual antiquado. 

Além disso, o “sedã” sofreu uma ferrenha concorrência interna da primeira geração do Logan, que era mais barato e espaçoso. Dessa forma, o Symbol teve vida curta, sendo produzido apenas entre 2009 e 2013. Essa rejeição do consumidor dificulta muito o processo de revenda do modelo, que pode ser encontrado por valores entre R$ 15 mil e R$ 22 mil. 

Renault Symbol
Renault Symbol

7. Ford Focus Sedan/Fastback

O Focus Sedã sempre teve bons atributos veiculares, mas nunca foi um sucesso de vendas. O modelo contou com três gerações no Brasil e todas foram ruins de mercado, com emplacamentos sempre registrando uma pequena fração em relação ao modelo Hatch, sempre teve espaço.

A suspensão independente nas quatro rodas sempre foi vista como um ponto positivo de estabilidade e suavidade. Além disso, com motorização sempre atual e potente o modelo tinha tudo para fazer sucesso. O seu fracasso no mercado é algo que intriga muitos especialistas do setor automotivo.

O design da traseira do sedã não ajudou muito tanto na primeira quanto na segunda geração. Na terceira e última safra, o problema era o câmbio automatizado powershift, que ganhou fama de mau funcionamento. Em 2015, a Ford reestilizou e mudou o nome do sedã de Focus para Fastback, mas nada adiantou e o modelo saiu de linha de vez em 2019.

A baixa adesão é o principal motivo que faz desse modelo um dos piores carros para revenda no Brasil. Os valores do modelo hoje ficam na faixa de R$ 22 mil até R$ 40 mil. 

Ford Focus Sedan FastBack
Ford Focus Sedan /Fastack

6. Jac J3

Aqui temos outro modelo da montadora chinesa que vem lutando e consequentemente sofrendo para agradar e conquistar o mercado brasileiro. 

No Brasil desde o ano de 2010 com diversos modelos, a linha “T” da montadora busca um novo posicionamento mercadológico. O Jac 3, concorria diretamente com com veículos como Renault Sandero, Chery Celer e o Lifan 320. Embora fosse bem equipado, contando com freios ABS, airbags, volante funcional e alguns acessórios de série, muitos reclamavam (e ainda reclamam) da baixa qualidade do acabamento, falta de peças de reposição e do preconceito por se tratar de uma marca chinesa. 

Por conta disso, o J3 figura hoje, entre os piores carros para revenda no Brasil, podendo ser encontrado por valores entre R$ 12 mil e R$ 15 mil.

Jac J3
Jac J3

5. Hyundai Elantra 

Diferentes gerações do Elantra foram importadas para o Brasil, entretanto, nenhuma delas fez sucesso. A última, inclusive, foi a que protagonizou maior fracasso. Quando chegou ao Brasil em 2011, a montadora viva uma momento de expansão, aliás o mercado nacional, ia de vento em popa e o segmento de sedãs médios estava particularmente aquecido.

Embora contasse com boa motorização, equipamentos de série e uma campanha publicitária massiva, o sedã nunca teve números expressivos de vendas. Há quem diga que o fracasso no mercado ocorreu por conta da alta competitividade da época, fazendo com que o modelo ganhasse o título de um dos sedãs mais rejeitados e por isso, um dos piores carros para revenda no Brasil.

Hoje os valores dos Hyundai Elantra variam entre R$ 40 mil e R$ 75 mil.

Hyundai Elantra
Hyundai Elantra

4. Fiat Linea 

Aqui temos outra estrela entre os piores carros para revenda no Brasil. Lançado no Brasil em 2008 e produzido até 2017, o Linea foi comercializado em uma série de versões, no entanto, seus números de vendas nunca foram positivos. Em outras palavras, o modelo nunca pegou por aqui.

Especialistas do setor automotivo divergem nos motivos, mas a causa mais aceita para o fracasso de vendas é que muitos acreditavam que o modelo poderia vir com os mesmos problemas apresentados pelos seus sucessor, o Fiat Marea. O resultado então, foi um baixo número de vendas e índices ainda piores de revenda. 

Hoje é possível encontrar um modelo por valores que variam entre R$ 23 mil e R$ 37 mil.

Fiat Linea
Fiat Linea

3. Peugeot 408

O Peugeot 408 ficou conhecido pelo seu visual ter sido utilizado na Stock Car durante as temporadas de 2007 a 2009. O modelo era bem equipado e confortável, mas tinha concorrentes de peso, como Citroen C4, Honda Civic e Toyota Corolla.

Para se manter no mercado, o 408 contava com freios ABS, faróis de neblina, ajuste do volante em profundidade, banco traseiro rebatível, porta-luvas climatizado e muitos outros itens de série. 

Com motorização poderosa, o sedã médio não foi páreo para seus concorrentes, principalmente os japoneses Civic e Corolla. Com vendas bem abaixo do esperado, o modelo saiu de linha em 2019, com fama ser um dos piores carros para revenda no Brasil.

Hoje é possível encontrar o Peugeot 208 por valores que variam entre R$ 24 mil e R$ 60 mil.

Peugeot 408

2. Citroen AirCross

Muitas pessoas acham que o AirCross saiu de linha dando lugar ao novo Citroen C4 Cactus, mas isso é um engano. O AirCross continua sendo fabricado na fábrica de Porto Real - RJ. Essa confusão é relativamente normal, afinal, as vendas do modelo nunca decolaram, colocando-o na lista de piores carros tanto para compra, quanto para revenda no Brasil. 

É muito complicado apontar somente um fator responsável pelas baixas vendas e revendas, mas muitas vezes a culpa recai sobre um projeto confuso que mescla diferentes segmentos em uma mesma coisa. Afinal, o AirCross não pode ser considerado um SUV ou então um monovolume.

Hoje é possível encontrar o veículo com valores que partem de R$ 26 mil até R$ 55 mil.

Citroen AirCross
Citroen AirCross

1. Chevrolet Agile 

O Chevrolet Agile é um dos poucos insucessos recentes da montadora, ficando longe das vendas de seus antecessores Corsa e Celta, por exemplo, que possuem grande aceitação no mercado de usados. 

Com pouco tempo de vida, tendo produção entre 2009 e 2013, os problemas começaram ainda na fase de projetos. Concebido durante a crise mundial de 2008, o modelo tinha uma série de restrições orçamentárias para seu desenvolvimento. 

Um ponto que chama a atenção de forma negativa é sua arquitetura ultrapassada, que impõe uma posição desconfortável ao motorista. Seu design nunca foi unanimidade, embora contasse com pontos positivos, tais como consumo de combustível e espaço no porta-malas, o modelo nunca decolou em vendas. 

Além disso, alguns modelos foram equipados com câmbio automatizado de uma embreagem, o famoso Easytronic, que são ainda mais rejeitados. Por isso, o Agile é considerado um dos piores carros para revenda no Brasil.

Hoje o Agile possui preços que variam entre R$ 19 mil e R$ 30 mil.

Chevrolet Agile
Chevrolet Agile

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