Leilão de Carros

Termos usados em leilão veicular: Conheça os principais

Conheça os principais termos usados em leilão veicular e se torne um verdadeiro expert antes de participar, dar seus lances e arrematar qualquer tipo de veículo.

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Murilo C.

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Os principais termos usados em leilão veicular

Na teoria, participar de leilões para comprar carros, caminhões e motos não é algo tão complicado, no entanto, conhecer os termos usados em leilão veicular é uma ótima maneira de entender ainda mais sobre esse universo onde é possível encontrar veículos por até metade de seu valor de tabela. 

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Conheça os passos para participar de um leilão, e descubra onde é possível encontrar veículos para serem arrematados por ótimos preços!

Com o mercado de carros, motos e caminhões praticando valores abusivos, muita gente tem procurado os leilões para comprar veículos. 

A busca por leilões é um tanto quanto óbvia, pois essa é a melhor forma de pagar um valor justo por um veículo. 

Outro ponto importante de se ressaltar sobre os leilões veiculares é que eles são seguros e estão dentro da lei. 

Inclusive, diferente do que muita gente imagina e até mesmo divulga, é possível até fazer seguro auto para carro comprado em leilão.

Se você está querendo participar de um leilão veicular, mas antes quer reunir o máximo de informações sobre essa modalidade de compra, você veio ao lugar certo.

Hoje vamos te mostrar quais são os principais termos usados em leilão veicular. 

A compra do seu veículo por até metade do preço começa aqui! 

Termos usados em leilão veicular: Conheça os principais

Arrematante, comitente, repasse, lote, incremento mínimo. Você já ouviu alguns desses termos?

Provavelmente não! 

Isso porque, normalmente apenas as pessoas que estão mais familiarizadas com o mercado de leilões veiculares é que conhecem seus significados. 

O detalhe é que se você tem em mente participar de um leilão, é importante conhecer o significado de todos esses termos para ficar por dentro do processo de compra e vendas. 

Conhecer esses termos garante mais segurança na hora da compra e mais condições de decidir se de fato, é um bom negócio tentar comprar determinado veículo. 

Como o objetivo do Senhor Carros é te ajudar, vamos te explicar hoje o significado dos principais termos usados em um leilão veicular. 

Bora aprender?

Edital do leilão

Como não poderia deixar de ser, temos que começar falando sobre o Edital do Leilão!

Esse é sem sombra de dúvidas o termo mais utilizado em um leilão veicular

O Edital do Leilão nada mais é do que o documento oficial que faz a publicação de todas as informações relevantes para os interessados em participar das negociações. 

O edital sempre vai conter:

  • A data e a hora em que o leilão vai ser realizado;
  • Informações sobre o veículo a ser leiloado, como seu estado de conservação;
  • Dados do leiloeiro;
  • Formas de pagamento ao arrematar o lote;
  • Procedimentos para retirada do veículo arrematado. 

Falando de modo popular, o edital contém todas as regras do jogo. 

Logo, a sua leitura atenta é fundamental para conferir toda a segurança do processo, seus deveres, garantias e até mesmo para avaliar se determinada oportunidade é realmente boa para você. 

Comitente e arrematante

Esses são dois dos termos mais falados em um mercado de leilões com certeza e isso não é à toa. 

Afinal, eles são as peças principais e consequentemente mais importantes de todo o processo. 

Bora aprender o que significa cada um desses termos. 

O comitente nada mais é do que o vendedor do leilão. Ou seja, é aquele que disponibiliza os bens para a venda.

Ele pode ser uma pessoa física ou jurídica, assim como bancos, financeiras, construtoras ou empresas frotistas.

Arrematante é quem comprou o carro em leilão.

 Já o arrematante, é aquele que ofereceu o último lance da disputa e venceu a concorrência.

Dessa maneira basta que ele apresente os documentos exigidos e faça o pagamento para se tornar efetivamente o comprador do bem leiloado. 

Lote

O lote é mais um dos termos usados em leilão veicular. 

Na verdade, é possível afirmar que esse é o termo mais utilizado em qualquer tipo de leilão. 

É chamado de lote, o conjunto de um ou mais bens leiloados a cada disputa. 

Os itens são divididos dessa forma de acordo com suas características, o que ajuda a tornar o leilão mais ágil e funcional. 

Isso quer dizer que, quando você dá um lance em um determinado lote, está oferecendo um valor para todos os itens daquele conjunto. 

Por isso, é primordial e fundamental conferir atentamente o edital para descobrir se o veículo que você procura está à venda de forma isolada ou somada a uma série de outros veículos. 

Em leilões veiculares, é muito comum que o lote seja somente uma propriedade, ou seja, apenas um carro, ou uma moto ou um caminhão, por exemplo, por conta do seu valor. 

Entretanto, quando falamos de leilões de sucatas, dentro de um lote pode haver uma série de partes e peças para venda. 

Incremento mínimo

Para que a disputa não gire em torno de lances muito baixos como centavos ou dezenas de reais, o leiloeiro determina para cada lote um valor de incremento mínimo. 

O incremento mínimo é o quanto deve ser adicionado a cada nova oferta. 

Veja o seguinte exemplo:

Se o último lance ofertado por um carro foi de R$ 5.000,00 e seu incremento mínimo é de R$ 500,00 os próximos lances devem ser dados adicionando esses R$ 500,00. 

Ou seja, eles podem ser R$ 5.500,00; R$ 6.000,00; R$ 6.500,00 e assim sucessivamente até que o vencedor seja definido. 

Algo importante a ser dito é que o leiloeiro pode alterar o incremento mínimo no decorrer do leilão.

Isso costuma acontecer por conta da sua dinâmica. 

Por isso, é importante ficar atento quando isso acontecer para que seja possível avaliar se vale a pena continuar na disputa. 

Lances

A essa altura, você com certeza já sabe que os lances são as ofertas feitas pelos concorrentes sobre um lote e que devem respeitar  o incremento mínimo estabelecido.

O detalhe é que no mercado de leilões existem tipos específicos de lances que podem estar previstos no edital.

Um deles é o lance inicial, que se refere à oferta mínima aceita em uma disputa. 

É importante ter em mente que esse valor nem sempre é divulgado e que se a cifra não for atingida, o leiloeiro pode acabar aceitando uma oferta menor do que a estabelecida inicialmente pelo comitente para  venda. 

Nesse caso, esse lance inferior é chamado de lance incondicional, também conhecido como proposta e que pode ocorrer mesmo o lance dado for o lance inicial. 

Isso acontece porque, em algumas situações, os valores são cadastrados abaixo do estabelecido, exatamente para tentar a venda do lote também com a proposta. 

Se durante a disputa o valor chegar ao determinado pelo comitente, o lote é finalizado e dado como vendido. 

Lance é o valor oferecido pelo veículo leiloado

Quem quer ter a chance de arrematar um lote sem precisar acompanhar o pregão em um leilão virtual pode optar pelo lance automático. 

Nessa modalidade, o participante estipula o valor máximo que está disposto a pagar e depois de cada lance dos concorrentes, o sistema cobra automaticamente até o limite informado. 

E por fim há o lance manual!

O lance manual é a oferta definida e feita pelo próprio participante. É o tipo mais comum de lance. 

Leilões judiciais

Dando continuidade aos termos usados em leilão veicular temos os chamados leilões judiciais. 

Esse termo se refere aos leilões veiculares com algum processo que tramita no sistema judiciário, como é o caso de execuções trabalhistas, civis ou fiscais. 

Eles devem ser determinados por um juiz com a finalidade de utilizar os recursos arrecadados com a negociação para quitar dívidas ou custos de processos. 

Nesses casos, é importante destacar que os lances são dados de acordo com a porcentagem estabelecida previamente pelo juiz. 

No entanto, existe uma pequena chance do de um lance ser aceito com o valor menor do que o estabelecido. 

Por isso é preciso que haja coerência na hora de realizar as propostas, já que, normalmente, lances que excedem um desconto de 5% não vão ser aceitos.

O que pode ser feito também, se houver interesse, é a oferta por parte do arrematante de um pagamento parcelado em relação ao lance inicial. 

Para que isso ocorra, a proposta deve ser enviada via e-mail, conforme estabelecido pelo artigo 895 do código de Processo Civil, para que seja apresentada ao juiz. 

Assim, se não houver lances online, ela poderá ser aceita ou não pelo Juiz.

Algo importante a ser dito sobre esse termo e consequentemente tipo de leilão é que ele deve ser evitado. 

Pois, pelo fato de se tratar de um leilão que ainda envolve jurisdições, antigos proprietários de veículos podem entrar com recursos que irão dificultar a liberação e ajustes de documentação. 

Leilão extra judicial

Esse é o tipo de leilão motivado exclusivamente pelo interesse do proprietário do bem que será ofertado, sem nenhum tipo de relação com processos judiciais. 

Para isso, é preciso buscar leiloeiros ou casas de leilões certificadas que fazem a intermediação da venda. Isso garante segurança e vantagem para esse tipo de compra. 

Eles também podem ocorrer em função do não pagamento de bens alienados às instituições financeiras, como é o caso de muitos carros, motos e caminhões. 

Quando isso acontece, a empresa que bancou o financiamento retoma o bem e o coloca em leilão como forma de compensar o descumprimento do contrato. 

Diferente do leilão judicial, os leilões extrajudiciais são os melhores tipos de leilão para participar. 

Neles, é possível encontrar veículos em ÓTIMO estado de conservação, por valores surpreendentes. 

Se você está pensando em participar de leilões, os extrajudiciais são os melhores. Foque sempre neles. 

Regra dos três minutos

E para finalizar o nosso artigo com os termos usados em leilão veicular, temos o último termo: a regra dos três minutos. 

Em leilões online, quando existe alguma penhora de bens para pagamento de dívidas ou processos, os interessados participam do leilão em tempo real por meio da internet. 

Seguro para carro de leilão
Muita gente desconhece a regra dos três minutos

Para cada oferta, existe uma data e horário pré-estabelecidos para encerrá-lo. 

No entanto, com a regra dos três minutos, é estabelecido que o lote só será realmente finalizado depois de se passarem três minutos, sem novas ofertas de lance. 

Além disso, é válido destacar também que essa regra serve apenas para leilões online, já que nos simultâneos quem dá o tempo de encerramento do lote é o próprio leiloeiro enquanto o processo ocorre. 

Conclusão

Como já mostramos várias vezes, os leilões são excelentes alternativas para quem busca um veículo de qualidade com preços muito mais baixos que os normais. 

Contudo, conhecer os termos usados em leilão veicular é fundamental para ficar por dentro das negociações, entender todos os processos e efetivar uma boa compra. 

Agora que você já conhece os principais termos, que tal aprender quais são os principais passos antes de participar de um leilão e onde encontrar um veículo para chamar de seu?

Para te ajudar nessas duas questões, preparamos um artigo com dicas de segurança, todos os passos para se credenciar a participar desse tipo de negócio e o mais importante: Onde buscar o seu exemplar. 

Para ter todas essas informações ao seu alcance, você só precisa clicar abaixo! 

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Redator especialista em carros, se identifica com conteúdos relacionados a lançamentos e análises de veículos e acredita que compartilhar conhecimento na área ajuda todos a tomarem melhores decisões em busca do veículo ideal para cada tipo de perfil.

Artigos

Conheça os 15 piores carros para revenda no Brasil

por

Murilo C.

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Os piores carros para revenda no Brasil

Você sabia que existem aqueles que são considerados os piores carros para revenda no Brasil? Pois bem, existem muitas questões que devem ser levadas em consideração na hora de comprar um carro. Embora seja desaconselhado, ainda é grande o número de pessoas que compram um veículo levando em conta puramente o “gostar” do modelo, sem se preocupar com nenhum outro tipo de informação. 

Há uma série de aspectos que precisam ser pensadas e até mesmo repensadas antes de comprar qualquer modelo de carro. Índice de roubos, valor de seguro, preço de manutenções, períodos de garantia oferecidos pelo fabricante, consumo de combustível e um dos mais importantes de todos: Valor de revenda. 

Muitos negócios vivem e sobrevivem puramente da compra e revenda de carros. Se você possui uma revenda de veículos, o artigo de hoje foi produzido especialmente para você, pois vamos mostrar os piores carros para revenda no Brasil. Nossa sugestão é simples: Leia o conteúdo até o fim, e saiba quais modelos evitar. 

Os piores carros para revenda no Brasil

Confira agora, quais são os piores carros para revenda no Brasil

15. EcoSport 1.0 

O Ford EcoSport foi lançado no ano de 2003 e em seu ano de estreia vendeu pouco mais de 12 mil unidades. O modelo de lançamento contava com três opções de motor: 1.0 de 8v supercharger; 1.6 de 8v e 2.0 com 16v.

Durante oito anos, o modelo passou por renovações e mudanças, ganhando diferentes tipos de acessórios, novas versões e como não poderia deixar de ser, a retirada da motorização 1.0 que não agradou. 

O EcoSport 1.0 foi reprovado pelos clientes e também pela mídia especializada, por conta de seu fraco desempenho e consequentemente alto consumo. Hoje ele é encontrado em sites de venda por valores que podem variar entre R$ 15 mil a R$ 20 mil. Sem sombra de dúvidas, um dos piores carros para revenda no Brasil.

EcoSport 1.0
EcoSport 1.0

14. Mercedes Classe A

O Mercedes Classe A foi apresentado pela primeira vez no ano de 1997 no Salão de Genebra, na Suíça. No Brasil, o modelo foi lançado apenas em 1999 e teve produção até o ano de 2005.

No início, o classe A alcançou bons números de vendas. Porém, o aumento do dólar na época, acabou interferindo negativamente em suas vendas que começaram a cair ano a anualmente. Em 2005, ano de encerramento de produção, foram vendidos somente 3.499 unidades. 

O alto valor de manutenção e peças, aliado à perda de credibilidade do modelo, faz com que ele possa ser encontrado por preços que variam entre R$ 9 mil e R$ 20 mil, sendo considerado um dos piores carros para revenda no Brasil.

Mercedes Classe A
Mercedes Classe A

13. Volkswagen Polo 1.0 

Em seu lançamento no ano de 2003, a Volkswagen achou ser uma boa ideia equipar o modelo com um motor 1.0 de 16 válvulas com 79 cavalos de potência. Na época, o modelo era considerado um popular de luxo, custando cerca de R$ 26 mil. 

Entretanto, a pouca potência não agradou em nada o consumidor brasileiro, fazendo com que a montadora alemã encerrasse sua produção no mesmo ano. Dessa maneira, é totalmente compreensível que o modelo faça parte da lista dos piores carros para revenda no Brasil, não é mesmo?

Hoje, o Polo 1.0 pode ser encontrado na faixa de R$ 10 mil a R$ 13 mil. 

Volkswagen Polo
Volkswagen Polo 1.0

12. Fiat Marea 

Certamente, você já esperava encontrar o Fiat Marea na lista dos piores carros para revenda no Brasil, não é mesmo? Além de ser considerado um dos piores carros já vendidos, ele também é muito difícil de ser revendido. 

O Modelo foi lançado com um motor 2.0 com 20 válvulas e 142 cavalos de potência e contava com um torque máximo de 18,1 kgfm. Em seguida, a Fiat lançou a versão SX, com o mesmo motor, porém sem o variador de comando e com “apenas” 127 cv. 

Embora tenha ficado por muito tempo no segmento de médios da montadora italiana, a dificuldade de manutenção, ausência de tecnologias e episódios de incêndios, fizeram suas vendas despencarem. Com isso, o modelo parou de ser produzido em 2007, dando lugar para a entrada do Linea e do Punto. 

Hoje é possível encontrar o Marea por valores que variam entre R$ 7mil e R$ 8,5 mil. Já os valores para a versão turbo, variam entre R$ 11 mil e R$ 15 mil. Mas é melhor manter distância. 

Fiat Marea
Fiat Marea

11. Fiat Doblô 

O Fiat Doblô é conhecido por seu amplo espaço e registro frequente de reclamações de seus proprietários. Embora seja considerado um carro de trabalho e não de passeio, o veículo da montadora possui uma série de fatores que justificam sua entrada na lista dos piores carros para revenda no Brasil.

Os principais pontos fracos do Doblô são: Isolamento acústico de baixa qualidade; Acabamento interno ruim; Baixo desempenho; Consumo de combustível elevado e Colunas dianteiras com muitos pontos cego.

Os valores são extremamente variáveis, levando em consideração, principalmente o ano de produção. Modelos produzidos em 2005 podem ser encontrados na faixa de R$ 20 mil, enquanto os modelos 2009 são comercializados na faixa dos R$ 75 mil.

Fiat Doblô
Fiat Doblô

10. Fiat Weekend

Considerada a última perua remanescente das levas mais antigas do Brasil, hoje especialistas automotivos consideram o modelo um carro ruim de revenda. O motivo: A Weekend pode estar com os dias contados.

No final de 2019, a Volkswagen já havia anunciado que a SpaceFox chegara ao fim da vida, por conta da baixa saída e a preferência do público por SUVs ser cada vez maior.

O principal ponto que chama atenção nessa questão é que as novas normas de segurança para 2020 podem deixar a produção do modelo inviável. Os novos itens são o sistema de fixação de cadeirinhas, o que demanda um alto investimento e esforço, além da obrigatoriedade de que os veículos saiam de fábrica com cintos de três pontos e encostos de cabeças para todos os ocupantes. Para um veículo que vendeu pouco mais de 2.500 unidades em 2019, esses investimentos podem ser vistos como inviáveis.

Hoje os valores da Fiat Weekend variam entre R$ 20 mil e R$ 79 mil, dependendo do ano e modelo. 

Fiat Weekend
Fiat Weekend

9. Jac T5

O SUV da Jac Motors não convenceu os consumidores brasileiros. Embora suas linhas sejam modernas, há quem diga que o T5 lembra modelos coreanos antigos, como o Hyundai ix35. 

Hoje seus valores são um pouco elevados ficando na faixa dos R$ 70 mil a R$ 80 mil. Cifras superiores às de seus concorrentes, como o Jeep Renegade e o Suzuki Jimmy que podem ser comprados por cerca de R$ 65 mil.

Dentre os pontos negativos que fazem o T5 ser um dos piores carros para revenda no Brasil estão a utilização de materiais de baixa qualidade para acabamento interno, suspensão rígida e má distribuição de componentes do painel. Há proprietários, inclusive que reclamam do forte odor de plástico. 

Os valores o Jac T5 variam entre R$ 44 mil e R$ 60 mil e tendem a ficar empacados por longos períodos em estacionamentos e revendas. 

Jac J5
Jac J5

8. Renault Symbol 

O Renault Symbol não apresentava problemas de projeto. Muito pelo contrário: Seus motores 1.6 com 8 e 16 válvulas equiparam muitos modelos da montadora francesa sem nenhum histórico de problema. 

Mas por que o modelo veio para na lista dos piores carros para revenda no Brasil? Você pode estar se perguntando. A resposta é simples: Sua concepção final. O modelo, era uma sedã baseado sob a antiga plataforma do Clio, já ultrapassada, com falta de espaço no banco interno e visual antiquado. 

Além disso, o “sedã” sofreu uma ferrenha concorrência interna da primeira geração do Logan, que era mais barato e espaçoso. Dessa forma, o Symbol teve vida curta, sendo produzido apenas entre 2009 e 2013. Essa rejeição do consumidor dificulta muito o processo de revenda do modelo, que pode ser encontrado por valores entre R$ 15 mil e R$ 22 mil. 

Renault Symbol
Renault Symbol

7. Ford Focus Sedan/Fastback

O Focus Sedã sempre teve bons atributos veiculares, mas nunca foi um sucesso de vendas. O modelo contou com três gerações no Brasil e todas foram ruins de mercado, com emplacamentos sempre registrando uma pequena fração em relação ao modelo Hatch, sempre teve espaço.

A suspensão independente nas quatro rodas sempre foi vista como um ponto positivo de estabilidade e suavidade. Além disso, com motorização sempre atual e potente o modelo tinha tudo para fazer sucesso. O seu fracasso no mercado é algo que intriga muitos especialistas do setor automotivo.

O design da traseira do sedã não ajudou muito tanto na primeira quanto na segunda geração. Na terceira e última safra, o problema era o câmbio automatizado powershift, que ganhou fama de mau funcionamento. Em 2015, a Ford reestilizou e mudou o nome do sedã de Focus para Fastback, mas nada adiantou e o modelo saiu de linha de vez em 2019.

A baixa adesão é o principal motivo que faz desse modelo um dos piores carros para revenda no Brasil. Os valores do modelo hoje ficam na faixa de R$ 22 mil até R$ 40 mil. 

Ford Focus Sedan FastBack
Ford Focus Sedan /Fastack

6. Jac J3

Aqui temos outro modelo da montadora chinesa que vem lutando e consequentemente sofrendo para agradar e conquistar o mercado brasileiro. 

No Brasil desde o ano de 2010 com diversos modelos, a linha “T” da montadora busca um novo posicionamento mercadológico. O Jac 3, concorria diretamente com com veículos como Renault Sandero, Chery Celer e o Lifan 320. Embora fosse bem equipado, contando com freios ABS, airbags, volante funcional e alguns acessórios de série, muitos reclamavam (e ainda reclamam) da baixa qualidade do acabamento, falta de peças de reposição e do preconceito por se tratar de uma marca chinesa. 

Por conta disso, o J3 figura hoje, entre os piores carros para revenda no Brasil, podendo ser encontrado por valores entre R$ 12 mil e R$ 15 mil.

Jac J3
Jac J3

5. Hyundai Elantra 

Diferentes gerações do Elantra foram importadas para o Brasil, entretanto, nenhuma delas fez sucesso. A última, inclusive, foi a que protagonizou maior fracasso. Quando chegou ao Brasil em 2011, a montadora viva uma momento de expansão, aliás o mercado nacional, ia de vento em popa e o segmento de sedãs médios estava particularmente aquecido.

Embora contasse com boa motorização, equipamentos de série e uma campanha publicitária massiva, o sedã nunca teve números expressivos de vendas. Há quem diga que o fracasso no mercado ocorreu por conta da alta competitividade da época, fazendo com que o modelo ganhasse o título de um dos sedãs mais rejeitados e por isso, um dos piores carros para revenda no Brasil.

Hoje os valores dos Hyundai Elantra variam entre R$ 40 mil e R$ 75 mil.

Hyundai Elantra
Hyundai Elantra

4. Fiat Linea 

Aqui temos outra estrela entre os piores carros para revenda no Brasil. Lançado no Brasil em 2008 e produzido até 2017, o Linea foi comercializado em uma série de versões, no entanto, seus números de vendas nunca foram positivos. Em outras palavras, o modelo nunca pegou por aqui.

Especialistas do setor automotivo divergem nos motivos, mas a causa mais aceita para o fracasso de vendas é que muitos acreditavam que o modelo poderia vir com os mesmos problemas apresentados pelos seus sucessor, o Fiat Marea. O resultado então, foi um baixo número de vendas e índices ainda piores de revenda. 

Hoje é possível encontrar um modelo por valores que variam entre R$ 23 mil e R$ 37 mil.

Fiat Linea
Fiat Linea

3. Peugeot 408

O Peugeot 408 ficou conhecido pelo seu visual ter sido utilizado na Stock Car durante as temporadas de 2007 a 2009. O modelo era bem equipado e confortável, mas tinha concorrentes de peso, como Citroen C4, Honda Civic e Toyota Corolla.

Para se manter no mercado, o 408 contava com freios ABS, faróis de neblina, ajuste do volante em profundidade, banco traseiro rebatível, porta-luvas climatizado e muitos outros itens de série. 

Com motorização poderosa, o sedã médio não foi páreo para seus concorrentes, principalmente os japoneses Civic e Corolla. Com vendas bem abaixo do esperado, o modelo saiu de linha em 2019, com fama ser um dos piores carros para revenda no Brasil.

Hoje é possível encontrar o Peugeot 208 por valores que variam entre R$ 24 mil e R$ 60 mil.

Peugeot 408

2. Citroen AirCross

Muitas pessoas acham que o AirCross saiu de linha dando lugar ao novo Citroen C4 Cactus, mas isso é um engano. O AirCross continua sendo fabricado na fábrica de Porto Real - RJ. Essa confusão é relativamente normal, afinal, as vendas do modelo nunca decolaram, colocando-o na lista de piores carros tanto para compra, quanto para revenda no Brasil. 

É muito complicado apontar somente um fator responsável pelas baixas vendas e revendas, mas muitas vezes a culpa recai sobre um projeto confuso que mescla diferentes segmentos em uma mesma coisa. Afinal, o AirCross não pode ser considerado um SUV ou então um monovolume.

Hoje é possível encontrar o veículo com valores que partem de R$ 26 mil até R$ 55 mil.

Citroen AirCross
Citroen AirCross

1. Chevrolet Agile 

O Chevrolet Agile é um dos poucos insucessos recentes da montadora, ficando longe das vendas de seus antecessores Corsa e Celta, por exemplo, que possuem grande aceitação no mercado de usados. 

Com pouco tempo de vida, tendo produção entre 2009 e 2013, os problemas começaram ainda na fase de projetos. Concebido durante a crise mundial de 2008, o modelo tinha uma série de restrições orçamentárias para seu desenvolvimento. 

Um ponto que chama a atenção de forma negativa é sua arquitetura ultrapassada, que impõe uma posição desconfortável ao motorista. Seu design nunca foi unanimidade, embora contasse com pontos positivos, tais como consumo de combustível e espaço no porta-malas, o modelo nunca decolou em vendas. 

Além disso, alguns modelos foram equipados com câmbio automatizado de uma embreagem, o famoso Easytronic, que são ainda mais rejeitados. Por isso, o Agile é considerado um dos piores carros para revenda no Brasil.

Hoje o Agile possui preços que variam entre R$ 19 mil e R$ 30 mil.

Chevrolet Agile
Chevrolet Agile

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