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20 grandes pilotos de fórmula 1 que não chegaram ao título.

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Senhor Carros

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O automobilismo é uma caixinha de surpresas. É possível que um estreante de fórmula 1 seja campeão no primeiro ano e um veterano experiente fique 20 anos sem levantar o troféu mundial. A fórmula 1 é a corrida mais famosa do mundo, e consequentemente, a mais difícil. Por ela, passaram os brasileiros consagrados: Nelson Piquet, Rubens Barrichello e o eterno Ayrton Senna. Hoje, teremos uma matéria especial mostrando os 20 grandes pilotos de fórmula 1 que nunca ganharam um título mundial.

Continue lendo e confira os grandes pilotos da F1 sem título!

20 grandes pilotos de fórmula 1 que não chegaram ao título
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20 – Stirling Moss 

Filho de Alfred Moss, que terminou em 14.º nas 500 milhas de Indianápolis em 1924, Stirling Moss é considerado um dos maiores piloto da história a nunca ter conquistado um título da Fórmula 1.

Stirling Moss 

Moss competiu na chamada era de ouro da Fórmula 1, em que ainda corriam pilotos como Juan Manuel Fangio e Mike Hawthorn. Uma de suas corridas mais famosas foi a Mille Miglia de 1955, em que ele venceu com um tempo recorde de 10 horas e 8 minutos, na frente de Juan Manuel Fangio, que foi o segundo colocado.

Stirling Moss foi um dos melhores pilotos da história da fórmula 1, mas nunca conseguiu se consagrar campeão. Competiu na Fórmula 1 por vários anos e foi por quatro vezes vice-campeão.

19 – Gilles Villeneuve 

Gilles Villenneuve foi um piloto de automobilismo canadense. Villeneuve nasceu na província do Quebec. Era filho de um afinador de pianos e estreou no automobilismo em 1975, após uma breve e vitoriosa carreira como piloto de snowmobile em campeonatos de seu país.

Gilles Villeneuve 

Gilles tem 6 vitórias pela Ferrari, e a sua última vitória foi em 1978, logo no último GP, onde o país que sedia era o seu país de orgiem, Canadá. Villeneuve fez uma ótima campanha e no geral ficou em 9º posição em 17 pontos marcados na fórmula 1.

Infelizmente, em 8 de maio de 1982, Gilles Villeneuve morreu após um acidente durante a sessão de qualificação final para o Grande Prêmio da Bélgica em Zolder. Não conseguiu um título mundial, mas deixou o seu legado na fórmula 1.

18 – Carlos Reutemann 

Carlos Reutemann nasceu em Santa fé, Argentina e quase conseguiu o título da fórmula 1, se não fosse por um brasileiro chamado de Nelson Piquet, que abriu vantagem na última volta do GP de Las Vegas e por 1 ponto se consagrou campeão, deixando Carlos Reutemann com o vice.

Carlos Reutemann 

Carlos Reutemann tem o total de 12 vitórias em sua carreira, largando em 146 GPs, conseguiu 45 pódios na carreira. 6 pole positions e sua última GP foi no Brasil em 1982. Após abandonar as pistas, entrou para a política, sendo, por duas vezes, eleito governador da província de Santa Fé: de 1991 a 1995 e de 1999 a 2003.

17 – Clay Regazzoni

Clay Regazzoni era um piloto suíço. Nascido na área fronteiriça da Suíça onde se fala predominantemente o italiano, foi efetivamente considerado como um conterrâneo pelos moradores da Itália, o que o tornou motivo de grande orgulho para os torcedores da Ferrari, em meados dos anos 1970.

Clay Regazzoni

Depois de três temporadas na Ferrari, Regazzoni mudou-se para a BRM, onde fez parte de uma equipe que incluía Jean Pierre Beltoise e Niki Lauda. Regazzoni e Lauda, juntamente com o chefe de equipe Luca Cordero di Montezemolo e o diretor técnico Mauro Forghieri, formaram uma parceria bem-sucedida que gerou 15 vitórias, dois títulos de construtores e um campeonato para Lauda, em 1975. Em 1980 Regazzoni sofreu um acidente durante o Grande Prêmio dos Estados Unidos, disputado em Long Beach, quando os freios de seu Ensign falharam no fim de uma reta de alta velocidade, e este foi o fim de sua carreira.

16 – Rubens Barrichello 

Piloto brasileiro que a nação conhece bem, Rubens Barrichello, nascido em São Paulo em 1972, que disputou de maneira ininterrupta o campeonato mundial de fórmula 1 entre os anos de 1993 e 2011, tendo se tornado o piloto mais experiente da história desta categoria.

Rubens Barrichello 

Rubens sagrou-se vice-campeão em 2002 e 2004. A aposentadoria de Schumacher no final de 2006 fez de Barrichello o piloto mais experiente do grid e, no Grande Prêmio da Turquia de 2008, ele atingiu a marca de 257 largadas, tornando-se o piloto com maior número de corridas disputadas na Fórmula 1.

Atualmente, Barrichello está na Sotock Car, onde tem feito muito sucesso, mas na f1, com 11 vitórias, 68 pódios e 14 pole positions, ele é detentor da marca do último brasileiro a vencer um GP de fórmula 1, mesmo já saído de atividade, conquista feita em Monza, Itália, 2009.

15 – Jacky Ickx

Jack Ickx, nascido em Bruxelas, 1 de janeiro de 1945 é um ex-automobilista belga que competiu na Fórmula 1 e venceu o evento altamente prestigiado das 24 Horas de Le Mans, onde venceu seis vezes, três delas consecutivamente.

É considerado um dos pilotos mais abrangentes do mundo. Ickx competiu 14 anos na Fórmula 1 por nove equipes diferentes, acumulando um total de oito vitórias, 25 pódios e 13 pole positions. Ele foi vice-campeão no 1969 para Brabham e 1970 para Scuderia Ferrari, também terminando em quarto lugar em 1968, 1971 e 1972 para a Scuderia Ferrari.

Jacky Ickx

Além de suas atividades na Fórmula 1, suas realizações incluem seu título na Fórmula 2 Europeia de 1967, o campeonato da Can-Am (1979), dois títulos no Campeonato Mundial de Resistência em 1982 e 1983, a vitória na Rally Dakar em 1983, e seu recorde de seis vitórias na 24 Horas de Le Mans.

14 – Nico Hulkenberg

Nicolas “Nico” Hülkenberg (Emmerich am Rhein, 19 de agosto de 1987) é um automobilista alemão que competiu na Fórmula 1 entre as temporadas de 2010 e 2019 pelas equipes Williams, Sauber, Force India e Renault.

Nico Hulkenberg

Em 2 de novembro de 2009, Hülkenberg foi anunciado como piloto titular da Williams durante a temporada de 2010. Em 6 de novembro de 2010, Hülkenberg conquistou pela primeira vez em sua carreira na fórmula 1 uma pole position, no Grande Prêmio do Brasil, décima oitava corrida da temporada de 2010.

A equipe Renault confirmou o acordo com Hülkenberg e começa processo de reconstrução da equipe francesa a partir da temporada 2017. Ele permaneceu na equipe até a temporada 2019.

13 – Ronnie Peterson

Ronnie Peterson (Örebro, 14 de fevereiro de 1944 — Milão, 11 de setembro de 1978), apelidado de O Sueco Voador, foi um automobilista que guiou na Fórmula 1 na década de 1970.

Ronnie fez sua estreia na Fórmula 1 guiando para a March, no GP de Mônaco de 1970. Antes, após os tempos de kart, ele participou da Fórmula 3 competindo pela equipe Svebe. Em 1971 obteve 5 segundos lugares, que lhe valeram o vice-campeonato; naquele ano ainda venceu o campeonato europeu de Fórmula 2 guiando pela March.

Ronnie Peterson

A Lotus chegou ao GP da Itália com a possibilidade de tornar Andretti campeão antecipado. Nos treinos, Peterson teve seu carro titular danificado, e precisou recorrer ao carro reserva, que era um modelo mais antigo da Lotus.

Foi exatamente nesta corrida que a Lotus de Peterson foi jogado para fora da pista, ao encontro do guard-rail e causou um grande incêndio.  Peterson foi tirado do carro com graves ferimentos nas pernas, por bombeiros e outros pilotos, e foi internado, após amputar esquerde do piloto, Ronnie Peterson Faleceu.

12 – Bruce McLaren

Bruce McLaren disputou 104 provas do Campeonato Mundial de Fórmula 1 entre os anos de 1958 e 1970, obtendo 4 vitórias, 3 melhores voltas, e 188,5 pontos. Foi o fundador da Team McLaren.

Bruce McLaren

Bruce McLaren sofreu da Doença de Perthe na infância, que o deixou paralisado por meses e fez com que sua perna direita fosse 5 centímetros maior que a esquerda. Isso não o impediu de disputar corridas de automóvel com o Austin de seu pai entre 1956 e 1957.

Com 98 GPs disputados, 4 vitórias, totalizando 188,5 pontos, nenhuma pole position, Bruce McLaren nunca ganhou um título de fórmula 1, e sua última corrida foi no GP de Mônaco em 1970, o mesmo local de sua estreia.  

11 – Felipe Massa 

O único brasileiro dessa lista que ainda está em atividade na fórmula, porém, atualmente na fórmula E. Felipe Massa fez história com a Ferrari em 2008 e conquistou o mundo e, principalmente, o Brasil inteiro. 

Felipe Massa

Era uma grande promessa, com números incríveis. Começou no Kart e ganhou a 500 milhas de kart em 2009. Felipe Massa terminou como Vice-campeão Mundial de F1 de 2008, a um ponto do Lewis Hamilton. O título foi decidido na penúltima curva da última volta da última corrida da temporada 

O rendimento de Massa de 2009 pra cá veio caindo, e aquela esperança brasileira de um novo Senna foi se esvaindo com o tempo, e recentemente, Felipe Massa assina com a equipe Venturi para disputar a temporada de 2018–19 da Fórmula E.

10 – Jean-Pierre Jarier 

Jean-Pierre Jacques Paul Jarier ou apenas Jean-Pierre Jarier  é um ex-automobilista francês de fórmula 1. Em 1973 ele assinou com a equipe March Engineering de Fórmula 2 e foi-lhe dado também um equipamento para disputa na Fórmula 1. O início na Fórmula 1 foi dificultado pela falta de competitividade do 721G, mas Jarier conseguiu o título do campeonato da Fórmula 2 daquele ano com oito vitórias

Jean-Pierre Jarier 

Durante suas 11 temporadas de Fórmula 1, Jarier praticamente só não  teve problemas em 78.  Em todas as demais, abandonou pelo menos uma ou duas corridas, devido a acidentes ou problemas com o carro.

9 – Sergio Pérez 

Sergio Pérez Mendoza, nascido em Guadalajara, 26 de janeiro de 1990 é um automobilista mexicano. Atua na Formula 1 pela equipe Racing Point.

Sergio Pérez 

No dia 4 de outubro de 2010, a equipe Sauber anunciou o mexicano como piloto titular para a temporada de 2011 da Fórmula 1.Em 2012, Perez subiu pela primeira vez ao pódio, ao chegar em segundo lugar no Grande Prêmio da Malásia, segunda etapa do campeonato

Com 159 GPs disputados, totalizando 519 pontos e 8 pódios, o ex-piloto Sergio Perez nunca ganhou um título da fórmula 1.

8 – David Coulthard 

David Marshall Coulthard, (Twynholm, 27 de março de 1971) é um ex-automobilista escocês. Em 2012, Coulthard entrou para o Guinness Book com o homem que percorreu a maior distância com um carro antes de capturar uma bola de golfe em pleno voo.

David Coulthard 

Estreou na categoria em 1994, após o falecimento do tricampeão Ayrton Senna, na equipe Williams. Fez uma temporada regular em seu primeiro ano, um modesto 8º lugar, correndo apenas metade das provas

David Colthard fez parte das equipes, Williams, McLaren e Red Bull, com 247 GPs disputados, 12 pole positions, 62 pódios e 13 vitórias, Colthard nunca ganhou um título da f1, chegou perto em 2001, mas nunca conseguiu se consagrar campeão.

7- Andrea de Cesaris

Andrea De Cesaris “Crasheris” (Roma, 31 de maio de 1959 — Roma, 5 de outubro de 2014) foi um piloto automobilístico italiano.

Andrea de Cesaris

Em 1980 passou para a Fórmula 2, onde correu pela Project Four, a escuderia de Ron Dennis, futuro patrão da McLaren. No final da época, em 1980, De Cesaris teve uma hipótese para correr na Fórmula 1, a bordo de um Alfa Romeo, substituindo o experientíssimo compatriota Vittorio Brambilla nos Grandes Prêmios do Canadá e dos Estados Unidos.

Com 214 Gps disputados, 1 pole position, 5 pódio e 0 vitórias, Andrea de Cesaris nunca ganhou um título da fórmula 1, sua última corrida foi no GP da Europa em 1994.

6 – Nick Heidfeld

Nick Lars Heidfeld é um piloto alemão. Nick começou sua carreira no kart. De 1986 a 1993, Nick competiu em diversas categorias da modalidade. 

Nick Heidfeld

Em 2000, Nick entrava na F1, pela equipe Prost. Tinha como companheiro de equipe Jean Alesi. A temporada da equipe não foi boa, não conseguindo conquistar pontos, encerrando assim sua passagem curta pela equipe. No ano seguinte foi para a Sauber, conseguindo um terceiro lugar no GP do Brasil. Ainda disputou as temporadas de 2002 e 2003 pela equipe. Teve como melhor temporada na equipe em 2001, quando conquistou 12 pontos e a oitava posição no mundial de pilotos.

Com 171 GPs disputados, 1 pole positions, 13 pódios e zero vitorias, Nick Heidfeld nunca ganhou um título mundial da fórmula 1.

5 – Martin Brundle 

Martin Brundle é um ex-automobilista britânico. Disputou a categoria entre 1984 e 1989 e entre 1991 e 1996, quando deixou a Fórmula 1.

Martin Brundle 

Em 1983, quando pilotava na Fórmula 3, Brundle travou duelos inesquecíveis contra o brasileiro Ayrton Senna, que mais tarde se tornaria tricampeão de Fórmula 1

Martin Brundle teve um feito em sua geração de pilotos, com uma única vitória na classificação geral da corrida das 24 Horas de Le Mans de 1990, quando ainda em atividade na Fórmula 1, pela equipe de Tom Walkinshaw da Jaguar Racing.

4 – Derek Warwick

Derek Stanley Arthur Warwick, nascido em Alresford, 27 de agosto de 1954 é um ex-automobilista britânico. Correu 10 temporadas consecutivas da Fórmula 1 entre 1981 e 1990, voltando em 1993.

Derek Warwick

Warwick iníciou a carreira ainda jovem, disputando corridas de turismo. Ele ganhou o Campeonato em 1971, com apenas 16 anos, e venceu em 1973, aos 18.

Desde cedo era um jovem promissor no automobilismo. A estreia de Warwick na F1 deu-se em 1981, com a modesta equipe Toleman, no GP de San Marino. Em 1984, foi para a Renault. O time francês estava praticamente fechando suas portas, porém ele marcou 24 pontos, tendo um 2º lugar em Silverstone como o seu maior triunfo na temporada.

3 – Daniel Ricciardo

Daniel Joseph Ricciardo (Perth, 1 de julho de 1989) é um piloto de automóveis australiano que atua na Fórmula 1 pela equipe Renault F1 Team.

Daniel Ricciardo

Ricciardo estreou atrás do volante de um veículo da Fórmula 1 quando fez um teste pela Red Bull Racing durante o teste de jovens pilotos no Circuito de Jerez por três dias de 1 a 3 de dezembro de 2009. Ao fim do último dia de testes ele havia marcado o melhor tempo por um segundo de diferença. Christian Horner, chefe da Red Bull Racing sugeriu que Daniel se juntasse a Hartley, que foi seu parceiro na temporada de 2010 da Wold Series.

Com 162 GPs disputados, 13 voltas mais rápidas, 3 pole positions, 29 pódios e 7 vitórias, Daniel Ricciardo nunca ganhou um título da fórmula 1.

2 – Max Verstappen 

Max Emilian Verstappen é um piloto neerlandês de automobilismo. Defende a equipe Red Bull de Fórmula 1. Nascido na Bélgica, Max Verstappen vem de uma família de pilotos: seu pai, Jos Verstappen, disputou oito temporadas de Fórmula 1.

Max Verstappen

Em 18 de agosto de 2014 a equipe Scuderia Toro Rosso anunciou sua contratação em lugar de Jean-Éric Vergne para a temporada de 2015. Logo na sua segunda corrida na categoria alcançou o sétimo lugar no Grande Prêmio da Malásia de 2015 tornando-se o mais jovem piloto a pontuar na Fórmula 1, com dezessete anos e 180 dias de idade.

Com 101 GP disputados, somando 930 pontos, 2 pole positions, 31 pódios e 8 vitórias, Max Verstappen nunca ganhou um título da fórmula 1, mas desde que entrou na f1 seu rendimento tem crescido de forma exponencial e na temporada de 2019 ficou em 3º, chegando cada vez mais perto do título.

1 – Charles Leclerc

Talvez o nome mais polêmico dessa lista. O grande novato da Ferrari, Charles Leclerc, de apenas 22 anos. Com somente 3 anos de carreira e 37 GPs disputados, como podemos dizer que Charles Leclerc é um grande piloto que não chegou ao título?

Charles Leclerc


Pois bem! falamos de pilotos históricos, habilidosos e resistentes. E Leclerc será o “coringa” desta lista. Evidentemente, ele ainda não chegou ao título, e consagradamente, ele é um grande piloto, que merece estar aqui. Pois, ele é a grande promessa da Ferrari, a grande promessa da fórmula 1. Um jovem, que tem muito a aprender, e muito a mostrar nas pistas. Com apenas 3 anos de carreira, Charles Leclerc disputou 37 GPs, soma 254 pontos, tem 7 pole positions, 11 pódios e 2 vitórias e ele nunca ganhou o título da fórmula 1. Bom, ainda.

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Listas

Hatches fracassos de vendas no Brasil em 2020: Conheça o top 10

por

Murilo C.

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Hatches fracassos de vendas

Com início da pandemia de coronavírus, alguns setores comerciais foram afetados, e o automotivo foi um deles, o que talvez contribua para o resultado do nosso levantamento que mostra quais foram os hatches fracassos de vendas no Brasil até agora. 

Embora modelos hatches sejam a preferência da maioria dos brasileiros, como ocorre em diferentes setores, existem os modelos preferidos e aqueles que são renegados. 

Mostraremos agora aqueles que são considerados os 10 hatches fracassos de vendas no Brasil em 2020 até agora. Será que você consegue adivinhar quais são eles? 

Confira na leitura desse artigo mais do que imperdível que os especialistas do Senhor Carros prepararam exclusivamente para você!

10 hatches fracassos de vendas no Brasil em 2020

Mostraremos agora a lista com aqueles que são considerados os 10 hatches fracassos de vendas no Brasil em 2020. 

10. Volkswagen Fox

O Volkswagen Fox é o primeiro dos 10 hatches fracassos de vendas no Brasil em 2020. 

O modelo que inclusive está na lista de dispensas da Volkswagen para deixar de ser produzido ainda agrada bastante os público brasileiro. 

Volkswagen Fox
Volkswagen Fox

O Hatch “alemão” possui apenas motorização 1.6 e está disponível atualmente em duas versões: Connect e Extreme. 

Se compararmos com números antigos, as vendas do modelo não deixam de ser um fracasso. Apenas 10.097 unidades foram comercializadas até agora em 2020.

9. Fiat uno

Aqui temos outro hatch que embora seja muito apreciado pelos brasileiros, tanto por conta de sua compactabilidade quanto por sua economia. 

Fiat uno
Fiat uno

O modelo que já foi o chefe de vendas da Fiat, hoje não é a mais a estrela principal, mas não deixa de ser uma boa opção para famílias pequenas ou então para os solteiros. 

Até agora em 2020, apenas 7.274 unidades do Fiat uno foram emplacadas. 

8. Toyota Etios

O Toyota Etios é mais um entre os hatches fracassos de vendas em 2020. O modelo que conta com duas opções de motor e câmbios automático e manual é um bom veículo, tanto para usos urbanos, quanto para deslocamentos em rodovias. 

A potência do motor agrada e ainda existe a baixa visibilidade de roubos, o que faz com que seu seguro seja mais barato do que muitos outros modelos. 

Toyota Etios
Toyota Etios

Entretanto o Etios realmente não caiu nas graças dos brasileiros e seus números de vendas deixam isso ainda mais explícito, afinal, foram apenas 5.562 unidades vendidas. 

7. Nissan March

O Nissan March é hoje considerado o modelo de entrada da montadora nipônica no mercado automotivo brasileiro. 

O Hatch é mais um dos compactos repletos de qualidade. Equipado com um motor 1.0 de 3 cilindros, o March conta com bastante tecnologia embarcada, o que o torna, na opinião dos especialistas um modelo que praticamente não apresenta problemas.

Nissan March
Nissan March

O modelo ainda possui opções de câmbio automático e manual, capaz de render bem em estradas e cidades com bastante economia. Mas seus números, demonstram o fracasso: Apenas 2.208 unidades comercializadas. 

6. Peugeot 208

Os carros da Peugeot geram dois sentimentos nos motoristas: Ou você ama ou você odeia. A tecnologia francesa é pouca aberta, o que torna reparos mecânicos muito caros quando necessários. 

O Peugeot 208 conta atualmente com duas opções de motor, um 1.2 Puretech Flex de três cilindros capaz de gerar 90 cavalos com etanol, com boa força e torque em baixa rotação.

Peugeot 208
Peugeot 208

O outro é um 1.6 flex de quatro cilindros, atualizado, capaz de gerar 118 cavalos com etanol. O motor 1.2 é equipado com câmbio manual, enquanto no 1.6 só há opção de câmbio automático.

O atual fracasso de vendas do Peugeot 208 já era esperado, pois uma nova versão, totalmente renovada é esperada ainda esse ano por aqui. Ao todo, o modelo vendeu apenas 1140 unidades em 2020. 

5. Citroen C3

Na quinta posição, temos mais um carro de origem francesa que causa receio em muita gente por conta do surgimento de possíveis problemas que não são nada baratos de resolver. 

Na parte de motorização, o modelo dispõe duas opções de motor, uma 1.2 flex de três cilindros, capaz de render 90 cavalos com etanol e outra 1.6 também flex, mas com quatro cilindros, capaz de render até 118 cavalos. 

O Citroen C3 conta ainda com 3 versões distintas: Attraction 1.2 com câmbio manual; Attraction 1.6 com câmbio automático e Urban Trail 1.6 com câmbio automático.

Citroen C3
Citroen C3

Não é de hoje que as vendas do hatch francês não são boas. Na Europa, o veículo passou por uma profunda alteração visual, tornando-o bastante atrativo, mas de acordo com a montadora, a mudança não vai chegar ao Brasil. 

Os números de venda do modelo são vergonhosos. Até agora, apenas 583 unidades foram vendidas em 2020.

4. Mini Cooper

O Mini Cooper é um dos carros mais emblemáticos à venda no Brasil e realmente chama atenção por onde passa. 

O modelo é conhecido por uma ótima relação de peso X potência, pois é leve e potente ao mesmo tempo. 

Compacto e valente ele é uma ótima opção para uso urbano esporádico, pois sua potência, distância entre-eixos e controles de estabilidade e tração tornam seu uso em rodovias muito mais divertido. 

Mini Cooper
Mini Cooper

O Mini Cooper possui atualmente duas opções de motor. um 1.5 turbo de três cilindros e um 2.0 turbo de quatro cilindros. Ambos são movidos somente à gasolina e geram 136 e 192 cavalos respectivamente.

Entretanto, por conta de seu elevado preço, o Mini Cooper é um carro para poucos, o que diante do cenário de crise, o torna mais um fracasso de vendas. Até agora, apenas 335 unidades foram vendidas. 

3. Kia Rio

O Kia Rio é um desconhecido de muita gente. 

O modelo que é produzido no México e importado pra cá, foi lançado em janeiro, mas realmente não caiu nas graças dos brasileiros. 

Equipado com muitos itens de série, o Kia Rio tem sob o capô um motor 1.6 16V de quatro cilindros, flex capaz de gerar até 130 cavalos quando abastecido com etanol. O câmbio é automático de seis marchas. 

Kia Rio

Entretanto, a pouca confiança do brasileiro na marca e o alto preço do modelo, fizeram as vendas empacarem. Ao todo, somente 172 unidades do Kia Rio foram comercializadas. 

2. Audi A3

O Audi A3 já foi um modelo um tanto quanto popular anos atrás e disputava de maneira ferrenha a mesma classe de motoristas que gostava do Golf.

Com o passar dos anos, o hatch da marca alemã foi evoluindo em termos de mecânica e tecnologia embarcada, o que fez com que seus valores ficassem muito mais elevados do que o modelo da Volkswagen. 

Audi A3
Audi A3

O modelo é equipado com um motor 1.4 TFSI Flex de 150 cavalos, tanto com etanol, quanto gasolina. O câmbio é um tiptronic automático de seis velocidades. 

Embora salte aos olhos em termos de beleza, seja potente e recheado de tecnologia, o preço realmente é um impeditivo. Tanto que o A3 é mais um entre os hatches fracassos de vendas, com apenas 119 unidades vendidas. 

1. Fiat Palio

E na primeira posição dos hatches fracassos de vendas no Brasil em 2020 temos o Fiat Palio. 

Embora o modelo tenha sido descontinuado, ainda é possível encontrar algumas unidades à venda em concessionárias espalhadas pelo Brasil, e foi exatamente isso que aconteceu. 

Fiat Palio
Fiat Palio

Com uma histórico de bons números de vendas, o modelo que pode ser uma boa opção para o momento de crise pelo qual estamos passando registrou em 2020 o número de apenas uma unidade vendida, e por isso levou medalha de ouro em nossa lista. 

Conclusão

A exemplo do mercado de SUVs, o mercado dos hatches é um tanto quanto competitivo. Enquanto uns modelos se destacam, outros são totalmente jogados ao esquecimento. 

Depois de conferir a nossa lista daqueles que são os hatches fracassos de vendas no Brasil em 2020 que tal descobrir quais são os modelos chineses que os brasileiros mais gostam?

Para conferir, é só clicar no botão abaixo:

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